Os sistemas mãos-livres de abertura e fecho das portas não são propriamente uma coisa recente, tendo sido democratizados pela Renault no início deste século.
No entanto, nos últimos começaram a ser mais comuns, espalhando-se por todos os segmentos e marcas. Por isso, os fabricantes automóveis têm trabalhado para tornar estes sistemas mais seguros contra os amigos do alheio. O problema é que este último grupo também não dorme em serviço, arranjado sempre formas de contornar os sistemas de segurança mais recentes e conseguindo decifrar as frequências emitidas pelos sistemas “keyless”.
Consciente disso mesmo, e até assumindo que também pode ser preciso recorrer a métodos mais básicos do que aqueles empregues na tecnologia, a KIA apresentou uma bolsa “Faraday”, na qual se coloca a chave, ficando este protegida contra a cópia das suas frequências.
Se não quiser gastar dinheiro, pode sempre embrulhar a sua chave em papel de alumínio e esperar que resulte. É uma solução bem portuguesa, dirão alguns.
