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Novo Renault Clio muda radicalmente
Aquela que será a sexta geração do Renault Clio apresenta uma estética radicalmente diferente dos seus antecessores, marcada por uma frente bem distinta e vem tentar manter o sucesso de vendas do atual modelo.
O nome Clio tem sido uma espécie de “cavalo de batalha” da Renault pois ao longo de todas as suas gerações sempre foi um modelo que liderou o seu segmento ou estava na luta por essa liderança. Agora nesta sexta geração a marca gaulesa aposta numa mudança bem marcada na estética do Clio e basta olhar para ele para percebermos que esteticamente as ligações com os seus antecessores são poucas ou nenhumas.
Tudo começa com uma frente com uma grelha marcada não só pelo seu formato como também pelo próprio padrão de losangos que replicam o próprio logótipo. O formato da grelha também define a forma do capot com linhas centrais bem vincadas. Na traseira destacam-se os conjuntos óticos que não são um só elemento, mas sim elementos separados.
No interior as linhas são modernas e estilizadas e a zona dianteira é dominada pelos dois ecrãs de 10,1 polegadas que estão juntos, sendo um para a instrumentação e o outro para informação e entretenimento. Espaçoso quanto baste, este novo Clio tem uma linha de cintura alta na zona dos bancos traseiros o que retira alguma luminosidade e sensação de espaço.
Esta geração do Clio não terá motorizações Diesel e surgirá com um motor a gasolina de três cilindros com 1.2 litros de cilindrada com 115 cv potência que na versão bi-fuel, gasolina e GPL, ascende aos 120 cv de potência. Além destas versões haverá também uma opção híbrida com um motor de 1.8 litros e um motor elétrico que lhe dão uma potência combinada de 159 cv.
A sua chegada ao mercado nacional está prevista para o início do próximo ano e estima-se que os seus preços deverão começar acima dos 22 mil euros, sendo que ainda não há dados concretos sobre isso da parte do construtor gaulês.




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Revelada a silhueta do novo Golf elétrico
Com início da produção previsto para 2028, o novo Golf será a nona geração do mais emblemático modelo da Volkswagen ainda em comercialização. Ainda a dois anos de distância já foi revelada a primeira imagem deste novo Golf.
A próxima geração do Volkswagen Golf será totalmente elétrica e a sua produção será na histórica fábrica de Wolfsburgo que viu o primeiro Golf I, desenhado pelo italiano Giorgietto Giugiaro, sair das suas linhas de montagem em 1974. Agora, oito gerações depois, a fábrica desta cidade alemã vai ser o berço também da nona geração do Golf que deverá ser um modelo totalmente elétrico e que irá estrear a nova plataforma Scalable Systems Platform (SSP que substituirá a atual MEB).
Foi após uma reunião dos representantes dos trabalhadores com a administração da Volkswagen que Daniella Cavalo, a voz máxima dos trabalhadores, revelou a imagem com a silhueta do novo Golf IX referindo que “o Golf representa quase tudo para a cidade, a fábrica, a marca e o grupo. Precisamente por representar o que representa, este automóvel continuará a fabricar-se em Wolfsburgo, que está a preparar-se para a produção da nona geração”.
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Em 2030 Renault quer vender apenas elétricos na Europa
A Renault apresentou o seu plano estratégico para os próximos anos e revelou a sua intenção de em 2030 vender apenas modelos elétricos no mercado europeu.
Apelidado de futuREady, este plano estratégico da Renault para 2026-2030 estabelece o objetivo de vender mais de dois milhões de veículos por ano e para conseguir esse patamar a marca francesa prevê o lançamento de 22 novos modelos na Europa, 16 dos quais serão 100% elétricos e ainda mais outros 14 para os restantes mercados em todo o mundo. No espaço europeu o construtor francês quer chegar a 2030 e ter uma gama composta apenas por veículos sem motores a combustão ou seja totalmente elétricos.
Além dos novos modelos planeados, a Renault também irá apostar mais na Inteligência Artificial para melhorar o seu desempenho e ser ainda mais competitiva. Irá desenvolver uma nova plataforma para modelos elétricos que considera a utilização de um extensor de autonomia denominada RGEV médium 2.0 e que terá uma importância substancial pois permitirá reduzir os custos face aos modelos atualmente produzidos e comercializados.
Em relação a este plano estratégico, o CEO do Grupo Renault, François Provost refere que “tornar-se o fabricante automóvel de referência na Europa significa estabelecer a ambição de conceber e produzir na Europa produtos que sejam os melhores da sua classe em termos de atratividade, tecnologia e competitividade. Num ambiente cada vez mais competitivo, isso significa combinar desempenho e inovação com resiliência e força robusta. É disso que se trata o futuREady”.
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