Portimão poderá fazer parte do calendário de Moto GP para 2021 – Motorguia
Ligue-se connosco

Motos

Portimão poderá fazer parte do calendário de Moto GP para 2021

Published

on

A Dorna já divulgou o calendário de provas para o campeonato de MotoGP de 2021. Sendo um calendário ainda provisório pois com a conjuntura da pandemia do vírus Covid-19 todas as provas desportivas estão a ser planeadas com muitas incertezas, como é compreensível.



Mas entre tantos fatores imponderáveis há uma certeza, é que para o próximo ano o calendário não contempla o circuito checo de Brno pois este necessita de obras impostas pela Dorna e a FIM e ao que parece não há dinheiro para realizar essas obras por parte dos responsáveis checos. Este facto deixa uma abertura no calendário entre 11 de julho e 15 de Agosto, estando o circuito de Portimão muito bem posicionado para preencher essa vaga e voltarmos a ter o Grande Prémio de Portugal em 2021 no Autódromo Internacional do Algarve. Esperemos que sim.

Aqui fica o calendário provisório do campeonato de MotoGP para 2021:

28 de março – GP do Qatar
11 de abril – GP da Argentina
18 de abril – GP das Américas
2 de maio – GP de Espanha
16 de maio – GP de França
30 de maio – GP de Itália
6 de junho – GP da Catalunha
20 de junho – GP da Alemanha
27 de junho – GP de Assen
11 de julho – GP da Finlândia
– Circuito a anunciar
15 de agosto – GP da Áustria
29 de agosto – GP da Grã-Bretanha
12 de setembro – GP de Aragão
19 de setembro – GP de São Marino
3 de outubro – GP do Japão
10 de outubro – GP da Tailândia
24 de outubro – GP da Austrália
31 de outubro- GP da Malásia
14 de novembro – GP da Comunidade Valenciana

Clique para comentar

Deixe a sua resposta

O seu endereço de email não será publicado.

Motos

MotoGP em modo “vintage” em Silverstone

Published

on

Celebrando os 75 anos de MotoGP, a organização tem planeado um conjunto de iniciativas que comemoram esse aniversário e uma delas irá ter lugar no próximo grande prémio britânico que terá lugar em Silverstone em Agosto.



Será um fim de semana “retro” aquele que se irá viver em Silverstone este ano entre os dias 2 e 4 de agosto com todas as equipas a usarem decorações nas suas motos que recordam cores míticas do seu passado. A revelação destas decorações irá ter lugar a 1 de agosto numa cerimónia especial com direito a transmissão televisiva a partir das 14h00.

Continuar a ler

Manutenção Motos

Os riscos da condução em cidade

Published

on

Conduzir uma moto já obriga a uma atenção redobrada e um enorme foco na estrada e no ambiente rodoviário e se a isso somarmos um ambiente urbano, então é preciso ainda mais cuidado pois os riscos aumentam devido ao maior número de fatores e de imponderáveis que tem este ambiente rodoviário. alguns dos quais passamos aqui a enumerar.



Sinalização horizontal

Começamos por um dos elementos mais comuns nas ruas de uma cidade, a sinalização horizontal pintada no asfalto: as passadeiras, os traços contínuos ou descontínuos ou as setas de sentido ou de mudança de direção. Todos estes elementos são pintados no asfalto e a sua superfície não tem a mesma aderência que o alcatrão. Logo quando os pneus de uma moto passam por cima desta sinalização há um maior risco de perda de aderência o que se torna complicado se tiver de mudar de direção, travar e mais grave ainda se estiver a chover. Evite sempre passar por cima desta sinalização quando o piso está molhado e tenha um cuidado redobrado com travagens ou acelerações nessas circunstâncias.

Elementos metálicos

As tampas de esgoto ou as tampas de inspeção que se encontram nas ruas são também elas um risco pois, tal como a sinalização horizontal pintada no asfalto, também estas tampas têm menos aderência e pode ser escorregadias para os pneus da moto. A juntar a estes elementos também podemos acrescentar as juntas de dilatação das pontes ou das vias rápidas com as quais é preciso ter o mesmo tipo de cuidado. Se falarmos mais uma vez de dias de chuva o risco aumenta substancialmente, até porque se forem chuvas torrenciais pode dar-se o caso das tampas de saneamento saírem do seu lugar deixando um buraco de dimensões consideráveis e altamente perigoso se estiver dissimulado e “escondido” debaixo de água.

Água e outros líquidos

Além da chuva também os sistemas de rega das zonas verdes das cidades podem ser um perigo. Primeiro porque fazem quase o mesmo efeito na estrada que a chuva, ou seja, o piso molhado tem menos aderência e fica mais escorregadio e depois porque o motociclista não está à espera porque regar as zonas verdes é algo mais comum fora da época das chuvas e por isso ele não espera encontrar o piso molhado. Além da água também é preciso estar atento a derrames de óleo ou combustível na estrada, especialmente se circula nas imediações de um posto de abastecimento.

Carris do elétrico

Os carris do elétrico são dos elementos mais perigosos em ambiente urbano. Naturalmente já são um ponto de pouca aderência para os pneus e se chover é pior ainda. Para algumas motos com medidas de pneu mais reduzidas (como algumas scooters) acresce ainda o perigo do pneu “engatar” no carril e prender o que é meio caminho andado para uma queda séria.

Ruas de calçada

A utilização de calçada de pedra no pavimento é algo habitual nas cidades e por isso quem anda de moto deve ter especial atenção pois os pneus têm menos aderência na calçada do que no asfalto. Novamente se já é assim em seco, então quando chove, ou até mesmo com a humidade da manhã, é preciso ter ainda mais cuidado.

Piso em mau estado

O enorme fluxo de trânsito de uma cidade faz com que as vias sofram mais do que o normal e por isso o surgimento de buracos é uma constante e em zonas onde circulam veículos pesados é normal que a via comece a ficar com sulcos profundos onde passam os rodados dos camiões. Tudo isto é um risco para o motociclista. Os buracos podem causar ressaltos e além de danos na moto podem provocar quedas e as inclinações dos sulcos também complicam a condução. Nalgumas zonas a própria sujidade, poeiras ou gravilha acumuladas numa curva, por exemplo são elementos que facilmente provocam uma queda pois os pneus resvalam e perdem aderência com enorme facilidade.

Claro que em todas estas circunstâncias é essencial que o motociclista circule com o equipamento de segurança adequado, ou seja, o capacete, obviamente, mas também as luvas, o blusão e calçado protetor. São os elementos mínimos para garantir o mínimo de segurança em caso de haver algum “azar”.

Continuar a ler
Publicidade

Publicidade

Newsletter

Ultimas do Fórum

Em aceleração