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Como tratar bem as baterias do seu carro elétrico

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Tal como todos os carros, também os totalmente elétricos ganham muito se o seu proprietário lhe dedicar alguma atenção. Neste caso concreto, as baterias são o “coração” de um modelo elétrico e se forem bem tratadas poderão garantir uma maior eficiência e o seu rendimento máximo em termos de autonomia e longevidade.



Pequenos comportamentos diários poderão ajudar a tirar o máximo partido das baterias do seu elétrico, o que obviamente também significará um ganho económico.

– Utilize o modo Eco

Os modelos elétricos possuem o modo de funcionamento “eco” que maximiza o rendimento da bateria com foco na autonomia. Não irá ter a mesma resposta em termos de prestações mais vigorosas, mas irá certamente fazer mais quilómetros com o mesmo carregamento.

Planeie as viagens mais longas

Se vai fazer uma viagem maior veja bem o trajeto ideal, considerando os pontos de carregamento e calculando a sua autonomia para que não tenha de sair da rota ideal e andar a fazer quilómetros à procura de um posto de carregamento. Além de perder mais tempo, irá fazer mais quilómetros e possivelmente stressar um pouco.

– Veja a pressão dos pneus

Circular com a pressão correta nos pneus vai permitir que estes estejam no seu rendimento ideal, o que vai permitir tirar o máximo partido das baterias. Se andar com a pressão baixa a superfície do pneu em contacto com o asfalto é maior e consequentemente terá maior atrito, o que faz com que o motor do carro consuma mais energia para andar à mesma velocidade.

– Cuidado com o peso

Evite carregar o carro em demasia. Um aumento excessivo do peso irá fazer com que o motor faça um esforço maior e logicamente irá consumir mais energia, esgotando as baterias mais rapidamente.

– Não abuse do ar condicionado

Sempre que possível opte por não utilizar o ar condicionado. Se tiver de arrefecer o habitáculo no meio da cidade, por exemplo, a velocidades mais reduzidas, abra um pouco as janelas. Por outro lado aproveite os momentos de carregamento das baterias para “acertar” a temperatura ideal do interior do seu veículo elétrico, se for caso disso. Desta forma não “perde autonomia”.

– Conduza de forma suave

Não abuse das acelerações, conduzir a uma velocidade constante exige menos esforço por parte do sistema do seu modelo elétrico.

– Potencie a travagem regenerativa

Sem causar distúrbios no trânsito ou “sustos” na auto-estrada tente sempre usar a travagem regenerativa uma vez que esta potencia o efeito de travão motor, aproveitando-o para recuperar energia e carregar um pouco as baterias.

– Cuidado com os carregamentos

De forma a garantir a maior longevidade das baterias nunca deve deixar que estas baixem dos 20% de capacidade para fazer um carregamento e também não é aconselhável carregá-las na totalidade, mantenha-as a 80%. Se possível, evite fazer carregamentos rápidos porque a utilização frequente deste modo de carregamento acaba por reduzir a vida útil das baterias.

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Manutenção

Detetar problemas no catalisador

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O catalisador é um elemento determinante na linha de escape dos automóveis com motor a combustão para reduzir as emissões poluentes do mesmo, mas se não estiver em bom estado pode dar problemas. Por isso é bom perceber quais os sinais que avisam que o catalisador pode não estar bom.


Um catalisador em mau estado, danificado ou no fim da sua vida útil que normalmente está entre os 80 mil e os 120 mil quilómetros de utilização, sensivelmente, pode originar danos no motor pelo aumento da temperatura do mesmo, por exemplo, o que pode danificar alguns elementos como os pistons ou as válvulas.

Como tal é importante perceber se algo começa a não estar bem com o catalisador e para isso é importante estar atento a alguns fatores:

– Aumento do consumo de combustível

Se começa a perceber que lentamente o seu automóvel está a consumir mais combustível do que é habitual, isso pode ser um sintoma que o catalisador não está bom. Pode estar a perder capacidades ou estar entupido e isso obriga o motor a um “maior esforço” para expelir os gases de escape e consequentemente aumenta o consumo de combustível.

– Perda de potência

Quando o catalisador não está bom, um dos sintomas mais comuns é a perda de potência do motor. Ao acelerar sente-se uma resposta mais lenta ou ao fazer uma recuperação esta também é menos expedita. Isso pode indicar que o catalisador está entupido. Muitas vezes quando apenas se fazem circuitos em cidade, com deslocações curtas e onde a temperatura do motor não sobe muito, é normal que o catalisador comece a acumular partículas e a entupir pois não faz a sua regeneração. A regeneração de um catalisador é feita quando este atinge uma temperatura elevada e “queima” os resíduos que não foram queimados no motor. Ao eliminar estas partículas ele não irá entupir e manterá o seu bom funcionamento, não afetando o rendimento do motor.

– Cheiro estranho do escape

Caso estacione o seu carro e ao sair sentir um cheiro estranho vindo do escape isso também pode significar que o catalisador já viu melhores dias. Numa garagem é mais fácil perceber isto, mas mesmo na rua é percetível pois é um cheiro que parece de enxofre e é facilmente notado. Este “cheiro a enxofre” revela que os gases de escape não estão a ser processados como devem e o resultado é este odor.

– Aquecimento do motor

Se reparar que o motor começa a funcionar a uma temperatura mais alta do que é habitual isso também pode indicar que algo não está bem. Um catalisador a funcionar mal pode reter os gazes de escape e obrigar o motor a um esforço maior para os expelir, o que pode causar um aumento da temperatura do mesmo.

– Luz da injeção acesa

A luz da injeção ou do motor acesa no painel de instrumentos é outro aviso que o catalisador pode ter alguma anomalia. Esta luz indica possíveis problemas em vários elementos do motor e do sistema de injeção, portanto se o catalisador não estiver com um rendimento normal isso vai influenciar os dados captados pelos sensores de oxigénio e consequentemente a luz irá alertar que há problemas com o sistema de injeção. Alguns modelos são até mais específicos nos avisos que fazem ao condutor e têm mesmo um alerta para verificar o sistema “anti-poluição” ou o sistema de injeção.

– Sons estranhos

O surgimento de sons metálicos, “assobios” ou “chiadeiras” também podem indicar que algo se passa com o catalisador. Os sons metálicos ou sons semelhantes a peças soltas dentro do catalisador podem indicar que a componente cerâmica do miolo se degradou ou partiu, soltando bocados que andam à solta dentro do catalisador. Por outro lado, silvos, assobios ou um determinado chiar pode ser indício que o catalisador está entupido. Por fim se o som do seu carro ficou mais alto e rouco, então pode ter algum dano na carcaça do catalisador ou um furo que deixa sair os gases de escape. Pode ser muito semelhante ao som de um escape roto.

Com qualquer destes sintomas é importante consultar uma oficina especializada para resolver o problema pois protelando essa ida só irá estar a aumentar o problema e consequentemente a despesa.

De forma preventiva para que o catalisador do seu carro tenha a maior longevidade possível é importante que o automóvel tenha as revisões em dia e que seja corretamente monitorizado e também é bom que faça auto-estrada para que o catalisador atinja as temperaturas necessárias para fazer a sua regeneração corretamente.

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Manutenção

Se tiver de partir um vidro faça-o corretamente

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Por vezes o infortúnio bate às porta e numa emergência é necessário quebrar os vidros de um veículo para poder aceder ao seu interior e prestar auxílio ou permitir que um ocupante saia. Mas tal deve ser feito de forma correta para evitar mais contratempos.


A frase “partir um vidro”, só por si, pode parecer indicar um ato menos refletido ou até ilegal ou violento, mas há situações em que é a única forma de conseguir sair de dentro do veículo ou prestar ajuda se estiver do lado de fora do mesmo. No caso de um acidente, incêndio ou inundação, as portas podem ficar bloqueadas e a única forma de conseguir sair do carro é através das superfícies vidradas e como tal pode ser necessário quebrar os vidros.

Os vidros de um carro

Os vidros de um automóvel não são todos iguais e normalmente os mais fáceis de quebrar são os das portas. O vidro dianteiro do para-brisas é tradicionalmente o mais resistente pois é laminado e foi pensado para ser o mais seguro em caso de acidente. É ele que sofre com as forças aerodinâmicas, com os impactos de pedras projetadas e por isso tem de ser mais resistente. Já o vidro traseiro como inclui os filamentos do sistema de desembaciamento também não é o mais fácil de partir pois esses filamentos fazem uma espécie de rede que dificulta a quebra. Assim a melhor solução são os vidros das janelas das portas que normalmente são laminados o que faz com que sejam mais “fáceis” de partir e quando quebram eles estilhaçam em pequenos vidros, não sendo tão cortantes.

“Partir” para a ação

Use um objeto sólido para quebrar o vidro. No mercado há ferramentas específicas para partir vidros de automóveis (quebra-vidros ou martelo de emergência) que pode sempre guardar no interior do carro. Não coloque na bagageira como o macaco para elevar o carro, mas sim no próprio habitáculo, num compartimento para objetos como o porta-luvas, por exemplo. Se não tiver nenhum objeto sólido para partir o vidro, não o faça sem nenhuma proteção nas mãos pois a possibilidade de se cortar é elevada. Utilize um dos tapetes do carro para proteger o corpo, a cara especialmente quando for partir o vidro. Uma vez escolhido o vidro, que será muito provavelmente um dos laterais, então aponte o impacto para um dos cantos pois será aí que terá melhores resultados pois os vidros são mais difíceis de partir se der a pancada mesmo no meio. Por fim, “limpe” os vidros que sobraram e que costumam ficar em torno da moldura da janela da porta, para evitar que haja cortes quando sair do veículo.

Foco e calma

Obviamente que ter calma e estar focado são dois estados muito difíceis de conseguir quando estamos numa situação de emergência, mas podem ser determinantes pois irão permitir que caso falhe uma tentativa terá a lucidez para pensar noutra solução. Por exemplo, se não tiver nenhum objeto solido ou pontiagudo “à mão de semear”, ter calma e foco pode permitir que perceba que outros objetos dentro do carro, como por exemplo o fecho do cinto de segurança que é metálico e pontiagudo, pode cumprir a tarefa.

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