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Peugeot revela o novo 5008
O novo Peugeot 5008 segue um pouco os passos estéticos do novo 3008 e também está com mais caráter, umas linhas mais agressivas, que combinam bem as formas curvas com as arestas dando-lhe uma imagem dinâmica e robusta.
Desenvolvido com base na nova plataforma STLA Medium da Stellantis este novo 5008 ganhou espaço interior face ao seu antecessor e mantém a lotação de sete lugares, surgindo com motorizações totalmente elétricas ou híbridas.
Assim, esta geração do 5008 nas suas versões 100% elétricas ganha um “E” e denomina-se E-5008 e a gama é composta pelo Electric 120 com um motor elétrico com 213 cv de potência, uma bateria de 73 kWH e uma autonomia de 500 quilómetros. Segue-se o Electric 230 Long Range com um motor elétrico de 231 cv alimentado por uma bateria de 98 kWh e uma autonomia de 660 quilómetros e por fim o mais potente Electric 320 Dual Motor de tração integral com dois motores elétricos, 326 cv de potência, uma bateria de 73 kWh e uma autonomia de 500 quilómetros.
Além destas soluções elétricas o 5008 conta também com duas opções híbridas, o 5008 Hybrid com o sistema HYBRID 48V da Peugeot com o motor a gasolina 1.2 PureTech com 136 cv e uma assistência elétrica proporcionada por uma bateria de 0,43 kWh e ainda o híbrido Plug-In com o motor 1.6 PureTech com 150 cv associado a um motor elétrico que em conjunto debitam uma potência total de 195 cv.
Para já ainda não há preços definidos para o novo Peugeot 5008, mas a sua chegada ao nosso mercado deverá acontecer no outono deste ano.



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O Google Maps dos romanos
O Império Romano foi o grande responsável pela criação de uma importante rede viária que ligava grande parte da Europa a Roma e agora essa rede pode ser consultada ao estilo do Google Maps.
O engenheiro e historiador holandês René Voorburg criou o Omnesviae, uma espécie de Google Maps que permite saber como era a rede viária no tempo dos romanos e até saber qual o melhor trajeto e distância para ir de uma cidade a outra.
Este “navegador” é baseado no trabalho do historiador Richard Talbert sobre a Tabula Peutingeriana, que era uma cópia dos tempos medievais do mapa que mostrava a rede viária oficial do Império Romano, complementado pelo Itinerário Antonino que é outro documento representativo das vias romanas.
No Omnesviae é possível definir o ponto de partida e o destino que tal como no Google Maps ele define o trajeto mais curto considerando as vias existentes na época. Curioso verificar que colocando o nome atual das localidades o Omnesviae quando define o trajeto “traduz” o nome das mesmas para o nome romano (quando possível). Assim de Lisboa a Madrid, segundo o Omnesviae, vamos de Olisipona a Miaccum.
É sabido que todos os caminhos vão dar a Roma, mas se calhar o Omnesviae, que pode consultar aqui, teria dado muito jeito aos habitantes do Império Romano naquele tempo.
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“Fórmula Mágica” arranca hoje no Caramulo
O Museu do Caramulo abre hoje as portas ao público da sua exposição “Fórmula Mágica” dedicada aos monolugares da Fórmula 1, celebrando os 75 anos da categoria rainha do automobilismo.
Arranca hoje a exposição “Fórmula Mágica” que estará patente até ao dia 18 de outubro em dois pavilhões do complexo do Museu do Caramulo e os visitantes poderão ver ao vivo e a cores alguns dos modelos e objetos que fazem parte da história na Fórmula 1. Como grande destaque está o Lotus 97T com que Ayrton Senna conquistou a primeira vitória da sua carreira no circuito do Estoril em 1985, mas não é o único. Também poderão ser vistos o Ferrari F2005 de Michael Shumacher, o Williams FW14 de Nigel Mansell, o Lotus 100T de Nélson Piquet ou o Benetton B196 de Jean Alesi, entre outros.
Haverá ainda objetos expostos de vários pilotos como Juan Manuel Fangio, Gilles Villeneuve, Niki Lauda, James Hunt ou Alain Prost, por exemplo. A participação portuguesa na Fórmula 1 também marca presença com o Lotus 107B de Pedro Lamy e o Jordan EJ15 de Tiago Monteiro, o carro que deu a melhor classificação de sempre de um piloto português na Fórmula 1, um terceiro lugar em 2005 no Grande Prémio dos Estados Unidos. Além destes bólides, também estão expostos outros objetos destes dois pilotos e também de Nicha Cabral, o primeiro português na Fórmula 1 e de Pedro Matos Chaves.
A exposição segue o mesmo horário do museu, ou seja, está aberta de terça-feira a domingo entre as 10h00 e as 13h00 da parte da manhã e as 14h00 e as 18h00 da parte da tarde. O museu encerra à segunda-feira. O preço dos bilhetes é de 6€ dos 6 aos 15 anos, de 10€ para adultos e de 8,50€ para quem tenha mais de 65 anos. Para mais informações de bilheteira pode consultar a página do Museu do Caramulo aqui.
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