Comerciais
Toyota expulsa Hino Motors da parceria para a produção de camiões
A Hino Motors foi expulsa da Commercial Japan Partnership Technologies Corporation (CJPT) pela Toyota, marca que detém participação maioritária neste consórcio para a produção de veículos pesados.

A decisão ocorre apenas um ano depois de a Hino se ter juntado ao consórcio de veículos comerciais, cujo objetivo é acelerar a transição para a mobilidade elétrica a bateria, a hidrogénio e a células de combustível. Akio Toyoda, presidente da Toyota Motor Corporation, foi quem sugeriu que a Hino deixasse o consórcio após a revelação de que esta empresa falsificara os dados homologados de emissões.
“Estamos extremamente desapontados com a má conduta da empresa em relação aos testes de certificação, que prejudicou muito a confiança dos nossos clientes e de todas as outras partes interessadas”, disse Toyoda em comunicado.
“Hino cometeu má conduta na certificação de motores durante bastante tempo e a empresa está numa situação em que não deve ser reconhecida pelas 5,5 milhões de pessoas que pertencem à indústria automóvel japonesa”, acrescentou o nº 1 da Toyota.

Uma investigação interna, cujos resultados foram divulgados no início de agosto, descobriu que a Hino estava a falsificar dados de emissões de alguns motores desde 2003. Na época, o fabricante nipónico recolheu de mais de 60.000 veículos cujos motores poluíam mais do que os regulamentos permitiam.
Esta semana, a Hino foi forçada a interromper os embarques de novos veículos com o seu motor Diesel de 4 litros por alegada má conduta, que representa cerca de 60% de vendas da marca. Todavia, a empresa alegou não ter entendido os regulamentos de emissões e que não estava a falsificar intencionalmente os dados.
Comerciais
ANTRAM empossou novos órgãos sociais para o triénio 2026–2028
A ANTRAM – Associação Nacional de Transportadores Públicos Rodoviários de Mercadorias empossou, esta quarta-feira, 12 de fevereiro, os seus novos órgãos sociais para o triénio 2026–2028, numa cerimónia realizada em Lisboa.
Eleita a 6 de janeiro, Ema Leitão assume a presidência da Direção Nacional, tornando-se a primeira mulher a liderar a associação desde a sua fundação.
Na tomada de posse, a nova presidente sublinhou o “elevado sentido de responsabilidade” com que assume o cargo, destacando o papel do transporte rodoviário de mercadorias como um setor estratégico para a economia nacional e para o funcionamento do país.
Entre as prioridades do novo mandato está o reforço da base associativa, bem como a atração de novas gerações de empresários e gestores, com o objetivo de consolidar a representatividade da ANTRAM e a sua capacidade de intervenção institucional.
No plano externo, a nova Direção pretende intensificar o diálogo com a tutela da Mobilidade e com o IMT, defendendo a simplificação administrativa, a redução da burocracia e procedimentos mais eficientes nos processos de licenciamento, fiscalização e acesso à atividade.
Ema Leitão defendeu ainda a necessidade de um plano estratégico para o sector do transporte rodoviário de mercadorias, numa perspetiva de médio e longo prazo, que promova maior previsibilidade e reforce a competitividade das empresas portuguesas no contexto internacional.
A cerimónia contou com a presença de representantes do Governo, do IMT e da Confederação do Comércio e Serviços de Portugal, entre outras entidades.
Comerciais
Renault Trucks lança contratos de manutenção Start & Drive
A Nors passou a disponibilizar em Portugal os novos Contratos de Manutenção Start & Drive da Renault Trucks, uma solução que pretende aumentar a disponibilidade das frotas e garantir custos de manutenção controlados ao longo do ciclo de vida dos veículos.
A oferta recorre a tecnologia preditiva baseada em inteligência artificial, permitindo antecipar avarias e planear intervenções antes de surgirem problemas, reduzindo paragens inesperadas e melhorando a eficiência operacional.
Os contratos estão organizados em quatro níveis de cobertura, Reference, Reference+, Performance e Excellence, com valores mensais a partir de 93,51 euros, ajustados a diferentes necessidades de operação. A adesão está disponível para camiões novos ou com até seis meses de circulação, com preços que variam consoante o modelo e o perfil de utilização.
Os clientes contam ainda com o serviço Predict, que monitoriza os veículos em tempo real, e com um Gestor de Serviço dedicado, assegurando uma gestão mais eficiente da manutenção, suportada por peças originais e pela rede de técnicos da marca.
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