Comerciais
Ford Trucks e TotalEnergies assinam uma aliança estratégica
Durante os próximos cinco anos, a Ford Trucks e a TotalEnergies irão oferecer às frotas europeias da Oval produtos e serviços de alta qualidade, adaptados às necessidades específicas dos seus veículos e do mercado local.
Na sequência de processos de desenvolvimento e testes efectuados pela TotalEnergies e pelo Desenvolvimento de Produto da Ford Trucks, foi desenvolvido um óleo de motor especialmente formulado para os motores Ecotorq da Ford Trucks: Rubia Optima 4300 XFE 5W-20. Este lubrificante avançado assegura uma proteção ótima do motor, uma maior eficiência energética e uma vida útil mais longa do motor, alinhando-se perfeitamente com as necessidades dos veículos pesados modernos.
Além disso, o Rubia OPTIMA 3500 FE 5W30, que faz parte da gama OPTIMA, continua a ser utilizado nos motores Ecotorq da Ford Trucks e continua a ser uma alternativa viável.
“É mais um importante passo em frente no objetivo da Ford Trucks de oferecer soluções de transporte inovadoras e eficientes.”
“Estamos muito satisfeitos por anunciar esta parceria com a TotalEnergies, pois é mais um importante passo em frente no objetivo da Ford Trucks de oferecer soluções de transporte inovadoras e eficientes. Com a introdução dos lubrificantes TotalEnergies, estamos a oferecer aos nossos clientes uma solução alternativa que se alinha com a evolução das expectativas,” afirma Emrah Duman, Vice-Presidente da Ford Trucks.
Jean Parizot, Vice-Presidente Automóvel da TotalEnergies Lubricants, afirmou estar “muito orgulhoso desta nova parceria” e sublinhou que, através desta colaboração, “a TotalEnergies Lubricants e a Ford Trucks pretendem oferecer aos operadores e condutores uma solução abrangente e de elevado desempenho que satisfaça as normas exigentes do sector dos transportes e da logística”.
A primeira fase desta aliança abrange 26 países na Europa e tem como objetivo oferecer soluções inovadoras na região. Esta aliança estratégica também planeia expandir-se para a Ásia-Pacífico, o Médio Oriente e África, para responder às necessidades crescentes de soluções de manutenção e desempenho nestes mercados.
Comerciais
IVECO apresenta serviço para recuperar veículos roubados
A IVECO apresentou o Stolen Vehicle Assistance, um serviço inovador desenvolvido para recuperar veículos comerciais roubados no menor tempo possível. Integrada no ecossistema digital IVECO ON, esta solução liga-se diretamente a um centro de segurança disponível 24 horas por dia, reforçando a proteção das frotas.
Num contexto em que o roubo de veículos comerciais tem vindo a aumentar — com um risco significativamente superior ao dos automóveis ligeiros —, a marca aposta numa abordagem preventiva e tecnológica. Para empresas e profissionais, a perda de um veículo como a IVECO Daily representa não só um problema de segurança, mas também interrupções operacionais e custos inesperados.

O novo sistema utiliza inteligência artificial para detetar comportamentos suspeitos e recorre a tecnologia de geofencing, que permite definir perímetros de segurança virtuais. Sempre que é identificado um risco, o sistema ativa automaticamente um protocolo de resposta, coordenado por um centro de segurança em parceria com a Targa Telematics, em articulação com as autoridades europeias.
Segundo a marca, este modelo permite alcançar taxas de recuperação que podem chegar aos 90%, reduzindo significativamente os tempos de inatividade e o impacto financeiro associado ao roubo. Os utilizadores mantêm ainda controlo total através da plataforma digital ou aplicação móvel dedicada.
Espanha é o primeiro mercado a receber esta tecnologia, estando prevista a sua expansão gradual para outros países europeus. Com esta solução, a IVECO reforça a aposta em serviços digitais avançados, combinando conectividade e segurança para apoiar a continuidade das operações no setor do transporte profissional
Comerciais
Portagens para camiões na UE passam a depender das emissões de CO₂ já este ano
A partir de 1 de julho de 2026, alguns países da União Europeia começarão a calcular as portagens para camiões tendo em conta as emissões de CO₂ dos veículos. A medida faz parte da revisão da Diretiva Eurovinheta, que regula a forma como os Estados-Membros podem estruturar os sistemas de portagem para o transporte rodoviário de mercadorias.
Com esta alteração, o custo de utilização de determinadas infraestruturas passará a variar de acordo com o nível de emissões de cada veículo pesado. Na prática, o novo sistema reforça o princípio de que quem mais polui paga mais, incentivando a utilização de camiões mais eficientes e com menor impacto ambiental.
A revisão da diretiva introduz definições mais claras para classificar os veículos, incluindo categorias como veículos de emissões zero, veículos pesados de baixas emissões, bem como novos critérios para a trajetória de redução de emissões e para os valores de referência de CO₂. Estas classificações servirão de base para definir as tarifas de portagem aplicadas pelos diferentes países.
O Conselho da União Europeia pretende também harmonizar a aplicação das regras entre os Estados-Membros, propondo calendários mais claros para a introdução de novos grupos de veículos ou para a atualização dos valores de emissões de referência. O objetivo é evitar interpretações diferentes entre países e garantir maior segurança jurídica ao setor do transporte rodoviário.
Outro tema em análise é o dos camiões retroadaptados, ou seja, veículos que recebem melhorias técnicas para reduzir as emissões, como atualizações de software ou modificações mecânicas. Atualmente, mesmo após estas melhorias, os camiões não podem alterar a sua classificação ambiental nos sistemas de portagem. Por isso, o Conselho pediu à Comissão Europeia que estude a possibilidade de rever esta regra, especialmente no caso de veículos elétricos adaptados, num prazo de dois anos.
Durante as negociações foi também analisada uma proposta para reduzir as portagens de camiões que utilizem reboques mais eficientes do ponto de vista ambiental. No entanto, a medida acabou por não ser incluída, devido à complexidade administrativa e técnica que poderia trazer aos sistemas de teleportagem e aos contratos de concessão já existentes.
O próximo passo será a negociação com o Parlamento Europeu, que terá de definir a sua posição sobre a revisão da diretiva. Após esse processo, as instituições europeias deverão acordar o texto final da legislação.
Para o setor do transporte e da logística, esta mudança poderá ter impacto direto nos custos operacionais. Ao mesmo tempo, a nova política pretende incentivar a renovação das frotas e a redução das emissões, transformando as portagens numa ferramenta para acelerar a transição energética no transporte rodoviário pesado.
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