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Pedro Leal venceu um troço no Rally de Lisboa com o seu novo carro
O Rally de Lisboa foi um sucesso tanto para o público como para os pilotos. Organizada pelo CPKA, Clube de Promoção de Karting e Automobilismo esta prova lisboeta foi apadrinhada pelo mítico piloto finlandês Markku Alen.
O piloto Pedro Leal, com Paulo Amorim como navegador, estreou o seu novo Volkswagen Polo R5 neste rali, num projeto desportivo que conta com o apoio da Singularity Digital Enterprise. Mesmo sendo um rali de adaptação a este novo carro o piloto portuense rapidamente lhe tomou o jeito e conseguiu mesmo vencer um dos troços do rali da capital.
Com um total de 112 inscritos nas varias classes, no final do Rally de Lisboa foi a dupla João Silva/Vitor Calado a levar o seu Citroën DS3 R5 à vitória tendo Carlos Fernandes/Valter Cardoso num Peugeot 208 Rally4 terminado em segundo lugar e Pedro Clarimundo/Mário Castro num Skoda Fabia R5 em terceiro, fechando o pódio.
Imagens: Zoom Motorsport
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Lancia Delta fica para segundas núpcias
A Lancia parece ter desistido de lançar o novo Delta em 2028, como já havia sido avançado. Apesar de não ter feito nenhuma declaração sobre o assunto, na calendarização de modelos do Grupo Stellantis até 2030 o Delta não está contemplado.
Luca Napolitano, quando era CEO da Lancia, chegou a falar do alinhamento de três modelos da marca italiana com o Ypsilon, o Gamma e o Delta. Contudo este último não surge na apresentação da calendarização dos novos modelos previstos pelo Grupo Stellantis até 2030. Não quer dizer que o Lancia Delta esteja totalmente fora das cogitações, pois num plano a quatro anos muitas coisas mudam no mundo automóvel e também não houve uma declaração oficial sobre este modelo. No entanto, para já, não será tão cedo que o novo Delta verá a luz do dia e consequentemente não será fácil voltar a ver uma sigla “HF Integrale” a circular na estrada.
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O Google Maps dos romanos
O Império Romano foi o grande responsável pela criação de uma importante rede viária que ligava grande parte da Europa a Roma e agora essa rede pode ser consultada ao estilo do Google Maps.
O engenheiro e historiador holandês René Voorburg criou o Omnesviae, uma espécie de Google Maps que permite saber como era a rede viária no tempo dos romanos e até saber qual o melhor trajeto e distância para ir de uma cidade a outra.
Este “navegador” é baseado no trabalho do historiador Richard Talbert sobre a Tabula Peutingeriana, que era uma cópia dos tempos medievais do mapa que mostrava a rede viária oficial do Império Romano, complementado pelo Itinerário Antonino que é outro documento representativo das vias romanas.
No Omnesviae é possível definir o ponto de partida e o destino que tal como no Google Maps ele define o trajeto mais curto considerando as vias existentes na época. Curioso verificar que colocando o nome atual das localidades o Omnesviae quando define o trajeto “traduz” o nome das mesmas para o nome romano (quando possível). Assim de Lisboa a Madrid, segundo o Omnesviae, vamos de Olisipona a Miaccum.
É sabido que todos os caminhos vão dar a Roma, mas se calhar o Omnesviae, que pode consultar aqui, teria dado muito jeito aos habitantes do Império Romano naquele tempo.
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