Tesla consegue ordem de restrição para um dos seus críticos – Motorguia
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Tesla consegue ordem de restrição para um dos seus críticos

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Por ser uma marca recente e por apoiar grande parte da sua estratégia no marketing, a Tesla tem sempre uma legião de seguidores das suas atividades, para o bem e para o mal.

Os dos seus maiores críticos dá pelo nome de Randeep Hothi, sendo bastante conhecido para todos aqueles que acompanham as notícias relacionadas com a marca americana de automóveis elétricos. Um dos motivos para a sua presença constante em críticas à Tesla resulta do facto de ser aquilo a que os americanos chamam “short-seller”. Ou seja, alguém que ganha dinheiro quando as variações no valor da marca.

Contudo, parece que a Tesla se fartou dele e achou que foi longe demais. Como tal, o departamento jurídico da marca presidida por Elon Musk deu entrada com uma ordem de restrição num tribunal da Califórnia. E conseguiu ser bem-sucedido.

Segundos os advogados da Tesla, Randeep Hothi colocou em perigo a vida de três dos seus funcionários, ao persegui-los durante 35 minutos em estradas públicas, colocando o seu veículo junto ao Tesla que estava a ser filmado. Tão perto, tão perto, que até conseguiu que o automóvel elétrico americano acionasse os alertas de colisão eminente.

Dando razão às alegações da Tesla, o tribunal emitiu uma ordem de restrição temporária que inibe este crítico de aproximar mais de 90 metros da fábrica da marca, em Fremont, e dos três funcionários. Está também proibido de se acercar menos de 9 metros de qualquer veículo Tesla com matrículas suas num raio de oito quilómetros da fábrica.

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O adeus à AC Schnitzer

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A AC Schnitzer deverá encerrar as portas até ao final deste ano, pondo assim um fim a quase 40 anos de preparações para modelos da BMW, Mini e também Toyota que tornavam os mesmos ainda mais entusiasmantes e exclusivos.


Fundada em 1987 na cidade de Aachen, na Alemanha, por Herbert Kohl e Willi Lammert, a AC Schnitzer ganhou o seu espaço no mundo dos preparadores com o seu trabalho em modelos da BMW, Mini e Toyota em que aprimorava e refinava as suas prestações ao mesmo tempo que esteticamente os tornava ainda mais exclusivos e apelativos.

Agora a AC Shnitzer vai fechar portas devido essencialmente ao aumento do preço das matérias primas, à redução do interesse por parte do mercado nos seus produtos e também pelo tempo perdido nos processos necessários para que as suas soluções sejam regulamentadas e homologadas pelas entidades competentes nessa matéria. De acordo com as palavras do seu diretor, Rainer Vogel, “se só conseguirmos lançar os nossos componentes no mercado oito ou nove meses depois da concorrência, não temos capacidade para competir no mercado.” Além disso, reforça que “não fomos bem-sucedidos em inspirar os clientes mais jovens a apreciar a condução desportiva da mesma forma que a geração dos seus pais o fez.”

O nome AC Shnitzer poderá não desaparecer do universo automóvel uma vez que é um nome que poderá interessar a muitos e a sua venda está em cima da mesa, mas fica a dúvida sobre se e como irá ressurgir no mercado.

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Mais radares de velocidade média

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O governo tem a intenção de colocar mais 12 radares de velocidade média nas estradas portuguesas com o objetivo de reduzir a sinistralidade e o número de vítimas mortais e de feridos graves.


Até ao final de 2026 o governo pretende instalar mais 12 radares de velocidade média em várias estradas e essa iniciativa foi anunciada por Rui Rocha, o Secretário de Estado da Proteção Civil, após uma cerimónia de assinatura de um protocolo entre a Autoridade Nacional de Segurança Rodoviária (ANSR) e a Lusoponte, empresa que faz a gestão das duas pontes sobre o rio Tejo. Esse protocolo insere-se na iniciativa “Visão Zero – Mais Cidadania para as Estradas de Portugal” que se integra na estratégia europeia para a redução da sinistralidade e do número de mortos e feridos graves em 50% até 2030.

A localização dos novos radares ainda não foi definida e segundo o Secretário de Estado, “estamos a fazer esta avaliação através da ANSR para garantir que estes pontos de controlo sejam encarados como instrumentos de prevenção e que levem os condutores a cumprir as regras estabelecidas”.

Rui Rocha também referiu que em conjunto com a área do governo responsável pela digitalização está a ser analisada uma maior aposta na utilização da inteligência artificial para gerir o tráfego, auxiliar na prevenção de acidentes e também melhorar a resposta das autoridades aos mesmos.

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