Ford Transit MS-RT promete trabalhar com estilo – Motorguia
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Ford Transit MS-RT promete trabalhar com estilo

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Ao mesmo tempo que revelou a sua nova Ranger MS-RT, a Ford apresentou, também, uma versão radical da icónica Transit.



Desenvolvida com base na Transit Custom, a nova versão MS-RT destaca-se pelo seu estilo exterior inspirado na competição, uma especificação interior exclusiva e uma vasta gama de motores disponíveis, incluindo Diesel, híbrido plug-in e 100% elétrico.
Por fora, a Transit Custom MS-RT apresenta um para-choques dianteiro totalmente novo e com spoiler integrado, saias laterais desportivas e uma traseira mais “racing” igualmente nova, incluindo um para-choques com difusor integrado. O spoiler traseiro de inspiração no mundo das corridas foi otimizado através de simulações em computador para permitir um fluxo de ar ideal. A versão elétrica a bateria possui uma faixa de luz LED adicional a toda a largura entre os faróis traseiros.

As jantes de liga leve são de 19 polegadas e contam com acabamento antracite. Contribuem para o aumento da largura das vias, bem como para a redução do peso não amortecido em cerca de 1 kg por cada “canto”. Os pneus Goodyear Eagle Sport 235/45, bem como uma plataforma totalmente nova – com suspensão traseira independente – melhoram ainda mais o conforto e o comportamento dinâmico da mais recente geração da Transit Custom.
A versão E-Transit Custom MS-RT, elétrica a bateria, apresenta a potência mais elevada de qualquer Transit Custom até à data, com um motor elétrico de 210 kW (285 CV) a propulsionar as rodas traseiras. Os modos de condução selecionáveis também permitem regular a potência para 160 kW no modo Normal (82 CV) e para 100 kW (136 CV) no modo Eco.
O motor Diesel EcoBlue de 2,0 litros está disponível com 170 CV – associado a uma caixa automática de oito velocidades e com tração integral inteligente opcional – bem como numa versão com transmissão manual de seis velocidades com 150 CV e tração dianteira. A variante híbrida plug-in de 239 CV inclui um motor a gasolina de 2,5 litros e uma bateria de 11,8 kWh.

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IVECO apresenta serviço para recuperar veículos roubados

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A IVECO apresentou o Stolen Vehicle Assistance, um serviço inovador desenvolvido para recuperar veículos comerciais roubados no menor tempo possível. Integrada no ecossistema digital IVECO ON, esta solução liga-se diretamente a um centro de segurança disponível 24 horas por dia, reforçando a proteção das frotas.

Num contexto em que o roubo de veículos comerciais tem vindo a aumentar — com um risco significativamente superior ao dos automóveis ligeiros —, a marca aposta numa abordagem preventiva e tecnológica. Para empresas e profissionais, a perda de um veículo como a IVECO Daily representa não só um problema de segurança, mas também interrupções operacionais e custos inesperados.


O novo sistema utiliza inteligência artificial para detetar comportamentos suspeitos e recorre a tecnologia de geofencing, que permite definir perímetros de segurança virtuais. Sempre que é identificado um risco, o sistema ativa automaticamente um protocolo de resposta, coordenado por um centro de segurança em parceria com a Targa Telematics, em articulação com as autoridades europeias.

Segundo a marca, este modelo permite alcançar taxas de recuperação que podem chegar aos 90%, reduzindo significativamente os tempos de inatividade e o impacto financeiro associado ao roubo. Os utilizadores mantêm ainda controlo total através da plataforma digital ou aplicação móvel dedicada.

Espanha é o primeiro mercado a receber esta tecnologia, estando prevista a sua expansão gradual para outros países europeus. Com esta solução, a IVECO reforça a aposta em serviços digitais avançados, combinando conectividade e segurança para apoiar a continuidade das operações no setor do transporte profissional

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Portagens para camiões na UE passam a depender das emissões de CO₂ já este ano

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A partir de 1 de julho de 2026, alguns países da União Europeia começarão a calcular as portagens para camiões tendo em conta as emissões de CO₂ dos veículos. A medida faz parte da revisão da Diretiva Eurovinheta, que regula a forma como os Estados-Membros podem estruturar os sistemas de portagem para o transporte rodoviário de mercadorias.

Com esta alteração, o custo de utilização de determinadas infraestruturas passará a variar de acordo com o nível de emissões de cada veículo pesado. Na prática, o novo sistema reforça o princípio de que quem mais polui paga mais, incentivando a utilização de camiões mais eficientes e com menor impacto ambiental.

A revisão da diretiva introduz definições mais claras para classificar os veículos, incluindo categorias como veículos de emissões zero, veículos pesados de baixas emissões, bem como novos critérios para a trajetória de redução de emissões e para os valores de referência de CO₂. Estas classificações servirão de base para definir as tarifas de portagem aplicadas pelos diferentes países.

O Conselho da União Europeia pretende também harmonizar a aplicação das regras entre os Estados-Membros, propondo calendários mais claros para a introdução de novos grupos de veículos ou para a atualização dos valores de emissões de referência. O objetivo é evitar interpretações diferentes entre países e garantir maior segurança jurídica ao setor do transporte rodoviário.

Outro tema em análise é o dos camiões retroadaptados, ou seja, veículos que recebem melhorias técnicas para reduzir as emissões, como atualizações de software ou modificações mecânicas. Atualmente, mesmo após estas melhorias, os camiões não podem alterar a sua classificação ambiental nos sistemas de portagem. Por isso, o Conselho pediu à Comissão Europeia que estude a possibilidade de rever esta regra, especialmente no caso de veículos elétricos adaptados, num prazo de dois anos.

Durante as negociações foi também analisada uma proposta para reduzir as portagens de camiões que utilizem reboques mais eficientes do ponto de vista ambiental. No entanto, a medida acabou por não ser incluída, devido à complexidade administrativa e técnica que poderia trazer aos sistemas de teleportagem e aos contratos de concessão já existentes.

O próximo passo será a negociação com o Parlamento Europeu, que terá de definir a sua posição sobre a revisão da diretiva. Após esse processo, as instituições europeias deverão acordar o texto final da legislação.

Para o setor do transporte e da logística, esta mudança poderá ter impacto direto nos custos operacionais. Ao mesmo tempo, a nova política pretende incentivar a renovação das frotas e a redução das emissões, transformando as portagens numa ferramenta para acelerar a transição energética no transporte rodoviário pesado.

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