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O Renault 5 está de regresso
Numa conferência de imprensa online o CEO da Renault, Luca de Meo, apresentou os planos da marca francesa para os próximos anos e fez a sua exposição ao lado do Renault 5 prototype, um modelo que poderá dar origem a uma nova geração do bem conhecido citadino de outrora, mas desta vez totalmente elétrico.
O novo Renault 5 é apenas um dos 14 novos modelos que a Renault irá lançar naquela que denomina como a “Nouvelle Vague” de propostas inserida na sua “Renaulution”, uma espécie de revolução na marca que terá repercussões também na Dacia e na Alpine.
Luca de Meo refere que esta Renaulution é um plano para os próximos anos cujo objetivo principal é aumentar a rentabilidade. Isso será conseguido através da redução do volume de produção, passando a ser fabricadas cerca de 3,1 milhões de unidades por ano em vez dos atuais 4 milhões.
Além disso serão potenciadas as sinergias Renault/Nissan/Mitsubishi no desenvolvimento de plataformas conjuntas para os novos modelos. A Dacia com a ligação à Lada abre as portas para o mercado russo o que lhe trará uma nova relevância no grupo e a Alpine reforçará a sua posição como marca desportiva que terá esse ADN ainda mais vincado e com uma aposta cada vez mais elétrica.
Em termos de modelos novos em si, o plano prevê 24 novas propostas até 2025, 14 das quais da marca Renault como foi referido e onde o novo Renault 5 será o porta estandarte da nova aposta do construtor francês, que com ele deseja democratizar o automóvel elétrico com uma solução que recupera o legado da marca e segue as tendências retro atuais, mas com as tecnologias mais recentes. Este Renault 5 ainda não tem data de lançamento e também ainda não foram desvendadas as suas características técnicas, mas pelas suas imagens ele promete.
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Audi recriou o Auto Union Lucca de 1935
A Audi Tradition revelou em Itália a sua mais recente criação, ou recriação, o Auto Union Lucca de 1935, um modelo altamente aerodinâmico que bateu o recorde de velocidade nesse ano ao atingir os 326.975 km/h.
O Auto Union Lucca foi uma das armas que a a marca alemã desenvolveu na época de ouro do seu duelo com os flechas de prata da Mercedes-Benz nos anos 30 do século passado, no período que antecedeu a Segunda Guerra Mundial. Incrivelmente aerodinâmico e já testado em túnel de vento na altura, o Lucca tinha um coeficiente aerodinâmico de 0,43 o que para a época era um feito assinalável. Equipado com um motor de 16 cilindros em V turbocomprimido com 6.0 litros de cilindrada e alimentado por uma mistura de 50% de metanol, 40% de gasolina e 10% de tolueno, este Auto Union tinha uma potência de 500 cv. O seu peso ficava-se por apenas 980 kg.
Agora a Auto Tradition, divisão que trata dos clássicos da Audi, voltou a construir este Auto Union em parceria com os especialistas ingleses da Crosthwaite & Gardiner que praticamente construíram este Lucca totalmente à mão apenas baseados em desenhos técnicos e fotografias da época. Agora ao fim de três anos de construção ele foi apresentado em Itália e irá fazer uma volta na próxima edição do Goodwood Festival of Speed que terá lugar entre 9 e 12 de julho, onde então se poderá ver e, acima de tudo, ouvir esta incrível máquina de outrora so século passado.











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Europa vai apertar com emissões dos travões
A futura norma Euro 7 vai contemplar pela primeira vez a emissão de partículas dos travões e isso pode significar uma mudança tecnológica na indústria automóvel.
Até agora as normas que regulamentam as emissões poluentes dos veículos têm sido focadas nos gases de escape, mas a partir do final de 2026, altura em que a nova norma europeia Euro7 entra em vigor para a homologação de novos modelos, as partículas emitidas pelos sistemas de travagem também vão ser contempladas.
As novas regras irão definir que os modelos elétricos não poderão emitir mais de 3mg/km e os modelos a combustão até 3.500 quilos não podem ultrapassar as 7mg/km. Considerando os materiais utilizados hoje em dia nos travões, nomeadamente o ferro fundido dos discos essas metas serão muito difíceis de cumprir o que vai muito possivelmente levar a uma alteração tecnológica nos travões.
Várias marcas já estão a trabalhar nesse sentido e uma das soluções parece ser a utilização de aço inoxidável nos discos de travão. Será mais caro, mas a longevidade deste tipo de discos é também substancialmente maior.
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