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O Renault 5 está de regresso
Numa conferência de imprensa online o CEO da Renault, Luca de Meo, apresentou os planos da marca francesa para os próximos anos e fez a sua exposição ao lado do Renault 5 prototype, um modelo que poderá dar origem a uma nova geração do bem conhecido citadino de outrora, mas desta vez totalmente elétrico.
O novo Renault 5 é apenas um dos 14 novos modelos que a Renault irá lançar naquela que denomina como a “Nouvelle Vague” de propostas inserida na sua “Renaulution”, uma espécie de revolução na marca que terá repercussões também na Dacia e na Alpine.
Luca de Meo refere que esta Renaulution é um plano para os próximos anos cujo objetivo principal é aumentar a rentabilidade. Isso será conseguido através da redução do volume de produção, passando a ser fabricadas cerca de 3,1 milhões de unidades por ano em vez dos atuais 4 milhões.
Além disso serão potenciadas as sinergias Renault/Nissan/Mitsubishi no desenvolvimento de plataformas conjuntas para os novos modelos. A Dacia com a ligação à Lada abre as portas para o mercado russo o que lhe trará uma nova relevância no grupo e a Alpine reforçará a sua posição como marca desportiva que terá esse ADN ainda mais vincado e com uma aposta cada vez mais elétrica.
Em termos de modelos novos em si, o plano prevê 24 novas propostas até 2025, 14 das quais da marca Renault como foi referido e onde o novo Renault 5 será o porta estandarte da nova aposta do construtor francês, que com ele deseja democratizar o automóvel elétrico com uma solução que recupera o legado da marca e segue as tendências retro atuais, mas com as tecnologias mais recentes. Este Renault 5 ainda não tem data de lançamento e também ainda não foram desvendadas as suas características técnicas, mas pelas suas imagens ele promete.
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BMW já mostrou o novo X5
A quinta geração do BMW X5 está repleta de tecnologia, segue a nova linguagem estética da marca bávara e dentro da oferta de motorizações terá pela primeira vez uma versão totalmente elétrica e uma versão a hidrogénio.
A BMW acaba de revelar ao mundo o seu novo X5, um nome que marcou a entrada da marca no universo SUV em 1999 com o E53 e que desde então tem mantido um percurso de sucesso chegando agora à sua quinta geração.
Este X5 surge com umas linhas definidas pela nova abordagem estética Neue Klasse já vista no iX3 e também no futuro i3, nota-se bem que se trata de um modelo de grandes dimensões, basta comparar as suas linhas com as do iX3 e de imediato vemos maiores superfícies laterais, uma linha de cintura mais alta e um ar mais largo e robusto. O interior também é totalmente novo e oferece um ambiente altamente tecnológico onde se destaca a projeção de informação diretamente numa faixa inferior do para-brisas.
Outra das grandes novidades está na oferta de motorizações. Esta nova geração do X5 oferece cinco tipos de soluções que passam pelas “tradicionais” versões a gasolina, gasóleo e híbrida Plug-in, mas terá pela primeira vez uma opção totalmente elétrica, o iX5 e no futuro estará disponível também uma versão a hidrogénio desenvolvida em conjunto com a Toyota. Focando-nos na proposta elétrica iX5, esta surge com uma bateria de 141 kWh de capacidade e dois motores elétrico que em conjunto lhe dão uma potência combinada de 578 cv e um binário de 805 Nm. Esta versão iX5 60 xDrive tem uma autonomia de 845 quilómetros e em termos de prestações a sua aceleração dos 0 aos 100 km/h é de 4,6 segundos e a sua velocidade máxima está nos 210 km/h.
A produção do novo X5 começa já no próximo mês de agosto nos Estados Unidos, na unidade de Spartanburg e as versões a gasolina e a gasóleo deverão começar a ser comercializadas ainda este ano. Já os modelos híbridos Plug-in e totalmente elétricos só deverão chegar aos mercados no início de 2027. Nesse mesmo ano, mas mais para o final do mesmo está prevista a versão a hidrogénio.





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Chineses adoraram o Ferrari Luce
A Ferrari apresentou oficialmente o Luce na China e as 88 unidades destinadas ao mercado chinês esgotaram de imediato mostrando que os chineses adoraram este Ferrari elétrico que tanta discussão tem gerado.
Depois de ter sido revelado, o primeiro Ferrari 100% elétrico não foi nada consensual junto da opinião pública e muita discussão foi gerada em torno do Luce, em muitos casos pouco abonatória para a casa de Maranello. Contudo, além de ter boa procura por parte dos colecionadores, o que é compreensível e natural, o Luce foi muito bem recebido na China o que anima um pouco as expetativas.
Depois de ter sido apresentado, as 88 unidades numeradas esgotaram num ápice, sendo que cada modelo custa cerca de 515.000 euros (menos do que na Europa), o que é significativo, especialmente quando o mercado chinês de superdesportivos elétricos está cada vez mais difícil fruto das boas propostas das próprias marcas chinesas.
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