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O maior ecrã do mundo num automóvel
No dias que correm, todos estamos habituados a ver generosos ecrãs dentro dos automóveis modernos, tendo assistido a um aumento gradual das dimensões dos mesmos.
Há, por isso, construtores a chamar para si a atenção com seus ecrãs de 12″, recorrendo a Tesla a uma unidade de 17″. No entanto, durante o CES 2019, a Byton, uma pequena marca chinesa de automóveis elétricos, resolveu entrar, literalmente, noutra dimensão. Revelou a versão final do interior do seu Crossover, o M-Byte, que se destaca por apresentar um ecrã curvo com 48″, entre os dois pilares A. Sim, são mesmo 48″. Eles dizem que equivale ao tamanho conjunto dos ecrãs de 24 smartphones.
Como pode não ser suficiente, há ainda mais dois ecrãs: um de 7″, colocado no volante, e outro, com 8″, colocado na consola central.
Parece confuso, de facto, mas vamos ter de esperar, pelo menos, até 2020 para o vermos na Europa e termos oportunidade de testá-lo.
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Lancia Delta fica para segundas núpcias
A Lancia parece ter desistido de lançar o novo Delta em 2028, como já havia sido avançado. Apesar de não ter feito nenhuma declaração sobre o assunto, na calendarização de modelos do Grupo Stellantis até 2030 o Delta não está contemplado.
Luca Napolitano, quando era CEO da Lancia, chegou a falar do alinhamento de três modelos da marca italiana com o Ypsilon, o Gamma e o Delta. Contudo este último não surge na apresentação da calendarização dos novos modelos previstos pelo Grupo Stellantis até 2030. Não quer dizer que o Lancia Delta esteja totalmente fora das cogitações, pois num plano a quatro anos muitas coisas mudam no mundo automóvel e também não houve uma declaração oficial sobre este modelo. No entanto, para já, não será tão cedo que o novo Delta verá a luz do dia e consequentemente não será fácil voltar a ver uma sigla “HF Integrale” a circular na estrada.
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O Google Maps dos romanos
O Império Romano foi o grande responsável pela criação de uma importante rede viária que ligava grande parte da Europa a Roma e agora essa rede pode ser consultada ao estilo do Google Maps.
O engenheiro e historiador holandês René Voorburg criou o Omnesviae, uma espécie de Google Maps que permite saber como era a rede viária no tempo dos romanos e até saber qual o melhor trajeto e distância para ir de uma cidade a outra.
Este “navegador” é baseado no trabalho do historiador Richard Talbert sobre a Tabula Peutingeriana, que era uma cópia dos tempos medievais do mapa que mostrava a rede viária oficial do Império Romano, complementado pelo Itinerário Antonino que é outro documento representativo das vias romanas.
No Omnesviae é possível definir o ponto de partida e o destino que tal como no Google Maps ele define o trajeto mais curto considerando as vias existentes na época. Curioso verificar que colocando o nome atual das localidades o Omnesviae quando define o trajeto “traduz” o nome das mesmas para o nome romano (quando possível). Assim de Lisboa a Madrid, segundo o Omnesviae, vamos de Olisipona a Miaccum.
É sabido que todos os caminhos vão dar a Roma, mas se calhar o Omnesviae, que pode consultar aqui, teria dado muito jeito aos habitantes do Império Romano naquele tempo.
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