Comerciais
Scania acrescenta mais soluções à sua gama de camiões elétricos
A Scania continua a expandir a sua oferta de camiões elétricos a bateria (BEV) com a introdução de mais opções elétricas, configurações de eixo e alternativas de cabina, bem como uma gama dedicada de tomadas de força. A atual oferta da marca sueca abrange uma vasta gama de aplicações e operações , apresentando soluções à medida das diferentes necessidades dos clientes.

Os componentes e soluções que a Scania está a apresentar desta vez centram-se em operações relacionadas com a distribuição ou a construção. A oferta de um eixo em tandem para veículos elétricos a bateria significa que podem ser utilizados camiões basculantes, empilhadores, betoneiras e uma série de aplicações rígidas sem ter de sacrificar a tração ou a capacidade de carga. Isto vai de par com a introdução pela Scania de uma gama de soluções de tomada de força para alimentar o sistema hidráulico ou outras carroçarias.
Além disso, as duas versões (210 kW e 240 kW) da máquina elétrica EM C1-2 agora apresentadas adaptam-se a certas operações orientadas para a construção, uma vez que os níveis de potência correspondem (285 CV ou 326 CV) às especificações típicas dos camiões utilizados pelos municípios. O EM C1-2 é mais pequeno do que os seus irmãos.
Os camiões elétricos da Scania também oferecem valores de bateria excecionais. As baterias duram 1,3 milhões de quilómetros, o tempo de vida do camião. E a sua pegada de carbono é um terço de um valor de referência da indústria, porque são produzidas com eletricidade livre de combustíveis fósseis no norte da Suécia. A Scania escolheu baterias de iões de lítio em forma prismática que são montadas em Södertälje em conjuntos de baterias de 416 ou 624 kWh, com janelas de carregamento de 83% da energia utilizável.
Comerciais
IVECO apresenta serviço para recuperar veículos roubados
A IVECO apresentou o Stolen Vehicle Assistance, um serviço inovador desenvolvido para recuperar veículos comerciais roubados no menor tempo possível. Integrada no ecossistema digital IVECO ON, esta solução liga-se diretamente a um centro de segurança disponível 24 horas por dia, reforçando a proteção das frotas.
Num contexto em que o roubo de veículos comerciais tem vindo a aumentar — com um risco significativamente superior ao dos automóveis ligeiros —, a marca aposta numa abordagem preventiva e tecnológica. Para empresas e profissionais, a perda de um veículo como a IVECO Daily representa não só um problema de segurança, mas também interrupções operacionais e custos inesperados.

O novo sistema utiliza inteligência artificial para detetar comportamentos suspeitos e recorre a tecnologia de geofencing, que permite definir perímetros de segurança virtuais. Sempre que é identificado um risco, o sistema ativa automaticamente um protocolo de resposta, coordenado por um centro de segurança em parceria com a Targa Telematics, em articulação com as autoridades europeias.
Segundo a marca, este modelo permite alcançar taxas de recuperação que podem chegar aos 90%, reduzindo significativamente os tempos de inatividade e o impacto financeiro associado ao roubo. Os utilizadores mantêm ainda controlo total através da plataforma digital ou aplicação móvel dedicada.
Espanha é o primeiro mercado a receber esta tecnologia, estando prevista a sua expansão gradual para outros países europeus. Com esta solução, a IVECO reforça a aposta em serviços digitais avançados, combinando conectividade e segurança para apoiar a continuidade das operações no setor do transporte profissional
Comerciais
Portagens para camiões na UE passam a depender das emissões de CO₂ já este ano
A partir de 1 de julho de 2026, alguns países da União Europeia começarão a calcular as portagens para camiões tendo em conta as emissões de CO₂ dos veículos. A medida faz parte da revisão da Diretiva Eurovinheta, que regula a forma como os Estados-Membros podem estruturar os sistemas de portagem para o transporte rodoviário de mercadorias.
Com esta alteração, o custo de utilização de determinadas infraestruturas passará a variar de acordo com o nível de emissões de cada veículo pesado. Na prática, o novo sistema reforça o princípio de que quem mais polui paga mais, incentivando a utilização de camiões mais eficientes e com menor impacto ambiental.
A revisão da diretiva introduz definições mais claras para classificar os veículos, incluindo categorias como veículos de emissões zero, veículos pesados de baixas emissões, bem como novos critérios para a trajetória de redução de emissões e para os valores de referência de CO₂. Estas classificações servirão de base para definir as tarifas de portagem aplicadas pelos diferentes países.
O Conselho da União Europeia pretende também harmonizar a aplicação das regras entre os Estados-Membros, propondo calendários mais claros para a introdução de novos grupos de veículos ou para a atualização dos valores de emissões de referência. O objetivo é evitar interpretações diferentes entre países e garantir maior segurança jurídica ao setor do transporte rodoviário.
Outro tema em análise é o dos camiões retroadaptados, ou seja, veículos que recebem melhorias técnicas para reduzir as emissões, como atualizações de software ou modificações mecânicas. Atualmente, mesmo após estas melhorias, os camiões não podem alterar a sua classificação ambiental nos sistemas de portagem. Por isso, o Conselho pediu à Comissão Europeia que estude a possibilidade de rever esta regra, especialmente no caso de veículos elétricos adaptados, num prazo de dois anos.
Durante as negociações foi também analisada uma proposta para reduzir as portagens de camiões que utilizem reboques mais eficientes do ponto de vista ambiental. No entanto, a medida acabou por não ser incluída, devido à complexidade administrativa e técnica que poderia trazer aos sistemas de teleportagem e aos contratos de concessão já existentes.
O próximo passo será a negociação com o Parlamento Europeu, que terá de definir a sua posição sobre a revisão da diretiva. Após esse processo, as instituições europeias deverão acordar o texto final da legislação.
Para o setor do transporte e da logística, esta mudança poderá ter impacto direto nos custos operacionais. Ao mesmo tempo, a nova política pretende incentivar a renovação das frotas e a redução das emissões, transformando as portagens numa ferramenta para acelerar a transição energética no transporte rodoviário pesado.
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