Mercedes lança o AMG GT 63 PRO para colecionadores – Motorguia
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Mercedes lança o AMG GT 63 PRO para colecionadores

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Foi neste último Grande Prémio de Singapura que A Mercedes lançou o AMG GT 63 PRO, cerimónia que contou com a participação dos pilotos de Fórmula 1 Lewis Hamilton e George Russel.



Este Mercedes-AMG GT 63 PRO 4MATIC+ “Motorsport Collectors Edition” é uma edição limitada a apenas 200 unidades que foi buscar muita da sua inspiração à equipa de Fórmula 1 PETRONAS F1. Equipado com um motor V8 biturbo com 4.0 litros de capacidade capaz de debitar 612 cv de potência este desportivo foi apenas alvo de alterações a nível estético.

Nesse campo destaca-se de imediato a decoração com uma pintura em preto Obsidian com riscas inspiradas na equipa PETRONAS e estrelas prateadas pintadas à mão que formam um padrão na zona traseira. Além disso conta com uma asa traseira, um difusor traseiro e um spoiler dianteiro, tudo em fibra de carbono. As jantes de 21 polegadas são em preto mate e contam com pneus Michelin Pilot Sport Cup 2R com a medida 295/30 ZR 21 na dianteria enquanto que atrás são uns 305/30 ZR 21.

O interior também recebeu uns bancos de competição e um volante ambos da AMG Performance. As costuras são na cor da equipa PETRONAS e os encostos de cabeça têm a referência AMG gravada. Além de vários elementos em fibra de carbono, este coupé conta ainda com iluminação específica nas embaladeiras também ela com inspiração PETRONAS.

Este Mercedes-AMG GT 63 PRO 4MATIC+ “Motorsport Collectors Edition” é uma edição limitada, mas algumas unidades estão reservadas para o mercado nacional sendo que a marca ainda não divulgou o seu preço final.

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O adeus à AC Schnitzer

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A AC Schnitzer deverá encerrar as portas até ao final deste ano, pondo assim um fim a quase 40 anos de preparações para modelos da BMW, Mini e também Toyota que tornavam os mesmos ainda mais entusiasmantes e exclusivos.


Fundada em 1987 na cidade de Aachen, na Alemanha, por Herbert Kohl e Willi Lammert, a AC Schnitzer ganhou o seu espaço no mundo dos preparadores com o seu trabalho em modelos da BMW, Mini e Toyota em que aprimorava e refinava as suas prestações ao mesmo tempo que esteticamente os tornava ainda mais exclusivos e apelativos.

Agora a AC Shnitzer vai fechar portas devido essencialmente ao aumento do preço das matérias primas, à redução do interesse por parte do mercado nos seus produtos e também pelo tempo perdido nos processos necessários para que as suas soluções sejam regulamentadas e homologadas pelas entidades competentes nessa matéria. De acordo com as palavras do seu diretor, Rainer Vogel, “se só conseguirmos lançar os nossos componentes no mercado oito ou nove meses depois da concorrência, não temos capacidade para competir no mercado.” Além disso, reforça que “não fomos bem-sucedidos em inspirar os clientes mais jovens a apreciar a condução desportiva da mesma forma que a geração dos seus pais o fez.”

O nome AC Shnitzer poderá não desaparecer do universo automóvel uma vez que é um nome que poderá interessar a muitos e a sua venda está em cima da mesa, mas fica a dúvida sobre se e como irá ressurgir no mercado.

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Mais radares de velocidade média

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O governo tem a intenção de colocar mais 12 radares de velocidade média nas estradas portuguesas com o objetivo de reduzir a sinistralidade e o número de vítimas mortais e de feridos graves.


Até ao final de 2026 o governo pretende instalar mais 12 radares de velocidade média em várias estradas e essa iniciativa foi anunciada por Rui Rocha, o Secretário de Estado da Proteção Civil, após uma cerimónia de assinatura de um protocolo entre a Autoridade Nacional de Segurança Rodoviária (ANSR) e a Lusoponte, empresa que faz a gestão das duas pontes sobre o rio Tejo. Esse protocolo insere-se na iniciativa “Visão Zero – Mais Cidadania para as Estradas de Portugal” que se integra na estratégia europeia para a redução da sinistralidade e do número de mortos e feridos graves em 50% até 2030.

A localização dos novos radares ainda não foi definida e segundo o Secretário de Estado, “estamos a fazer esta avaliação através da ANSR para garantir que estes pontos de controlo sejam encarados como instrumentos de prevenção e que levem os condutores a cumprir as regras estabelecidas”.

Rui Rocha também referiu que em conjunto com a área do governo responsável pela digitalização está a ser analisada uma maior aposta na utilização da inteligência artificial para gerir o tráfego, auxiliar na prevenção de acidentes e também melhorar a resposta das autoridades aos mesmos.

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