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Café pode ser o plástico do futuro nos carros
A busca por alternativas aos materiais com origem nos combustíveis fósseis está mais viva do que nunca e criar uma solução válida para os plásticos utilizados na indústria automóvel é uma área que tem tido muita pesquisa e desenvolvimento.
A McDonald’s e a Ford estão a trabalhar em conjunto para desenvolver um tipo de bioplástico com base em café. Esta alternativa utiliza as pequenas cascas que sobram do café quando este é torrefeito e que até agora são apenas sobras e desperdício.
A McDonald’s é uma das grandes produtoras de café, como é compreensível, e em parceria com a Ford, um dos maiores construtores automóveis a nível mundial e já conseguiram que esta solução alternativa fosse utilizada para a construção dos suportes das óticas e vários plásticos que normalmente se encontram no habitáculo dos veículos.
O processo de fabrico passa pelo aquecimento das cascas de café num ambiente com pouco oxigénio para que estas não entrem em combustão, sendo então misturadas com uma menor parte de plástico formando pequenos pellets que são depois utilizados para o fabrico das peças.
O resultado é um material mais leve em cerca de 20% e ao ser aplicado nos suportes das óticas que são sempre peças de alguma dimensão e sujeitas às temperaturas elevadas das lâmpadas constatou-se que este material tem um melhor comportamento que o plástico normal.
Além de tudo isto a produção deste plástico com base em café consome menos energia o que o torna também vantajoso no processo de fabrico.
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Smart mostra mais um pouco do novo #2
A Smart revelou novas imagens do Smart #2 que será irá recuperar o conceito do ForTwo e que deverá ser apresentado ao público no Saláo de Paris que terá lugar em outubro.
A Smart vai voltar a apostar no formato que lhe deu origem, um pequeno citadino de dois lugares que no atual alinhamento da marca será apelidado de #2 e virá trazer de volta uma proposta com as mesmas características do ForTwo do passado.
Este novo Smart #2 será um modelo exclusivamente elétrico e terá uma autonomia que deverá rondar os 300 quilómetros. Estima-se que a sua bateria tenha uma capacidade de 35,7 kWh e o novo Smart #2 deverá poder carregar a mesma dos até aos 80% em apenas 20 minutos.
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O primeiro Ferrari Luce vai a leilão
O Ferrari Luce com o “chassis 0” vai a leilão pela conceituada leiloeira RM Sotheby’s e o montante da licitação vencedora será doado à Ferrari Foundation, entidade de solidariedade dedicada à área da educação.
Após ter sido revelado, o Ferrari Luce, o primeiro modelo da marca italiana totalmente elétrico não foi nada consensual, mas ao mesmo tempo esse facto também lhe dá uma “aura” própria. Na próxima Monterey Car Week que terá lugar da costa californiana, nos Estados Unidos, haverá o leilão da RM Sotheby´s que decorrerá entre 13 e 15 de agosto e um dos modelos a ser licitado é o primeiro Ferrari Luce que foi produzido, o “chassis 0”. Esta unidade além de ser a primeira, é também especial pois tem uma cor Madreperla Semi-Gloss única deste modelo, jantes brancas e também as pinças de travão e o símbolo do “Cavalino Rampante” em branco.
Este Ferrari Luce “chassis 0” irá ser leiloado sem reserva e estima-se que possa ascender a um valor perto do milhão de euros.


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