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BMW apresenta a sua primeira moto “M”

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A sigla “M” é sinónimo do expoente máximo do caráter desportivo na BMW e chegou agora também às motos na forma da M1000RR, apresentada em conjunto com os seus irmãos de quatro rodas M3 Sedan e M4 Coupé.



Tendo como base a S1000RR a BMW levou ainda mais longe as potencialidades desta desportiva e criou a M1000RR, uma moto que já se aguardava, especialmente depois da BMW Motorrad ter lançado um Pack M para a S1000RR, que já deixava algumas indicações do que o futuro poderia trazer: uma moto “M”.

Com algumas alterações no motor de 999 cc de cilindrada da S1000RR e uma nova linha de escape, esta M1000RR oferece 212 cv de potência às 14.500 rpm, mais 5 cv que a moto que lhe serve de base e um binário de 113 Nm às 11.000 rpm. A diferença de potência não é muita, mas a forma como esta está disponível no regime do motor, especialmente acima das 6.000 rpm, é mais pujante.

Para poder explorar ao máximo estas novas possibilidades do motor a M1000RR conta com um pacote aerodinâmico que resulta da experiência da marca em competição e dos resultados obtidos no túnel de vento. Esse pacote conta com umas asas dianteiras em fibra de carbono e um ecrã um pouco maior que o da S1000RR.

A capacidade de travagem também foi melhorada através de um sistema desenvolvido pela divisão M com base nos seus conhecimentos adquiridos em competição e mostra-se mais eficaz e resistente à fadiga.

Com jantes em fibra de carbono, uma suspensão com mais opções de afinação, um motor com cinco modos de condução e um peso que não ultrapassa os 192 kg (em cheio) esta M1000RR promete muitas emoções em pista e também na estrada já que não é um modelo criado apenas para circuito (como acontecia com a HP4), esta desportiva está devidamente homologada para circular na via pública.

Para já, os preços desta M1000RR ainda não foram divulgados.

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Mercado de motociclos cai 5,2% em 2020

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Num ano marcado pelos efeitos da pandemia do vírus Covid-19, o mercado nacional de vendas de motociclos registou uma queda de 5,2% face ao ano de 2021.



Segundo os dados revelados pela ACAP, Associação Automóvel de Portugal, foi vendido um total de 32.097 unidades, entre ciclomotores, motociclos, triciclos e quadriciclos, sendo que a maior fatia das vendas foi de motociclos com uma cilindrada até 125 cc (15.830 unidades).

É certo que estamos perante uma queda nas vendas após vários anos em que o mercado vinha a registar um sólido crescimento, mas considerando as vicissitudes de um ano tão atípico e comparando, por exemplo, com os resultados das vendas do mercado automóvel que registou uma queda de 33,9%, então o sector das motos até teve um comportamento “menos mau”.

Uma das razões para esta queda não ter sido mais acentuada pode ter a ver com o facto de neste período de pandemia a moto ter surgido como um meio de transporte de certa forma mais seguro pois os riscos de contaminação pelo novo Coronavírus são menores. Normalmente o motociclista viaja sozinho e além disso o equipamento de segurança que tem de utilizar, nomeadamente o capacete, acaba por funcionar também como proteção face ao contágio.

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Portimão poderá fazer parte do calendário de Moto GP para 2021

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A Dorna já divulgou o calendário de provas para o campeonato de MotoGP de 2021. Sendo um calendário ainda provisório pois com a conjuntura da pandemia do vírus Covid-19 todas as provas desportivas estão a ser planeadas com muitas incertezas, como é compreensível.



Mas entre tantos fatores imponderáveis há uma certeza, é que para o próximo ano o calendário não contempla o circuito checo de Brno pois este necessita de obras impostas pela Dorna e a FIM e ao que parece não há dinheiro para realizar essas obras por parte dos responsáveis checos. Este facto deixa uma abertura no calendário entre 11 de julho e 15 de Agosto, estando o circuito de Portimão muito bem posicionado para preencher essa vaga e voltarmos a ter o Grande Prémio de Portugal em 2021 no Autódromo Internacional do Algarve. Esperemos que sim.

Aqui fica o calendário provisório do campeonato de MotoGP para 2021:

28 de março – GP do Qatar
11 de abril – GP da Argentina
18 de abril – GP das Américas
2 de maio – GP de Espanha
16 de maio – GP de França
30 de maio – GP de Itália
6 de junho – GP da Catalunha
20 de junho – GP da Alemanha
27 de junho – GP de Assen
11 de julho – GP da Finlândia
– Circuito a anunciar
15 de agosto – GP da Áustria
29 de agosto – GP da Grã-Bretanha
12 de setembro – GP de Aragão
19 de setembro – GP de São Marino
3 de outubro – GP do Japão
10 de outubro – GP da Tailândia
24 de outubro – GP da Austrália
31 de outubro- GP da Malásia
14 de novembro – GP da Comunidade Valenciana

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MV Agusta com perfume francês

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A MV Agusta está a apostar nas edições especiais de alguns dos seus modelos e desta vez, fazendo uma parceria com a bem conhecida Alpine, criou a MV Agusta Superveloce Alpine, um modelo que junta numa só máquina o legado de dois grandes nomes do mundo motorizado.



Desenhada no Mónaco Design Studio do construtor de motos italiano esta MV Agusta tem como base o modelo Superveloce 800 e a sua produção será limitada a 110 unidades, numa alusão evidente ao mítico Alpine A110, com cada unidade a ser numerada e assinada pelos responsáveis das duas marcas.

Esteticamente a fusão da MV Agusta com a Alpine é evidente, a começar pela própria cor azul da moto e estendendo-se a diversos detalhes como o logotipo “A” nas laterais, a presilha em pele “Alpine” no topo do depósito, as jantes pretas com elementos em metal que relembram as jantes do A110, entre outros.

Esta MV Agusta Superveloce Alpine não é só estética, esta desportiva vem com um kit racing apropriado para melhor tirar partido desta máquina em pista. Este kit conta com uma programação específica da centralina o motor desta desportiva debita 153 cv de potência, mais 6 cv que o modelo de série que tem 147 cv.

O sistema de escape Arrow tem duas ponteiras na direita e uma na esquerda e o sistema de travagem tem também uma nova centralina do ABS, a Continental MK100 que permite explorar a travagem ao máximo sem a entrada em ação do ABS.

Com um peso de 166 kg em seco graças à utilização da vibra de carbono em vários componentes como as condutas de admissão ou a proteção da corrente, esta Superveloce Alpine promete grandes emoções em pista e já pode ser encomendada. Mesmo com um preço de 36.300€ a marca acredita que não demorará muito a ter todos os 110 modelos vendidos.

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