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Poderão as novas soluções de mobilidade prejudicar os fabricantes?
De acordo com um inquérito realizado nos Estados Unidos, se as novas soluções de mobilidade se tornarem mais acessíveis, os consumidores começarão a estar menos propensos a adquirir automóveis.
De acordo com o mesmo estudo, se as alternativas de mobilidade tivessem disponíveis em todos o país, os quilómetros percorridos em automóvel particular teriam uma queda a rondar os 21%. Para os americanos, a posse de um automóvel continua a ter custos muito elevados para o agregado familiar. Por esse motivo, estão abertos a novas soluções de mobilidade, tendo um terço dos 2.100 inquiridos respondido que tem interesse em reduzir o número de veículos em sua posse nos próximos cinco anos.
Em Portugal, com o elevado custo de aquisições dos automóveis, soluções como o car sharing poderão vir a fazer cada vez mais sentido, desde que deixem de estar confinadas aos centros das grandes cidades. Já não é obrigatória usar capacete com as trotinetes elétricas. Por isso, o primeiro passo foi dado.
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Lancia Delta fica para segundas núpcias
A Lancia parece ter desistido de lançar o novo Delta em 2028, como já havia sido avançado. Apesar de não ter feito nenhuma declaração sobre o assunto, na calendarização de modelos do Grupo Stellantis até 2030 o Delta não está contemplado.
Luca Napolitano, quando era CEO da Lancia, chegou a falar do alinhamento de três modelos da marca italiana com o Ypsilon, o Gamma e o Delta. Contudo este último não surge na apresentação da calendarização dos novos modelos previstos pelo Grupo Stellantis até 2030. Não quer dizer que o Lancia Delta esteja totalmente fora das cogitações, pois num plano a quatro anos muitas coisas mudam no mundo automóvel e também não houve uma declaração oficial sobre este modelo. No entanto, para já, não será tão cedo que o novo Delta verá a luz do dia e consequentemente não será fácil voltar a ver uma sigla “HF Integrale” a circular na estrada.
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O Google Maps dos romanos
O Império Romano foi o grande responsável pela criação de uma importante rede viária que ligava grande parte da Europa a Roma e agora essa rede pode ser consultada ao estilo do Google Maps.
O engenheiro e historiador holandês René Voorburg criou o Omnesviae, uma espécie de Google Maps que permite saber como era a rede viária no tempo dos romanos e até saber qual o melhor trajeto e distância para ir de uma cidade a outra.
Este “navegador” é baseado no trabalho do historiador Richard Talbert sobre a Tabula Peutingeriana, que era uma cópia dos tempos medievais do mapa que mostrava a rede viária oficial do Império Romano, complementado pelo Itinerário Antonino que é outro documento representativo das vias romanas.
No Omnesviae é possível definir o ponto de partida e o destino que tal como no Google Maps ele define o trajeto mais curto considerando as vias existentes na época. Curioso verificar que colocando o nome atual das localidades o Omnesviae quando define o trajeto “traduz” o nome das mesmas para o nome romano (quando possível). Assim de Lisboa a Madrid, segundo o Omnesviae, vamos de Olisipona a Miaccum.
É sabido que todos os caminhos vão dar a Roma, mas se calhar o Omnesviae, que pode consultar aqui, teria dado muito jeito aos habitantes do Império Romano naquele tempo.
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