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VW mostra no estádio de desenvolvimento da Amarok

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Desenhado e concebido na Alemanha e na Austrália, e construído na África do Sul, o novo Amarok quer voltar a ocupar a sua posição no topo do segmento B das pick-up cabina dupla, com especificações de topo e um leque muito mais alargado de ajudas à condução do que o seu antecessor.



Alguns dos primeiros modelos da nova pick-up já estão a circular camuflados em testes na Europa. O design inovador deste veículo é claramente Amarok. A um poderoso exterior junta-se um interior de alta qualidade. Apesar da camuflagem, já é possível perceber como as dimensões mudaram: com 5.350 mm de comprimento, o modelo é 100 mm mais comprido do que o seu antecessor.

A distância entre eixos de 3.270 mm cresce 175 mm, como resultado, há mais espaço para os passageiros. A carga útil também aumentou até 1,2 toneladas, e agora é possível ter a capacidade máxima de reboque de 3,5 toneladas em mais variantes de motor/caixa de velocidades. Até a capacidade de travessia com água melhorou, permitindo uma maior profundidade.

Dependendo das variantes de motor/caixa de velocidades e do mercado, os motores disponíveis serão dois diesel diferentes com quatro a seis cilindros e com a cilindrada de 2,0 a 3,0 litros, sempre com tração integral inserível ou permanente. Uma grande variedade de modos de condução pré-configurados, auxilia o condutor, incluindo em situações fora de estrada. A segurança reforçada é conseguida por mais de 30 sistemas de assistência ao condutor, dos quais mais de 20 são completamente novos no Amarok.

A nova pick-up Volkswagen também é impressionante vista de trás. O largo portão traseiro é emoldurado pelas luzes traseiras em LED, e a palavra ‘Amarok’ está gravada em relevo em toda a sua largura. Tal como no modelo anterior, também o novo Amarok tem espaço suficiente entre as cavas das rodas para que uma europalete seja carregada de lado e presa aos robustos anéis de amarra (+120 cm).

Com os seus comandos intuitivos, cockpit digital e ecrã de infotainment ao estilo de um tablet, o interior do Amarok tem uma aparência funcional e de qualidade. Tais detalhes sublinham o caráter premium da pick-up. Como é o caso de um sistema de som exclusivo, as superfícies de couro no painel de instrumentos e os painéis das portas com costuras decorativas distintas. O posicionamento premium do veículo verifica-se também nos bancos.

Estarão disponíveis seis níveis de acabamento no novo Amarok: a versão básica ‘Amarok’. Seguem-se as versões ‘Life’ e ‘Style’. No topo de gama estarão disponíveis, a versão ‘PanAmericana’, a ‘Aventura’, além da exclusiva versão “R”.

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França moderniza exército com camiões Zetros by Arquus

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A França adjudicou à Arquus e à Daimler Truck o contrato PL6T para o fornecimento de 7.000 camiões militares Zetros, dando um passo decisivo na modernização da sua frota logística para operações de alta intensidade.

O ambicioso programa, atribuído pelo Ministério das Forças Armadas francês, prevê a produção e entrega, ao longo dos próximos 10 anos, de camiões militares de nova geração destinados ao Exército Francês, no âmbito do reforço das capacidades logísticas e operacionais face a cenários de elevada exigência tática.

O modelo selecionado é o novo Zetros by Arquus, apresentado em outubro de 2025 no Forum Entreprises Défense, em Versailles-Satory. Esta solução resulta da combinação da plataforma Zetros da Mercedes-Benz, desenvolvida pela Daimler Truck, com a integração, militarização e suporte em serviço assegurados pela Arquus.

O veículo assenta num chassis 6×6 com a cabina posicionada atrás do eixo dianteiro, adaptado aos padrões do Exército Francês, e é equipado com o motor Mercedes-Benz OM 460 Euro 3, reconhecido pela sua fiabilidade mesmo com combustíveis de baixa qualidade.

Conta ainda com transmissão automática com conversor de binário, uma altura otimizada para mobilidade tática em ambientes como florestas, túneis ou zonas urbanas, e uma capacidade de carga útil de seis toneladas, permitindo múltiplas configurações. O design do camião favorece igualmente a integração de cabinas protegidas, graças a uma distribuição equilibrada do peso entre eixos.


O contrato contempla uma frota versátil, com diferentes variantes destinadas a responder a várias missões logísticas e operacionais, incluindo camiões de transporte de carga e de tropas, unidades equipadas com grua, guinchos ou carroçarias específicas, bem como veículos-abrigo e configurações personalizadas consoante a missão. Todo o conjunto beneficiará de um suporte completo ao longo do ciclo de vida, liderado pela Arquus, com o apoio técnico e de fornecimento de peças assegurado pela Daimler Truck.

A nível industrial, o programa representa um compromisso franco-alemão significativo. A produção dos veículos base será repartida entre as unidades da Daimler Truck em Wörth am Rhein, na Alemanha, e Molsheim, em França, enquanto a militarização, a integração de sistemas e as operações de manutenção ficarão a cargo das instalações da Arquus em Limoges, Garchizy e Saint-Nazaire.

Esta organização contribuirá para a criação de emprego e para a preservação do know-how industrial francês. Em paralelo, a Daimler Truck França disponibilizará a sua rede de mais de 150 pontos de venda e assistência no país, garantindo um suporte local sólido e sustentável a longo prazo.

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Megacamiões vão crescer em peso e comprimento em Portugal

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Os chamados gigaliners, também conhecidos como megacamiões, vão passar a circular em Portugal com dimensões significativamente superiores às atuais. O Governo decidiu rever o regime aplicável aos veículos euro-modulares, abrindo a porta à utilização de camiões mais compridos e mais pesados na rede rodoviária nacional, numa medida que aproxima a legislação portuguesa das regras já em vigor em Espanha.

A decisão está integrada no Plano Mobilidade 2.0, aprovado em Conselho de Ministros, e prevê a atualização dos limites máximos de comprimento e peso destes veículos. Com a revisão agora anunciada, os supercamiões poderão atingir até 32 metros de comprimento, um aumento de quase sete metros face ao limite atual, bem como um peso máximo de 72 toneladas, quando atualmente estão limitados a 60 toneladas.

Os gigaliners, que já são utilizados por várias empresas a operar em Portugal — desde o setor florestal até à indústria automóvel — têm hoje um comprimento máximo de 25,25 metros. A alteração permitirá aumentar a capacidade de transporte por viagem, reforçando a eficiência logística em diferentes setores da economia.

A revisão do regime contempla ainda a possibilidade de estes veículos efetuarem o transporte de matérias perigosas, como combustíveis, embora apenas em percursos previamente definidos. Um dos exemplos referidos pelo Governo é o abastecimento do Aeroporto Humberto Delgado, em Lisboa, atualmente dependente do transporte rodoviário de combustível devido à inexistência de um pipeline dedicado.

Segundo o ministro das Infraestruturas e Habitação, Miguel Pinto Luz, o aeroporto é atualmente abastecido por cerca de 44 mil viagens anuais de camiões de combustível. Com a utilização de veículos de maior capacidade, esse número poderá ser reduzido para cerca de metade, aliviando a pressão sobre a infraestrutura, que continuará em funcionamento durante a próxima década.

O Executivo sublinha que esta medida tem como objetivo gerar ganhos de eficiência económica e ambiental, ao permitir transportar maiores volumes com menos viagens. A redução do número de deslocações contribui não só para a diminuição dos custos operacionais das empresas, mas também para a redução das emissões poluentes associadas ao consumo de combustível.

Outro dos argumentos apresentados pelo Governo prende-se com a necessidade de harmonizar a legislação portuguesa com a espanhola, eliminando limitações à circulação de gigaliners entre os dois países. Até agora, as diferenças regulamentares colocavam entraves à operação dos supercamiões espanhóis em Portugal e criavam desvantagens para os operadores nacionais em território espanhol.

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