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Motorclássico regressa em 2023
Devido às restrições e limitações impostas pela pandemia do vírus Covid-19, o Salão Motorclássico não se realizou nos últimos três anos, mas em 2023 estará de volta, nos dias 3, 4 e 5 de março.
Ao contrário do que tem sido habitual, desta vez o certame não terá lugar na FIL de Lisboa, mas sim no espaço da Cordoaria Nacional, onde, mais uma vez, os visitantes poderão ver ao vivo os seus clássicos preferidos, sejam eles automóveis ou motos. Para já a organização conta já com mais de uma centena de expositores.
Esta mudança de espaço “surge da vontade de encontrar um espaço que estivesse mais em sintonia com o universo dos veículos clássicos e dos expositores presentes que constituem este meio. A escolha recaiu na Cordoaria Nacional, que pela sua arquitectura e ambiente, é o local ideal para realizar um evento de clássicos, pois potencia a forma de apresentar este tipo de peças e de vivenciar este tipo de eventos” segundo informa a organização do Motorclássico na sua página.
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Lancia Delta fica para segundas núpcias
A Lancia parece ter desistido de lançar o novo Delta em 2028, como já havia sido avançado. Apesar de não ter feito nenhuma declaração sobre o assunto, na calendarização de modelos do Grupo Stellantis até 2030 o Delta não está contemplado.
Luca Napolitano, quando era CEO da Lancia, chegou a falar do alinhamento de três modelos da marca italiana com o Ypsilon, o Gamma e o Delta. Contudo este último não surge na apresentação da calendarização dos novos modelos previstos pelo Grupo Stellantis até 2030. Não quer dizer que o Lancia Delta esteja totalmente fora das cogitações, pois num plano a quatro anos muitas coisas mudam no mundo automóvel e também não houve uma declaração oficial sobre este modelo. No entanto, para já, não será tão cedo que o novo Delta verá a luz do dia e consequentemente não será fácil voltar a ver uma sigla “HF Integrale” a circular na estrada.
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O Google Maps dos romanos
O Império Romano foi o grande responsável pela criação de uma importante rede viária que ligava grande parte da Europa a Roma e agora essa rede pode ser consultada ao estilo do Google Maps.
O engenheiro e historiador holandês René Voorburg criou o Omnesviae, uma espécie de Google Maps que permite saber como era a rede viária no tempo dos romanos e até saber qual o melhor trajeto e distância para ir de uma cidade a outra.
Este “navegador” é baseado no trabalho do historiador Richard Talbert sobre a Tabula Peutingeriana, que era uma cópia dos tempos medievais do mapa que mostrava a rede viária oficial do Império Romano, complementado pelo Itinerário Antonino que é outro documento representativo das vias romanas.
No Omnesviae é possível definir o ponto de partida e o destino que tal como no Google Maps ele define o trajeto mais curto considerando as vias existentes na época. Curioso verificar que colocando o nome atual das localidades o Omnesviae quando define o trajeto “traduz” o nome das mesmas para o nome romano (quando possível). Assim de Lisboa a Madrid, segundo o Omnesviae, vamos de Olisipona a Miaccum.
É sabido que todos os caminhos vão dar a Roma, mas se calhar o Omnesviae, que pode consultar aqui, teria dado muito jeito aos habitantes do Império Romano naquele tempo.
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