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Toyota promete baterias em estado sólido já para 2020
Num momento em que os automóveis elétricos nascem como cogumelos, continua por descobrir a solução ideal para o problema da reduzida autonomia da maioria dos automóveis elétricos.
Uma das soluções mais comentadas passa pela adoção de baterias de estado sólido. Ou seja, baterias com um polímeros sólidos, que oferecem uma melhor densidade energética dos que atuais baterias de iões de lítio. Ou seja, ocupando o mesmo espaço físico, têm maior capacidade de armazenamento.
Nesse caminho, a Toyota parece apresentar-se na pole position, pois promete ter já em 2020 um protótipo, de nome E-Palette, com essa solução, o qual será usado nos Jogos Olímpicos de 2020, a decorrer na capital japonesa, Tóquio. No entanto, o construtor asiático afirma que a produção em massa não será tão rápida, mas que espera chegar lá em 2022.
Além de aumentarem a autonomia, as baterias em está sólido, são também mais seguras, pois não utilizam qualquer líquido inflamável.
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Chama-se Striker e será a nova aposta da Dacia
O novo modelo da Dacia, a Striker tem apresentação agendada para o dia 10 de março, mas a marca romena já divulgou um pequeno vídeo teaser para aguçar a curiosidade para o dia da revelação.
A Striker será o novo topo de gama da Dacia e parece que a aposta vai recair numa carrinha com ares de crossover, já que é maior e mais alta que o atual Jogger, por exemplo e ao mesmo tempo tem uma altura ao solo ligeiramente maior que uma carrinha “normal”. Tal como toda a gama Dacia, também a Striker deverá ter um preço muito competitivo quando chegar ao mercado.
A apresentação está prevista para o dia 10 de março, mas para já a Dacia partilhou um vídeo teaser onde podemos ver alguns pormenores da nova Striker:
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Crise no Médio Oriente pode trazer a Fórmula 1 para Portugal
A perigosa situação que se vive no Médio Oriente devido ao conflito dos Estados Unidos e Israel com o Irão poderá obrigar ao cancelamento das provas de Fórmula 1 no Bahrein e na Arábia Saudita e a solução para manter o calendário da competição poderá passar por Portugal.
A operação militar “Fúria Épica” desencadeada pelos Estados Unidos e por Israel contra o Irão resultou num conflito que se estendeu aos países árabes vizinhos do Irão entre os quais o Bahrein e a Arábia Saudita que deveriam receber a Fórmula 1 no próximo mês de abril. A instabilidade na região e a incerteza quanto à duração desta crise leva os responsáveis da Federação Internacional do Automóvel (FIA), em conjunto com a proprietária dos direitos da Fórmula 1, a Liberty Media, a equacionarem o cancelamento destes dois Grandes Prémios e a sua substituição noutra localização. Neste contexto o Autódromo Internacional do Algarve, em Portimão, surge como uma forte solução pois, além de já estar no calendário de Fórmula 1 de 2027, ele tem a homologação máxima de Grau 1 da FIA e é um circuito muito bem visto tanto por pilotos como por equipas. A solução portuguesa surge como a mais rápida, simples e eficaz de concretizar pelo que é bem possível que venhamos a ter a Fórmula 1 em Portugal já em 2026.
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