Em março, a Daimler AG anunciou a venda de 50% da Smart ao grupo chinês, Geely, numa tentativa de rentabilizar a marca de automóveis citadinos.
Segundo anunciado pelo grupo alemão, trata-se de uma “joint-venture”, que tem como objetivo desenvolver novos modelos, principalmente no que toca à mobilidade elétrica. Na verdade, isto é a recuperação do que a smart era quando foi fundada, em 1994, pela Daimler e pela conhecida marca de relógios, Swatch.
Mas antes do desenvolvimento dos primeiros modelos, esta parceria tem de decidir o que fazer com a Smart no Estados Unidos, pois a vendas têm vindo a cair de forma evidente, sendo que no ano passado a descida ultrapassou os 50%, num total de 1.276 unidades vendidas, o que se pode considerar irrisório para a dimensão do mercado em causa. Por isso, antes do verão, ficaremos a saber se a smart continua, ou não, a estar presente no mercado americano.



