Volkswagen Caddy recebe alternativas a gás natural – Motorguia
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Volkswagen Caddy recebe alternativas a gás natural

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A divisão de veículos comercias da Volkswagen acaba de reforçar a gama Caddy com uma nova motorização TGI, a gás natural, na versão de carroçaria Maxi, 35 centímetros mais longa.

O motor 1.5 litros de cilindrada e 131 CV é alimentado por cinco depósitos de aço na parte inferior da carroçaria do veículo, para um total de 139 litros ou 21,1 kg de gás natural comprimido. Uma vez que estes estão instalados debaixo do piso, o grande espaço de carga do Caddy Maxi pode continuar a ser utilizado como nas versões de motor a combustão. O sistema propulsor quase monovalente alimentado a GNC do Caddy também dispõe de um tanque adicional para gasolina, com uma capacidade de 8,25 litros. Caso não seja possível chegar a um posto de abastecimento de GNC, existe, assim, uma reserva adequada.

O motor do Caddy arranca com a ajuda da gasolina e depois funciona sempre com GNC, só alternando para gasolina se o depósito de GNC estiver vazio. Esta transição acontece de forma autónoma e impercetível para os ocupantes. Os indicadores de autonomia e de nível de combustível mudam automaticamente para o combustível atualmente em uso.
A marca anuncia consumo de 4,3 kg de GNC por cada 100 km percorridos, mais de 400 km a funcionar com GNC e cerca de 120 quilómetros adicionais com um depósito cheio de gasolina.
O novo Caddy TGI está disponível nas variantes Cargo, Kombi, Caddy Life e Style, com preços desde os 23.488 euros (líquido/sem IVA) da versão Cargo.


Edição especial Dark Label
Além da versão TGI, a Caddy passa também a estar disponível com acabamento especial Dark Label, que acrescenta calhas de tejadilho pretas, jantes de liga leve pretas Columbo de 17 polegadas com acabamento polido e logotipos específicos com o nome do modelo. As capas dos espelhos retrovisores são também pintadas de preto, os puxadores das portas são da cor da carroçaria do veículo e a calha da porta de correr conta, igualmente, com acabamento preto. Um tejadilho panorâmico de vidro, faróis principais, luzes diurnas e iluminação traseira em LED, bem como o sistema Keyless Start estão incluídos na lista de equipamento.
O pack Dark Label, disponível em toda a gama, custa 1.545 € e é um pacote opcional do modelo Life. Pode incluir os pedais cromados, o ar condicionado Climatronic, inserções cromadas, volante multifunções em couro e arranque sem chave, com um custo extra de 410 €.

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Mercedes-Benz renova eSprinter com mais potência e autonomia

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A Mercedes-Benz atualizou a gama eSprinter com um motor elétrico mais potente, por culpa de baterias de maior capacidade, e que lhe permitem oferecer ao utilizador uma autonomia de até 400 km.



A renovada linha motriz elétrica também possibilitou o alargamento da oferta da gama, com a introdução de mais derivações.
A atualização da eSprinter também inclui um eixo traseiro elétrico, que além de otimizar a linha motriz, é mais leve e permite a produção de outro tipo de versões. Isto significa que estará disponível uma gama mais alargada que incluirá chassis-cabina, versões refrigeradas e em chassis, assim como várias distâncias entre-eixos no furgão.

A potência é obtida a partir de um motor síncrono de iman permanente totalmente novo que desenvolve 100 kW (136 CV) ou 150 kW (204 CV). Constitui um aumento significativo face aos 85 kW do eSprinter atual, cujo binário é de apenas 295 Nm em comparação com os 400 Nm do novo motor.
Será proposta em três opções de bateria de iões de lítio com fosfato de ferro com capacidades de 56 kWh, 81 kWh e 112 kW.

A potência máximo de carregamento também aumentou dos atuais 80 kW para 115 kW. O eSprinter pode receber carregamentos em corrente alterna ou contínua, sendo possível recuperar entre 10% a 80% da capacidade da bateria em 28 minutos no pack de 56 kWh e em 42 minutos no pack maior de 113 kWh.
A autonomia da bateria de maior capacidade, segundo simulações no ciclo WLTP, pode chegar aos 400 quilómetros ou aos 500 quilómetros em ciclo WLTP urbano.

A nova Sprinter recebe o sistema MBUX completo, que foi atualizado para os detalhes específicos de veículos elétricos. Isto significa que o utilizador tem acesso em tempo real ao nível de carga da bateria e à autonomia. Na verdade, a marca alemã criou um indicador interativo inteligente de autonomia ligado ao sistema de navegação, com o objetivo de fornecer uma ideia mais precisa acerca do raio de ação real da bateria.

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Freightliner apresenta segunda geração do SuperTruck

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A Daimler Truck North America (DTNA), uma subsdiária da Daimler Truck, apresentou a segunda gerçaão do SuperTruck em Las Vegas, no CES, camião que traz uma variedade de inovações técnicas para demonstrar o potencial da eficiência no transporte de carga.



O protótipo foi desenvolvido como parte integrante do programa SuperTruck cofinanciado pelo Departamento de Energia dos EUA, cujo objetivo passa por reduzir as emissões no transporte rodoviário de mercadorias. Os engenheiros da DTNA investigam tecnologias de camiões pesados da nova geração, formas técnicas para o seu desenvolvimento e formas de as integrar em produtos de série.

Desenvolvido sobre a base de sucesso do SuperTruck I, apresentado em 2015, o SuperTruck II superou as expetativas no que diz respeito à aerodinâmica, pneus, cadeia cinemática e fornecimento de energia, duplicando a eficiência de carga do veículo base desde o início do programa SuperTruck.
Os engenheiros da Freightine puderam superar as melhorias aerodinâmicas e reduzir a resistência aerodinâmica deste veículo em mais de 12% face ao da primeira geração. E em vez de mudar radicalmente a estrutura do camião, o objetivo do desenho do SuperTruck II era redefinir o formato existente no mercado para maximizar a eficiência aerodinâmica e, ao mesmo tempo, utilizar uma linguagem de design avançado para transmitir essa eficiência. O capô, o para-choques e a carenagem do chassis redesenhados funcionam bem com a estrutura da cabina existente e agora permite que o ar flua sem perturbações ao redor do camião. A grelha, as entradas de ar e as portas foram redesenhadas para que se tornassem mais uniformes e limpas para não comprometerem a aerodinâmica do camião.

O SuperTruck II conta com a cadeia cinemática mais eficiente que a Freightline integrou num camião. O sistema de propulsão altamente eficiente permite uma redução do consumo de 5,7% face ao primeiro modelo. Um inovador sistema elétrico de 48V que conta com baterias de iões e lítio permite reduzir o consumo de combustível e aumentar o conforto do condutor, como um novo sistema de ar condicionado elétrico que consome menos 50% de energia e continua a funcionar mesmo com o motor desligado.
Os pneus também são novos e foram desenhados especificamente para este modelo. Reduzem o consumo de energia do veículo e o tempo de inatividade por manutenção devido ao desgaste minímo. Os pneus têm um papel fundamental para alcançar os objetivos de eficiência ao reduzir a fricção em asfalto, logo é preciso menos combustível para o camião manter a velocidade.

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