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Como limpar bem o para-brisas

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O inverno é a estação do ano em que muitos automobilistas se arrependem de não ter limpo bem o para-brisas pois por causa do frio e da humidade é comum que este embacie com facilidade e torne a condução mais difícil pela perda de visibilidade.



Mesmo colocando o ar condicionado no máximo em modo de desembaciamento é por vezes difícil que o para-brisas fique limpo por muito tempo pois a sujidade e algumas gorduras dificultam a tarefa do desembaciamento.

Assim para evitar este contratempo que além de incomodativo é um fator que reduz a segurança pois diminui a visibilidade do condutor, aqui lhe deixamos alguns conselhos para limpar corretamente o para-brisas:

Começar por fora
Limpar bem o para-brisas começa pelo exterior. Utilizando um líquido limpa vidros borrife na maior área possível e com um pano limpe o vidro com movimentos verticais. Insista nos locais onde a sujidade pode ser mais resistente, como nos dejetos das aves ou nos restos de insetos que se acumulam. Aproveite para ver o bom estado das escovas limpa para-brisas e se for caso disso troque-as. Com o exterior bem limpo, torna-se mais fácil limpar o interior pois ficamos a saber que a sujidade que eventualmente se veja não está do lado de fora.

Cuidar do interior
Antes de começar a limpar a parte de dentro do para-brisas cubra os plásticos do tablier para os proteger dos borrifos do produto de limpeza de vidros. Utilize um pano bem limpo e de preferência de microfibras pois são mais eficazes na remoção da sujidade. Em vez de borrifar o produto de limpeza diretamente no vidro faça-o no pano, assim não espalha produto pelo ar e corre menos riscos que este acerte nos plásticos do habitáculo o que os pode danificar no futuro.
Limpe bem o para-brisas de forma a que não reste nenhuma mancha de gordura ou nenhum canto por limpar. Assim o trabalho do ar condicionado quando é necessário desembaciar o vidro torna-se mais fácil, rápido, eficaz e duradouro.

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Cuidados a conduzir com chuva

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Com a chegada da chuva o ambiente rodoviário muda consideravelmente e requer mais cuidados na condução de forma a evitar percalços e a garantir a sua segurança e a dos outros.



Com as primeiras chuvas as condições do piso mudam substancialmente. As primeiras águas que caem sobre o asfalto misturam-se com o óleo, gasóleo e demais resíduos que estão no asfalto e formam aquela película “espumosa” que prejudica substancialmente a aderência do veículo.

É um período particularmente propício a acidentes pois os condutores ainda estão a conduzir em “modo verão”, ou seja, muito confiantes na aderência típica de um piso seco, mas que entretanto mudou radicalmente.

Além deste período inicial, conduzir com chuva requer sempre uma mudança no comportamento ao volante. A aderência diminui com a presença da água, mas também a visibilidade fica substancialmente prejudicada tanto pela água no exterior do veículo como pela condensação no seu interior que embacia as superfícies vidradas.

Assim, o condutor deve:

Assegurar-se do bom estado dos pneus

Os pneus são o único elo de ligação do veículo à estrada, por isso devem estar nas melhores condições. Verifique o estado do piso, se não está gasto ou degradado e confirme também a pressão, certifique-se que está correta.

Ver bem e ser bem visto

Confirme também que todas as luzes do seu veículo estão a funcionar e com boa intensidade. Assim garante que de noite tem uma melhor visibilidade, mas ao mesmo tempo também assegura que a sua presença está bem evidente para os demais utentes da via.

Verificar o estado das escovas

Ver bem é determinante em tempo de chuva, por isso veja se as escovas limpa para-brisas estão em boas condições, se a borracha continua flexível e se não está quebradiça ou com falhas.

Adequar a sua condução

Com o piso molhado deve adequar a sua condução às condições do momento. Pelo menos duplicar a distância de segurança para o veículo da frente, ganhando tempo de reação. Evitar movimentos bruscos no volante, nas acelerações ou travagens. Conduza de forma suave e atenta.

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Sabe porque os cães perseguem os carros?

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É comum circular numa estrada, seja nacional ou local e de repente um cão surgir do nada e começar a correr atrás do nosso veículo, seja ele um automóvel ou uma moto. Sabe porque é que isso acontece?



Esse fenómeno é simples de explicar: trata-se apenas do instinto dos cães de perseguir a “presa” que vão “caçar”. O veículo é o seu alvo e eles perseguem-no. Mesmo que não o apanhem, é irresistível para alguns cães fazê-lo. É instintivo.

Como condutor não há forma de evitar a perseguição, mas se for o dono do animal e este tiver essas tendências de “caçador de automóveis” então pode contrariar este comportamento através do treino.

Treinando o seu cão antes que o momento da perseguição comece, desviando o seu foco, recompensando-o por isso e também. Além disso, reforçando o treino da ordem “fica” pode contrariar o instinto da perseguição. Quando consolidar esta ordem com o cão pode sempre testar e pedir a alguém, amigo, ou familiar que passe com o carro por perto para testar se o seu cão deixou de reagir ao estímulo da perseguição.

Como é natural manter o cão controlado por uma trela vai reduzir o seu raio de ação e ao mesmo tempo mantê-lo junto de si, tornando mais fácil o seu controlo.

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