FIM vai inaugurar “museu das campeãs” – Motorguia
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FIM vai inaugurar “museu das campeãs”

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A Federação Internacional de Motociclismo vai inaugurar oficialmente ao público no próximo dia 18 um museu onde só estão máquinas campeãs de motociclismo, um espaço que promete ser um local de romaria para todos os apaixonados pelas duas rodas.


Dá pelo nome de FIM Racing Motorcycle Museum e está situado nos arredores de Genebra, na Suíça, num edifício que foi no passado a sede da Federação Internacional de Motociclismo (FIM). Neste museu foram reunidas apenas motos que foram campeãs nas várias modalidades do motociclismo e falamos de verdadeiras campeãs, não réplicas. Estas motos foram mesmo conduzidas por campeões e estão repletas de história, vitórias e emoções de várias épocas marcantes do motociclismo mundial.

Neste museu das motos de competição podemos acompanhar a evolução histórica e também técnica ao longo dos tempos. Por exemplo encontramos a vencedora do primeiro Campeonato Mundial de 500cc que se disputou em 1949 e que foi ganho pela AJS Porcupine de Leslie Graham, ou a Honda RC166 de 1967 de Mike Hailwood até às vencedoras das temporadas de 2025 de MotoGP, WSBK, Rally-Raid, EnduroGP ou MXGP, TrialGP e Speedway GP. Todas as grandes categorias de desporto motorizado estão representadas num museu com uma coleção de mais de 40 motos distribuídas por nove espaços temáticos, 49 exposições, um arquivo da FIM e muita memorabilia.

De acordo com Jorge Viegas, o Presidente da FIM, o “Museu de Motociclismo de Competição da FIM é realmente uma coleção notável e passear entre as peças em exposição é como fazer uma viagem pela ilustre história das corridas de motociclismo, desde os seus primórdios até aos dias atuais. Muito mais do que apenas uma exibição de máquinas clássicas, o Racing Motorcycle Museum oferece aos visitantes uma visão valiosa e interativa da herança do desporto que todos amamos, ajudando a desenvolver uma melhor compreensão das emoções e inovações envolvidas”.

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Produtivos mas curtos, assim foram os testes do “Falcão”

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Nos dois dias de testes no Autódromo Internacional do Algarve, as equipas foram mais uma vez “traídas” pelas condições meteorológicas que não permitiram mais tempo em pista. Miguel Oliveira lamenta que os testes tenham sido curtos, mas considera que ainda assim foram produtivos.


O São Pedro não foi amigo das equipas que se deslocaram a Portimão para dois dias de testes no AIA presenteando-os com chuva. Além da ROKiT BMW Motorrad de Miguel Oliveira também estiveram presentes as equipas oficiais da Bimota, Ducati, Honda, Kawasaki e Yamaha.

O piloto português ainda fez 40 voltas no circuito algarvio no primeiro dia de testes e o seu melhor tempo foi de 1m41.355s, o que o colocou na quarta posição face aos demais pilotos, sendo Alex Lowes o mais rápido com um tempo de 1m40.622s na sua Bimota.

No final Miguel Oliveira considerou estes dois dias de testes como tendo sido produtivos, pois pelo menos andou com a sua BMW M 1000 RR na pista de Portimão o que lhe permitiu familiarizar-se um pouco, mas devido ao clima acabou por ser um teste que considerou curto.

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Flying Flea C6 quase no mercado

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Aquela que é a aposta da Royal Enfield para entrar no mundo das motos elétricas, está pronta para entrar no mercado. A Flying Flea C6 será a primeira de uma gama de motos elétricas que terão o foco na eficiência energética embrulhada num estilo retro.


Herdando o nome “Flying Flea” da mítica moto de 125cc da Royal Enfiel que foi muito útil para as forças armadas britânicas na Segunda Guerra Mundial, a Royal Enfield criou esta “submarca” que será dedicada apenas a motos 100% elétricas.

O primeiro modelo é a C6 que a marca espera que entre em produção e distribuição ainda neste trimestre. Trata-se de uma moto com um estilo retro nas suas linhas e de aspeto leve e manobrável, ideal para o ambiente urbano com uma boa dose de estilo, o que é sempre relevante. O que também é relevante é o preço que ainda não foi definido para o mercado europeu, mas que no mercado indiano se estima seja de cerca de 2.500 euros, o que a torna numa proposta bem competitiva.

Ainda não há dados técnicos oficiais divulgados pela marca indiana, mas rumores indicam que a bateria terá uma capacidade a rondar os 5 kWh o que lhe dará uma autonomia na ordem dos 100 quilómetros. Além da C6 mais tarde será lançada a S6, que partilha da mesma base mecânica e elétrica mas que tem um estilo scrambler mais aventureiro.

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