As novas máquinas da polícia – Motorguia
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As novas máquinas da polícia

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Segundo dados publicados no Concurso público para a aquisição de veículos para as Forças e Serviços de Segurança, até 2021, as forças de segurança portuguesas vão receber diversas prendas, numa soma que supera a 2.000 viatura. Algumas delas até já chegaram, como é o caso dos 48 Renault Captur 1.5 dCi 110 cv entregues, esta semana, à Polícia de Segurança Pública.

Um dos destaques da lista do concurso público vai para os seis Volkswagen e-Golf a chegar até 2021 para a equipa de Tourist Support Patrol (TSP) da GNR. São 136 cv e um autonomia anunciada de 300 km, calculada ainda no ciclo NDEC.
Faz também parte desta lista um veículo que estamos habituados a ver muito como Táxi, o Citroen C-Elysée 1.6 BlueHDi 100. Neste caso, serão mais de 400 exemplares a fazer parte da Brigada de Patrulhamento Territorial da GNR. Também em patrulha, mas no Patrulhamento de Trânsito, existirão também mais de 100 Skoda Superb 2.0TDi 150cv.

No entanto, as jóisa da coroa, que estarão presentes de forma descaraterizada para o combate ao excesso de velocidade, são o Audi A4 3.0TDi 272cv Quattro – ainda com a designação antiga – e o BMW 335d xDrive – ainda da geração F30. Até 2021, a PSP terá ao seu dispor mais de 40 unidades dos familiares médios alemães. Ambos com tração integral e caixa de velocidades automática, sendo o primeiro capaz de acelerar dos 0 aos 100 km/h em 5,3 segundos e o outro em 4,8 segundos. Ambos atingem uma velocidade máxima de 250 km/h, limitada eletronicamente. Não sabemos se o limitador eletrónico será removido das unidades em causa, mas é melhor não ficar a saber por sua experiência.

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Luce, o primeiro Ferrari 100% elétrico já foi revelado

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O Ferrari Luce já foi apresentado ao mundo e, independentemente do seu sucesso comercial, o facto de ser o primeiro modelo totalmente elétrico da marca italiana já faz com que ele tenha o seu lugar na história do construtor de Maranello.


O novo Ferrari Luce chega e promete ser o centro de muitas conversas, primeiro porque é um Ferrari, depois porque é o primeiro 100% elétrico da marca e por fim porque rompe com tudo o que já vimos da marca italiana.

Apresentado em Roma, Itália, na Vela di Calatrava, o Ferrari Luce é um modelo com mais de cinco metros de comprimento que tem ares de Grande Turismo e tem uma lotação de cinco lugares, uma estreia nos modelos de Maranello. O seu desenho tem a assinatura da LoveFrom que é liderada por Sir Jony Ive e Marc Newson, sendo o primeiro o criador do primeiro iPhone quando era o responsável pelo design da Apple.

A Ferrari apostou em desenvolver os principais componentes do Luce “em casa”, com tecnologia e produção própria, de forma a manter a sua independência, exclusividade e controlo de qualidade e isso resultou no registo de mais de 60 patentes neste Luce. Equipado com quatro motores elétricos este Ferrari tem uma potência combinada de 1050 cv e um binário de 990 Nm. O sistema elétrico é de 800 V e a bateria tem 122 kWh de capacidade. Com uma autonomia de 530 quilómetros o Luce acelera dos 0 aos 100 km/h nuns balísticos 2,5 segundos e dos 0 aos 200 km/h em 6,8 segundos tendo uma velocidade máxima de 310 km/h. Estes números são o resultado não apenas da potência e binário da solução motriz, mas também do trabalho aerodinâmico que foi feito e da contenção do peso que, apesar de ser de 2260 kg, resulta da adoção de soluções e materiais que advêm da experiência em competição da Ferrari.

O Ferrari Luce deverá começar a ser comercializado no próximo ano de 2027 e além do “título” de primeiro elétrico da Ferrari, ele também tem outro “título”… o de Ferrari de produção mais caro de sempre pois o seu preço deverá começar nos 550 mil euros.

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Nova plataforma da Stellantis dará para mais de 30 modelos

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O grupo Stellantis revelou que irá ter uma nova plataforma denominada STLA One que virá substituir cinco plataformas já existentes e permitirá produzir 30 modelos das várias marcas que compõem o grupo.


Esta nova plataforma STLA One será lançada em 2027 e destina-se a modelos dos segmentos B, C e D. A modularidade do seu design permitirá ao grupo conseguir uma maior eficiência de custos, na ordem dos 20%, e servirá para mais de 30 modelos diferentes. O grupo estima que até 2035 serão utilizadas 2 milhões destas novas plataforma.

A STLA One vai ser a primeira que foi desenvolvida já para incorporar tecnologias tecnologia steer-by-wire, STLA Brain e STLA SmartCockpit e integra-se no plano da Stellantis para até 2030 ter metade do seu volume de vendas baseado apenas em três plataformas globais diferentes e que permitam uma reutilização de componentes na ordem dos 70%.

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