Notícias
Um Mini de 1968 que ainda é novo
O título pode parecer estranho, é certo. No entanto, é verdadeiro. Explicamos já de seguida.
Em 1968, no Reino Unido, uma senhora decidiu comprar um Mini novo, dos últimos da primeira geração, com o intuito de o utilizar na sua aprendizagem para conduzir. No entanto, depois de percorrer cerca de 350 quilómetros com o seu pequeno automóvel britânico, chegou à conclusão de que o ato de conduzir não era bem a sua praia.
O Mini foi então guardado numa garagem, onde esteve até há bem pouco tempo, quando a sua família o decidiu vender. Agora, vai a leilão.
Como poderá ver nas fotografias, é mesmo um modelo novo, pois conserva todos os elementos em estado irrepreensível, mantendo até os plásticos nos bancos. Será, porventura, o melhor Mini que existe em todo o mundo.
Se o quiser comprar, é só visitar o site da empresa responsável pelo leilão.
Notícias
Lisboa tem novos autocarros para zonas históricas
A Carris mostrou os seus novos miniautocarros totalmente elétricos que irão circular nas zonas históricas da capital e que carinhosamente apelidou de “manjericos”.
Com um custo de cerca de três milhões de euros enquadrados pelo PRR, esta frota de 15 miniautocarros destina-se a melhorar o serviço da Carris nas zonas históricas da cidade, tradicionalmente complexas pelas características das suas ruas. Na apresentação destes novos “manjericos” que decorreu no Parque da Serafina, em Monsanto, esteve presente o Presidente da Câmara Municipal de Lisboa, Carlos Moedas. O autarca referiu que sensivelmente 48% dos autocarros da Carris ainda são modelos a gasóleo, número que já é menor do que os 70% que existiam em 2021 prevendo-se que “em 2030, já não teremos autocarros a gasóleo”.
Notícias
Polestar vai ter mais comandos físicos
A Polestar vai deixar de apostar totalmente num desenho simplista e “limpo” no interior dos seus modelos e seguir a opinião dos seus clientes, passando a adotar comandos físicos para algumas funções importantes, reduzindo a necessidade de uso do ecrã táctil.
Numa entrevista à britânica AutoCar, Michael Lohschellero, o administrador-delegado da Polestar, referiu que a marca está atenta à opinião dos seus clientes e vai repensar a sua abordagem, passando a adotar botões físicos para o controlo de algumas funções do automóvel sem ter de recorrer tanto aos ecrãs tácteis.
Esta mudança poderá verificar-se já na renovação do Polestar 3 com a adoção de mais comandos físicos e a redução da dependência dos ecrãs, algo que vai de encontro ao desejo dos utilizadores, mas que também segue as recomendações de várias entidades ligadas à segurança rodoviária e à regulação do sector automóvel.
A melhoria da segurança e da ergonomia nos dias de hoje passa por reduzir a ligação excessiva do condutor aos ecrãs tácteis e permitir que ele comande certas funções do automóvel sem ter de retirar a sua atenção da estrada e nesse sentido os botões físicos continuam a ser a solução mais segura e funcional.
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