BMW já revelou o novo i3, o primeiro Série 3 elétrico – Motorguia
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BMW já revelou o novo i3, o primeiro Série 3 elétrico

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O novo BMW Série 3 já vai na oitava geração e esta é a primeira que conta com uma proposta totalmente elétrica, o BMW i3. Trata-se de uma forte aposta do construtor bávaro que assim também marca uma posição ao “eletrificar” o Série 3, modelo que há mais de cinquenta anos é um dos maiores responsáveis pelo sucesso da marca alemã.


Este novo BMW Série 3 100% elétrico dará pelo nome de BMW i3, nada tendo a ver com o “antigo” i3 e assumindo-se como o segundo modelo da nova era da BMW a Neue Klasse que já começou com o BMW iX3. Como seria de esperar este BMW i3 partilha muitos elementos com o o seu “irmão” SUV. A plataforma é a mesma, o sistema elétrico de 800 V é o mesmo e até as baterias são as mesmas. Tal como aconteceu com o iX3, a versão i3 50 xDrive com tração integral também será a primeira a ser comercializada, sendo de esperar futuras opções com menos potência, tração traseira e também as mais potentes com a assinatura “M”.

Este novo BMW i3 conta com dois motores elétricos, um em cada eixo, que em conjunto lhe dão uma potência máxima de 469 cv e um binário de 645 Nm. Alimentado pela bateria de 108 kWh o i3 tem uma autonomia de 900 quilómetros e a sua arquitetura elétrica de 800 V permite-lhe recuperar 400 quilómetros de autonomia em 10 minutos de carregamento.

Fabricado na unidade de Munique, a casa-mãe do Série 3, este i3 deverá entrar em produção no próximo mês de agosto e o seu lançamento no mercado deverá ocorrer mais perto do final do ano. Para já, a marca ainda não avançou com estimativas de preço para este novo BMW i3.

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O Google Maps dos romanos

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O Império Romano foi o grande responsável pela criação de uma importante rede viária que ligava grande parte da Europa a Roma e agora essa rede pode ser consultada ao estilo do Google Maps.


O engenheiro e historiador holandês René Voorburg criou o Omnesviae, uma espécie de Google Maps que permite saber como era a rede viária no tempo dos romanos e até saber qual o melhor trajeto e distância para ir de uma cidade a outra.

Este “navegador” é baseado no trabalho do historiador Richard Talbert sobre a Tabula Peutingeriana, que era uma cópia dos tempos medievais do mapa que mostrava a rede viária oficial do Império Romano, complementado pelo Itinerário Antonino que é outro documento representativo das vias romanas.

No Omnesviae é possível definir o ponto de partida e o destino que tal como no Google Maps ele define o trajeto mais curto considerando as vias existentes na época. Curioso verificar que colocando o nome atual das localidades o Omnesviae quando define o trajeto “traduz” o nome das mesmas para o nome romano (quando possível). Assim de Lisboa a Madrid, segundo o Omnesviae, vamos de Olisipona a Miaccum.

É sabido que todos os caminhos vão dar a Roma, mas se calhar o Omnesviae, que pode consultar aqui, teria dado muito jeito aos habitantes do Império Romano naquele tempo.

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“Fórmula Mágica” arranca hoje no Caramulo

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O Museu do Caramulo abre hoje as portas ao público da sua exposição “Fórmula Mágica” dedicada aos monolugares da Fórmula 1, celebrando os 75 anos da categoria rainha do automobilismo.


Arranca hoje a exposição “Fórmula Mágica” que estará patente até ao dia 18 de outubro em dois pavilhões do complexo do Museu do Caramulo e os visitantes poderão ver ao vivo e a cores alguns dos modelos e objetos que fazem parte da história na Fórmula 1. Como grande destaque está o Lotus 97T com que Ayrton Senna conquistou a primeira vitória da sua carreira no circuito do Estoril em 1985, mas não é o único. Também poderão ser vistos o Ferrari F2005 de Michael Shumacher, o Williams FW14 de Nigel Mansell, o Lotus 100T de Nélson Piquet ou o Benetton B196 de Jean Alesi, entre outros.

Haverá ainda objetos expostos de vários pilotos como Juan Manuel Fangio, Gilles Villeneuve, Niki Lauda, James Hunt ou Alain Prost, por exemplo. A participação portuguesa na Fórmula 1 também marca presença com o Lotus 107B de Pedro Lamy e o Jordan EJ15 de Tiago Monteiro, o carro que deu a melhor classificação de sempre de um piloto português na Fórmula 1, um terceiro lugar em 2005 no Grande Prémio dos Estados Unidos. Além destes bólides, também estão expostos outros objetos destes dois pilotos e também de Nicha Cabral, o primeiro português na Fórmula 1 e de Pedro Matos Chaves.

A exposição segue o mesmo horário do museu, ou seja, está aberta de terça-feira a domingo entre as 10h00 e as 13h00 da parte da manhã e as 14h00 e as 18h00 da parte da tarde. O museu encerra à segunda-feira. O preço dos bilhetes é de 6€ dos 6 aos 15 anos, de 10€ para adultos e de 8,50€ para quem tenha mais de 65 anos. Para mais informações de bilheteira pode consultar a página do Museu do Caramulo aqui.

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