Notícias
Poderão as novas soluções de mobilidade prejudicar os fabricantes?
De acordo com um inquérito realizado nos Estados Unidos, se as novas soluções de mobilidade se tornarem mais acessíveis, os consumidores começarão a estar menos propensos a adquirir automóveis.
De acordo com o mesmo estudo, se as alternativas de mobilidade tivessem disponíveis em todos o país, os quilómetros percorridos em automóvel particular teriam uma queda a rondar os 21%. Para os americanos, a posse de um automóvel continua a ter custos muito elevados para o agregado familiar. Por esse motivo, estão abertos a novas soluções de mobilidade, tendo um terço dos 2.100 inquiridos respondido que tem interesse em reduzir o número de veículos em sua posse nos próximos cinco anos.
Em Portugal, com o elevado custo de aquisições dos automóveis, soluções como o car sharing poderão vir a fazer cada vez mais sentido, desde que deixem de estar confinadas aos centros das grandes cidades. Já não é obrigatória usar capacete com as trotinetes elétricas. Por isso, o primeiro passo foi dado.
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Chama-se Striker e será a nova aposta da Dacia
O novo modelo da Dacia, a Striker tem apresentação agendada para o dia 10 de março, mas a marca romena já divulgou um pequeno vídeo teaser para aguçar a curiosidade para o dia da revelação.
A Striker será o novo topo de gama da Dacia e parece que a aposta vai recair numa carrinha com ares de crossover, já que é maior e mais alta que o atual Jogger, por exemplo e ao mesmo tempo tem uma altura ao solo ligeiramente maior que uma carrinha “normal”. Tal como toda a gama Dacia, também a Striker deverá ter um preço muito competitivo quando chegar ao mercado.
A apresentação está prevista para o dia 10 de março, mas para já a Dacia partilhou um vídeo teaser onde podemos ver alguns pormenores da nova Striker:
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Crise no Médio Oriente pode trazer a Fórmula 1 para Portugal
A perigosa situação que se vive no Médio Oriente devido ao conflito dos Estados Unidos e Israel com o Irão poderá obrigar ao cancelamento das provas de Fórmula 1 no Bahrein e na Arábia Saudita e a solução para manter o calendário da competição poderá passar por Portugal.
A operação militar “Fúria Épica” desencadeada pelos Estados Unidos e por Israel contra o Irão resultou num conflito que se estendeu aos países árabes vizinhos do Irão entre os quais o Bahrein e a Arábia Saudita que deveriam receber a Fórmula 1 no próximo mês de abril. A instabilidade na região e a incerteza quanto à duração desta crise leva os responsáveis da Federação Internacional do Automóvel (FIA), em conjunto com a proprietária dos direitos da Fórmula 1, a Liberty Media, a equacionarem o cancelamento destes dois Grandes Prémios e a sua substituição noutra localização. Neste contexto o Autódromo Internacional do Algarve, em Portimão, surge como uma forte solução pois, além de já estar no calendário de Fórmula 1 de 2027, ele tem a homologação máxima de Grau 1 da FIA e é um circuito muito bem visto tanto por pilotos como por equipas. A solução portuguesa surge como a mais rápida, simples e eficaz de concretizar pelo que é bem possível que venhamos a ter a Fórmula 1 em Portugal já em 2026.
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