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Cristiano Ronaldo junta um McLaren Senna à sua coleção
O jogador de futebol português, já cinco vezes galardoado como o melhor do Mundo, também se destaca fora dos relvados pelo seu bom gosto por namoradas e automóveis.
Neste caso, fiquemos apenas pelos automóveis. Senhor de uma vasta coleção de automóveis de luxo e superdesportivos, o craque português decidiu agora juntar mais uma extravagância à sua lista, com a aquisição de um McLaren Senna.
Se olharmos para a ficha técnica do desportivo que homenageia o famoso piloto de Fórmula 1 falecido no dia 1 de maio de 1994, Ayrton Senna, ficamos logo a perceber que se trata de um automóvel muito especial. Falamos de um motor V8 Biturbo, com 4,0 litros de capacidade, que disponiliza uns estrondosos 800 cv de potência e 800 Nm. A aceleração dos 0 aos 100 km/h é cumprida nuns escassos 2.8 segundos. Dá mais de 320 km/h de velocidade máxima, claro.
O preço? Não sabemos quanto custou a Cristiano Ronaldo, mas podemos dizer que o preço anunciado ronda um milhão de euros.
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Lancia Delta fica para segundas núpcias
A Lancia parece ter desistido de lançar o novo Delta em 2028, como já havia sido avançado. Apesar de não ter feito nenhuma declaração sobre o assunto, na calendarização de modelos do Grupo Stellantis até 2030 o Delta não está contemplado.
Luca Napolitano, quando era CEO da Lancia, chegou a falar do alinhamento de três modelos da marca italiana com o Ypsilon, o Gamma e o Delta. Contudo este último não surge na apresentação da calendarização dos novos modelos previstos pelo Grupo Stellantis até 2030. Não quer dizer que o Lancia Delta esteja totalmente fora das cogitações, pois num plano a quatro anos muitas coisas mudam no mundo automóvel e também não houve uma declaração oficial sobre este modelo. No entanto, para já, não será tão cedo que o novo Delta verá a luz do dia e consequentemente não será fácil voltar a ver uma sigla “HF Integrale” a circular na estrada.
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O Google Maps dos romanos
O Império Romano foi o grande responsável pela criação de uma importante rede viária que ligava grande parte da Europa a Roma e agora essa rede pode ser consultada ao estilo do Google Maps.
O engenheiro e historiador holandês René Voorburg criou o Omnesviae, uma espécie de Google Maps que permite saber como era a rede viária no tempo dos romanos e até saber qual o melhor trajeto e distância para ir de uma cidade a outra.
Este “navegador” é baseado no trabalho do historiador Richard Talbert sobre a Tabula Peutingeriana, que era uma cópia dos tempos medievais do mapa que mostrava a rede viária oficial do Império Romano, complementado pelo Itinerário Antonino que é outro documento representativo das vias romanas.
No Omnesviae é possível definir o ponto de partida e o destino que tal como no Google Maps ele define o trajeto mais curto considerando as vias existentes na época. Curioso verificar que colocando o nome atual das localidades o Omnesviae quando define o trajeto “traduz” o nome das mesmas para o nome romano (quando possível). Assim de Lisboa a Madrid, segundo o Omnesviae, vamos de Olisipona a Miaccum.
É sabido que todos os caminhos vão dar a Roma, mas se calhar o Omnesviae, que pode consultar aqui, teria dado muito jeito aos habitantes do Império Romano naquele tempo.
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