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Toyota Hilux a hidrogénio já anda em testes
A Toyota já está em fase de testes com a pick-up Hilux FCEV, versão equipada com tecnologia de célula de combustível de hidrogénio e que promete uma autonomia de cerca de 600 quilómetros.
O construtor nipónico já produziu dez unidades desta Hilux na sua fábrica de Burnaston, no Reino Unido, sendo que cinco delas já andam a fazer testes. Esta versão da Hilux conta com uma solução que tem por base o sistema já utilizado no Toyota Mirai que neste caso é alimentado por três depósitos de alta pressão situados no centro do chassis desta pick-up com uma capacidade conjunta de combustível de 7,8 quilos. Sobre o eixo dianteiro está a pilha com as células de combustível de eletrólito de polímero e no eixo traseiro está o motor elétrico capaz de debitar 182 cv de potência e um binário de 300 Nm.


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Lancia Delta fica para segundas núpcias
A Lancia parece ter desistido de lançar o novo Delta em 2028, como já havia sido avançado. Apesar de não ter feito nenhuma declaração sobre o assunto, na calendarização de modelos do Grupo Stellantis até 2030 o Delta não está contemplado.
Luca Napolitano, quando era CEO da Lancia, chegou a falar do alinhamento de três modelos da marca italiana com o Ypsilon, o Gamma e o Delta. Contudo este último não surge na apresentação da calendarização dos novos modelos previstos pelo Grupo Stellantis até 2030. Não quer dizer que o Lancia Delta esteja totalmente fora das cogitações, pois num plano a quatro anos muitas coisas mudam no mundo automóvel e também não houve uma declaração oficial sobre este modelo. No entanto, para já, não será tão cedo que o novo Delta verá a luz do dia e consequentemente não será fácil voltar a ver uma sigla “HF Integrale” a circular na estrada.
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O Google Maps dos romanos
O Império Romano foi o grande responsável pela criação de uma importante rede viária que ligava grande parte da Europa a Roma e agora essa rede pode ser consultada ao estilo do Google Maps.
O engenheiro e historiador holandês René Voorburg criou o Omnesviae, uma espécie de Google Maps que permite saber como era a rede viária no tempo dos romanos e até saber qual o melhor trajeto e distância para ir de uma cidade a outra.
Este “navegador” é baseado no trabalho do historiador Richard Talbert sobre a Tabula Peutingeriana, que era uma cópia dos tempos medievais do mapa que mostrava a rede viária oficial do Império Romano, complementado pelo Itinerário Antonino que é outro documento representativo das vias romanas.
No Omnesviae é possível definir o ponto de partida e o destino que tal como no Google Maps ele define o trajeto mais curto considerando as vias existentes na época. Curioso verificar que colocando o nome atual das localidades o Omnesviae quando define o trajeto “traduz” o nome das mesmas para o nome romano (quando possível). Assim de Lisboa a Madrid, segundo o Omnesviae, vamos de Olisipona a Miaccum.
É sabido que todos os caminhos vão dar a Roma, mas se calhar o Omnesviae, que pode consultar aqui, teria dado muito jeito aos habitantes do Império Romano naquele tempo.
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