Motos
Miguel Oliveira despede-se do MotoGP com um 11º lugar
A prova valenciana desta temporada de MotoGP foi o último Grande Prémio de Miguel Oliveira na categoria rainha do motociclismo mundial e o português despediu-se com um 11º lugar.
Num fim de semana onde a sua Yamaha não o ajudou na busca pela melhor afinação, Miguel Oliveira não conseguiu ir além da 18ª posição na qualificação. Na Sprint de sábado o piloto de Almada conseguiu apenas subir um lugar e terminou no 17º lugar numa corrida ganha por Aléx Márquez na sua Ducati.
Já no domingo o piloto da Prima Pramac conseguiu extrair mais da sua moto e fez uma corrida como nos habituou várias vezes, ou seja, com um bom ritmo de corrida, consistente e a conseguir subir lugar atrás de lugar na classificação. Assim conseguiu terminar no 11º posto, 7 lugares acima de onde partiu na grelha. No final foi a despedida daquele que até hoje é o melhor piloto português de motociclismo e que levou a bandeira portuguesa a brilhar no lugar máximo do pódio do MotoGP por cinco vezes, algo inédito até então.
A corrida de Valência foi ganha por Marco Bezzecchi na sua Aprilia, sendo seguido por Raul Fernandez e por Fábio Di Giannantonio que fechou o pódio. O campeonato deste ano ficou assim fechado com Marc Márquez Campeão do Mundo (545 pontos), seguido pelo seu irmão Alex Marquez (467 pontos) e Marco Bezzecchi (353 pontos. Miguel Oliveira terminou em 20º lugar com 43 pontos. Agora veremos como será o futuro do piloto de Almada com as cores da BMW no Campeonato Mundial de Superbikes.
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Produtivos mas curtos, assim foram os testes do “Falcão”
Nos dois dias de testes no Autódromo Internacional do Algarve, as equipas foram mais uma vez “traídas” pelas condições meteorológicas que não permitiram mais tempo em pista. Miguel Oliveira lamenta que os testes tenham sido curtos, mas considera que ainda assim foram produtivos.
O São Pedro não foi amigo das equipas que se deslocaram a Portimão para dois dias de testes no AIA presenteando-os com chuva. Além da ROKiT BMW Motorrad de Miguel Oliveira também estiveram presentes as equipas oficiais da Bimota, Ducati, Honda, Kawasaki e Yamaha.
O piloto português ainda fez 40 voltas no circuito algarvio no primeiro dia de testes e o seu melhor tempo foi de 1m41.355s, o que o colocou na quarta posição face aos demais pilotos, sendo Alex Lowes o mais rápido com um tempo de 1m40.622s na sua Bimota.
No final Miguel Oliveira considerou estes dois dias de testes como tendo sido produtivos, pois pelo menos andou com a sua BMW M 1000 RR na pista de Portimão o que lhe permitiu familiarizar-se um pouco, mas devido ao clima acabou por ser um teste que considerou curto.
Notícias Motos
Flying Flea C6 quase no mercado
Aquela que é a aposta da Royal Enfield para entrar no mundo das motos elétricas, está pronta para entrar no mercado. A Flying Flea C6 será a primeira de uma gama de motos elétricas que terão o foco na eficiência energética embrulhada num estilo retro.
Herdando o nome “Flying Flea” da mítica moto de 125cc da Royal Enfiel que foi muito útil para as forças armadas britânicas na Segunda Guerra Mundial, a Royal Enfield criou esta “submarca” que será dedicada apenas a motos 100% elétricas.
O primeiro modelo é a C6 que a marca espera que entre em produção e distribuição ainda neste trimestre. Trata-se de uma moto com um estilo retro nas suas linhas e de aspeto leve e manobrável, ideal para o ambiente urbano com uma boa dose de estilo, o que é sempre relevante. O que também é relevante é o preço que ainda não foi definido para o mercado europeu, mas que no mercado indiano se estima seja de cerca de 2.500 euros, o que a torna numa proposta bem competitiva.
Ainda não há dados técnicos oficiais divulgados pela marca indiana, mas rumores indicam que a bateria terá uma capacidade a rondar os 5 kWh o que lhe dará uma autonomia na ordem dos 100 quilómetros. Além da C6 mais tarde será lançada a S6, que partilha da mesma base mecânica e elétrica mas que tem um estilo scrambler mais aventureiro.


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