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Renault refresca Talisman
A Renault acaba de apresentar a atualização de meio de ciclo da gama Talisman. Atualização que poderá ser muito difícil de identificar, até porque o Talisman não é propriamente um automóvel muito presente nas estradas portuguesas.
Para que seja fácil, deixamos aqui aos novos faróis dianteiros, que agora são sempre em LED, havendo a opção de terem feixe Matrix, sendo que os traseiros são igualmente em LED, possuem indicadores de mudança de direção dinâmicos e um friso cromado. Os para-choques são ambos de novo desenho, assim como a grelha dianteira. Mas frisamos que as diferença são bastante ténues.
Há novas cores e jantes com novo desenho.
No habitáculo, encontramos porta-copos de maiores dimensões, retrovisor sem moldura, carregamento por indução para smartphones e uma nova interface para o sistema de climatização, que passa a integrar um ecrã nos dois botões rotativos, que serve para indicar a temperatura selecionada.
O painel de instrumentos passa a ser totalmente digital, por intermédio de um ecrã de 10,2, com diversas possibilidades de configuração, sendo ainda acompanhado pelo sistema de infoentretenimento Easy Link com ecrã de 9.3″, Android Auto e Apple CarPlay.
Sob o capot, as alterações são poucas, sendo de destacar o surgimento do motor de 1,3 litros, a gasolina, com 160 cv, disponibilizado unicamente com a caixa de dupla embraiagem, EDC, com sete velocidades. A gama a gasolina completa-se com o motor TCe 225, já utilizado na atual gama.
A oferta Diesel mantém-se na mesma, o que significa que conta com o bloco 1.7 dCi nas versões de 120 e 150 cv, assim como com o bloco 2.0 dCi de 200 PS.
O Renovado Talisman será apresentado ao público no próximo Salão de Genebra.
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Os preços do novo XPENG P7+
A marca chinesa XPENG continua a sua implementação no mercado nacional e agora reforça a sua gama com chegada da berlina elétrica XPENG P7+ que já tem preços definidos e já está disponível para entrega.
Com umas linhas fluídas e elegantes, o novo XPENG P7+ posiciona-se no segmento premium das berlinas elétricas oferecendo conforto, bom nível de equipamento e várias soluções tecnológicas que utilizam Inteligência Artificial para facilitar a vida ao condutor e melhorar o ambiente a bordo para todos os ocupantes.
O XPENG P7+ surge em três versões, duas com tração traseira, a RWD Standard Range com 245 cv de potência alimentada por uma bateria de 61,7 kWH e uma autonomia de 455 quilómetros e a RWD Long Range com 313 cv e uma bateria com 74,9 kWh, uma maior capacidade que lhe permite uma autonomia que ascende aos 530 quilómetros. Além destas duas propostas há ainda a AWD Performance que tem tração integral, uma potência de 503 cv, uma bateria de 74,9 kWh e uma autonomia de 500 quilómetros.
Em termos de preços a gama do XPENG P7+ fica assim alinhada:
XPENG P7+ RWD Standard Range – 46.997€
XPENG P7+ RWD Long Range – 50.997€
XPENG P7+ AWD Performance – 56.997€


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Condução autónoma vai ser testada em Portugal
Já a partir do próximo mês de julho vai entrar em vigor o regime de licenciamento de testes de condução autónoma nas estradas nacionais.
Ainda não é para já que teremos veículos a andar sozinhos nas nossas estradas, mas o diploma aprovado na Assembleia da República e agora publicado no Diário da República estabelece condições para o início dos testes de condução autónoma nas estradas portuguesas.
Segundo o texto do diploma, a condução autónoma irá “permitir a democratização da mobilidade, promovendo a inclusão de cidadãos impossibilitados de conduzir, por limitações de ordem física ou de outra natureza”, por exemplo, ao mesmo tempo que poderá criar novas realidade económicas e novas soluções de mobilidade individual e coletiva.
Como seria de esperar os testes não decorrerão sem regras e entre algumas restrições destaca-se a necessidade dos testes serem feitos por condutores e operadores com pelo menos seis anos de carta de condução e que nos últimos cinco não tenham cometido nenhuma infração. Os testes só serão feitos após a aprovação de um pedido prévio e nas vias onde sejam feitos serão aplicados os limites de velocidade estabelecidos pelo Código da Estrada, mas com uma diminuição de 20 km/h. Se a via for de 80 km/h no teste a velocidade permitida pelo veículo autónomo será de 60 km/h, por exemplo.
Os seguros aplicados a estes veículos terão uma cobertura quatro vezes superior à normal e os veículos utilizados devem ter um sistema de registo de dados onde todos os elementos importantes fiquem reportados.
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