Um ano e meio depois, nova geração de camiões MAN ganha outros argumentos – Motorguia
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Um ano e meio depois, nova geração de camiões MAN ganha outros argumentos

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A MAN está a apresentar novos destaques de produtos para a Nova Geração de Camiões, recém-lançada no ano passado, que tornam o TGX, TGS, TGM e TGL ainda mais seguros e fáceis de usar, mas também mais eficientes e digitais.



O sistema de troca de espelho MAN OptiView, o assistente de direção MAN CruiseAssist, economia de combustível adicional de até 3,7 por cento, bem como atualizações “over-the-air” com MAN Now e novos serviços digitais são apenas algumas das inovações que chegam entre a segunda metade de 2021 e o início de 2022 que proporcionará aos motoristas e transportadoras benefícios duradouros nas suas operações diárias.

Nova geração de camiões MAN disponível com uma gama de novos destaques de produtos entre a segunda metade de 2021 e o início de 2022.

O sistema de substituição de espelhos MAN OptiView e as novas funções de assistência tornarão a nova geração de camiões MAN ainda mais segura e fácil de usar.

Economia de combustível adicional de até 3,7 por cento graças às novas funções de condução e melhorias aerodinâmicas.

A expandida gama de serviços digitais simplifica as operações do dia-a-dia das empresas de transporte e motoristas.

O novo assistente para prevenção de colisões oferece maior segurança ao mudar de faixa. Como extensão do sistema de aviso de mudança de faixa anterior, o assistente intervém fazendo uma contra-direção no caso de uma colisão ser iminente.

A nova função MAN CruiseAssist oferece outra forma eletrónica de assistência de condução. Pode ser usada para conduzir, travar e acelerar os camiões TGX e TGS de forma independente no trânsito, mesmo em caso de engarrafamentos.

Embora o motorista precise manter as mãos no volante o tempo todo, o sistema tira grande parte da sobrecarga do motorista e oferece benefícios de segurança significativos. Ambos os sistemas estarão disponíveis para o TGX e TGS a partir de julho.

O assistente de prevenção de colisão, bem como as funções de suporte para mudança de faixa e assistência para virar, que já estão disponíveis para o TGX e TGS, podem ser encomendados para o TGM a partir de outubro.

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Volkswagen ID. Buzz Cargo recebe versão mista de cinco lugares

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O Volkswagen ID. Buzz Cargo passa a estar disponível numa nova versão mista de cinco lugares (2+3), graças à introdução de uma divisória fixa entre a cabina e o compartimento de carga. Esta solução está disponível tanto na versão de chassis curto como longo, alargando a versatilidade do modelo elétrico da marca alemã..

A nova configuração foi desenvolvida em parceria com a empresa dos Países Baixos Spoeks Automotive e permite conjugar, de forma eficiente, o transporte de passageiros e de carga. A divisória pode ser selecionada diretamente no configurador do modelo e é instalada de fábrica, imediatamente atrás da segunda fila de bancos.

Com esta solução, o compartimento de carga fica completamente separado da cabina, podendo ser utilizado de forma semelhante à versão Cargo tradicional, incluindo a possibilidade de carregar até ao tejadilho.


De acordo com a marca alemã, uma das principais vantagens é o isolamento eficaz da sujidade e do ruído, que deixam de se propagar para a zona dos passageiros. A divisória integra ainda um óculo, assegurando a visibilidade traseira.

Outro benefício apontado prende-se com a maior eficiência do sistema de climatização, já que o volume a aquecer ou arrefecer no habitáculo é reduzido, contribuindo para um melhor conforto térmico e potencial poupança energética.

A divisória produzida pela Spoeks Automotive é fabricada em Compex, um material compósito leve, resistente e com acabamento suave de elevada qualidade. Na face dianteira, do lado do compartimento de carga, encontra-se um espaço aberto destinado à arrumação do cabo de carregamento.

A Volkswagen garante que a instalação desta divisória não interfere com os cintos de segurança nem com os airbags laterais, mantendo intactos os padrões de segurança do modelo. A opção está disponível para ambas as variantes de carroçaria e, no mercado alemão, tem um preço de 1.856 euros.

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UE enfrenta falta de 500 mil condutores profissionais do volante

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A União Europeia enfrenta uma escassez estrutural de cerca de meio milhão de postos de trabalho por preencher entre condutores profissionais de camiões e autocarros.

Esta situação crítica levou a Comissão Europeia a encomendar um estudo à Organização Internacional do Transporte Rodoviário (IRU), que valida a contratação regulada de condutores extracomunitários como uma medida complementar essencial para mitigar o problema.

A análise revela que os percursos para integrar condutores provenientes de países terceiros variam significativamente entre os Estados-Membros. Os processos combinam diretivas europeias com regulamentações nacionais, originando duplicações administrativas. Em consequência, os trâmites podem prolongar-se entre seis e doze meses, com custos que podem atingir 20 mil euros por condutor.

Existem ainda estrangulamentos críticos em duas áreas fundamentais. Em primeiro lugar, a carta de condução necessita de ser trocada por uma licença da UE, podendo implicar exames adicionais. Em segundo lugar, a qualificação profissional (CAP/CPC) obtida fora da UE não é reconhecida, obrigando à realização da formação inicial completa no Estado-Membro de acolhimento, incluindo uma residência mínima de 185 dias.

A Espanha destaca-se positivamente no estudo por permitir o acesso através de visto de estudante para a realização da formação CAP, facilitando significativamente o percurso quando comparado com outras vias administrativas. É igualmente valorizada a coordenação formal entre ministérios, concretizada através de um protocolo de cooperação assinado em 2023.

A Polónia recebe também reconhecimento pelo seu sistema ágil. Concretamente, cidadãos da Ucrânia, Bielorrússia, Arménia, Geórgia e Moldávia podem trabalhar durante dois anos mediante uma declaração escrita registada, em substituição do tradicional visto de trabalho.

O estudo propõe a simplificação e harmonização dos percursos administrativos entre os Estados-Membros, bem como a implementação de vias rápidas (fast track) sem comprometer os padrões de segurança. Defende ainda o desenvolvimento de projetos-piloto no âmbito da iniciativa SDM4EU, promovida pela IRU, que transforma a análise política em esquemas operacionais reais, garantindo uma mobilidade de condutores segura e regulada.

Ramón Valdivia, vice-presidente executivo da ASTIC e membro do Comité Executivo da IRU, sublinha que “esta publicação representa um apoio institucional a uma tese que temos defendido há anos”. Em síntese, a contratação corretamente gerida de condutores de países terceiros consolida-se como uma ferramenta complementar fundamental para enfrentar a escassez estrutural, tanto em Espanha como no conjunto da União Europeia.

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