Motos
Miguel Oliveira foi 12º na Austrália
O piloto português da Prima Pramac Yamaha voltou a pontuar, desta vez na pista australiana de Philip Island num fim de semana onde as condições climatéricas colocaram muitos desafios aos pilotos devido às baixas temperaturas do asfalto.
Não conseguindo repetir o acesso direto à Q2 como na prova indonésia, Miguel Oliveira não foi além da 16ª posição na qualificação e na corrida Sprint de sábado não conseguiu pontuar, ficando pela 14ª posição, o que de certa forma deixava indicações que poderia conquistar pontos no domingo.
No Grande Prémio, Miguel iria partir da 15ª posição da grelha pois Brad Binder foi penalizado com a perda de três lugares por infração cometida na qualificação, onde havia feito um melhor tempo que o piloto de Almada. Não fazendo uma corrida propriamente de trás para a frente, mas encontrando o seu ritmo e aproveitando os erros de outros pilotos, o português da Yamaha conseguiu ainda assim voltar a pontuar, vendo a bandeira de xadrez no 12º lugar. A vitória foi para Raúl Fernández com a sua Aprilia que assim se estreou a vencer no MotoGP, sendo seguido no pódio por Fabio Di Giannantonio em Ducati e Marco Bezzecchi em Aprilia.
Com este resultado Miguel Oliveira sobe um lugar na classificação geral e é agora 20º com 36 pontos num campeonato cujo título já foi entregue a Marc Marquez. A próxima prova será a última desta temporada no continente asiático e decorrerá entre 24 e 26 de outubro na Malásia.
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FIM vai inaugurar “museu das campeãs”
A Federação Internacional de Motociclismo vai inaugurar oficialmente ao público no próximo dia 18 um museu onde só estão máquinas campeãs de motociclismo, um espaço que promete ser um local de romaria para todos os apaixonados pelas duas rodas.
Dá pelo nome de FIM Racing Motorcycle Museum e está situado nos arredores de Genebra, na Suíça, num edifício que foi no passado a sede da Federação Internacional de Motociclismo (FIM). Neste museu foram reunidas apenas motos que foram campeãs nas várias modalidades do motociclismo e falamos de verdadeiras campeãs, não réplicas. Estas motos foram mesmo conduzidas por campeões e estão repletas de história, vitórias e emoções de várias épocas marcantes do motociclismo mundial.
Neste museu das motos de competição podemos acompanhar a evolução histórica e também técnica ao longo dos tempos. Por exemplo encontramos a vencedora do primeiro Campeonato Mundial de 500cc que se disputou em 1949 e que foi ganho pela AJS Porcupine de Leslie Graham, ou a Honda RC166 de 1967 de Mike Hailwood até às vencedoras das temporadas de 2025 de MotoGP, WSBK, Rally-Raid, EnduroGP ou MXGP, TrialGP e Speedway GP. Todas as grandes categorias de desporto motorizado estão representadas num museu com uma coleção de mais de 40 motos distribuídas por nove espaços temáticos, 49 exposições, um arquivo da FIM e muita memorabilia.
De acordo com Jorge Viegas, o Presidente da FIM, o “Museu de Motociclismo de Competição da FIM é realmente uma coleção notável e passear entre as peças em exposição é como fazer uma viagem pela ilustre história das corridas de motociclismo, desde os seus primórdios até aos dias atuais. Muito mais do que apenas uma exibição de máquinas clássicas, o Racing Motorcycle Museum oferece aos visitantes uma visão valiosa e interativa da herança do desporto que todos amamos, ajudando a desenvolver uma melhor compreensão das emoções e inovações envolvidas”.
Motos
As novas cores de Miguel Oliveira
A nova equipa de Miguel Oliveira já revelou as cores da sua BMW M 1000 RR para a próxima temporada do WSBK, o novo desafio na carreira do piloto de Almada.
A nova equipa de Miguel Oliveira, a ROKiT BMW Motorrad já mostrou a decoração das motos do piloto português e do seu companheiro de equipa, o italiano Danilo Petrucci. As BMW M 1000 RR ostentam uma cor branca predominante, mas o azul e o vermelho também estão presentes reforçando a ligação ao vasto historial de competição da marca bávara.
Além da moto, ficámos também a conhecer o novo capacete Nolan X-804 RS Ultra Carbon de Miguel Oliveira com uma decoração em tons de azul. Já com as cores da moto, do fato e do capacete tal como o veremos em pista, o “Falcão” comentou que está “definitivamente entusiasmado. Não sei bem o que esperar. Sei que vai ser um desafio duro e muito competitivo em toda a grelha. Por isso, o meu objetivo é estar à altura desse desafio e estar o mais preparado possível para lutar pelas posições de topo e tornar a minha adaptação o mais rápida possível, especialmente para me divertir e animar a equipa durante as corridas.”
O Campeonato Mundial de Superbikes começa na Austrália, no circuito de Philip Island no próximo dia 22 de fevereiro e será então que poderemos ver como Miguel Oliveira irá enfrentar este WSBK.


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