50.000 euros por um Mercedes 190E – Motorguia
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50.000 euros por um Mercedes 190E

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Ultimamente têm surgido alguns automóveis antigos a preços exorbitantes, principalmente quando falamos em unidades que ficaram paradas no tempo.

Se alguns valores poderão ser relativamente compreensíveis por se tratarem de automóveis especiais ou raros, já outros são completamente estranhos, quando se trata de modelos tão banais como um Mercedes-Benz 190E.

O 190E, também conhecido pelo código W201, é o mais famoso dos modelos da marca da estrela, já que foram vendidas quase dois milhões de unidades entre 1982 e 1993, quando foi substituído pela primeira geração do Classe C. Em Portugal, ficaram famosos como táxi, principalmente quando começaram a ser importados em força da Alemanha.

E é precisamente na Alemanha que encontramos alguém a pedir praticamente 50.000 euros por um 190E. Para sermos exactos são 49.900 euros pedidos por um 190E com o motor 2.3 a gasolina, de uma unidade da versão americana, como pode reparar pelos faróis dianteiros, divididos nas unidades produzidas para os Estados Unidos.

O exorbitante valor pedido é alicerçado, supostamente, no facto de se tratar de uma unidade nova, que nunca foi matriculada e que tem apenas 500 quilómetros percorridos. Nota-se que está novo, de facto, e também dá para perceber que a configuração é pouco comum, pois tem uma combinação de cores relativamente invulgar e um excelente recheio de equipamento, tendo em conta a época. Mas 50.000 euros?

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O Google Maps dos romanos

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O Império Romano foi o grande responsável pela criação de uma importante rede viária que ligava grande parte da Europa a Roma e agora essa rede pode ser consultada ao estilo do Google Maps.


O engenheiro e historiador holandês René Voorburg criou o Omnesviae, uma espécie de Google Maps que permite saber como era a rede viária no tempo dos romanos e até saber qual o melhor trajeto e distância para ir de uma cidade a outra.

Este “navegador” é baseado no trabalho do historiador Richard Talbert sobre a Tabula Peutingeriana, que era uma cópia dos tempos medievais do mapa que mostrava a rede viária oficial do Império Romano, complementado pelo Itinerário Antonino que é outro documento representativo das vias romanas.

No Omnesviae é possível definir o ponto de partida e o destino que tal como no Google Maps ele define o trajeto mais curto considerando as vias existentes na época. Curioso verificar que colocando o nome atual das localidades o Omnesviae quando define o trajeto “traduz” o nome das mesmas para o nome romano (quando possível). Assim de Lisboa a Madrid, segundo o Omnesviae, vamos de Olisipona a Miaccum.

É sabido que todos os caminhos vão dar a Roma, mas se calhar o Omnesviae, que pode consultar aqui, teria dado muito jeito aos habitantes do Império Romano naquele tempo.

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“Fórmula Mágica” arranca hoje no Caramulo

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O Museu do Caramulo abre hoje as portas ao público da sua exposição “Fórmula Mágica” dedicada aos monolugares da Fórmula 1, celebrando os 75 anos da categoria rainha do automobilismo.


Arranca hoje a exposição “Fórmula Mágica” que estará patente até ao dia 18 de outubro em dois pavilhões do complexo do Museu do Caramulo e os visitantes poderão ver ao vivo e a cores alguns dos modelos e objetos que fazem parte da história na Fórmula 1. Como grande destaque está o Lotus 97T com que Ayrton Senna conquistou a primeira vitória da sua carreira no circuito do Estoril em 1985, mas não é o único. Também poderão ser vistos o Ferrari F2005 de Michael Shumacher, o Williams FW14 de Nigel Mansell, o Lotus 100T de Nélson Piquet ou o Benetton B196 de Jean Alesi, entre outros.

Haverá ainda objetos expostos de vários pilotos como Juan Manuel Fangio, Gilles Villeneuve, Niki Lauda, James Hunt ou Alain Prost, por exemplo. A participação portuguesa na Fórmula 1 também marca presença com o Lotus 107B de Pedro Lamy e o Jordan EJ15 de Tiago Monteiro, o carro que deu a melhor classificação de sempre de um piloto português na Fórmula 1, um terceiro lugar em 2005 no Grande Prémio dos Estados Unidos. Além destes bólides, também estão expostos outros objetos destes dois pilotos e também de Nicha Cabral, o primeiro português na Fórmula 1 e de Pedro Matos Chaves.

A exposição segue o mesmo horário do museu, ou seja, está aberta de terça-feira a domingo entre as 10h00 e as 13h00 da parte da manhã e as 14h00 e as 18h00 da parte da tarde. O museu encerra à segunda-feira. O preço dos bilhetes é de 6€ dos 6 aos 15 anos, de 10€ para adultos e de 8,50€ para quem tenha mais de 65 anos. Para mais informações de bilheteira pode consultar a página do Museu do Caramulo aqui.

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