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Mini apresenta dois John Cooper Works elétricos
Aquela que é a versão mais desportiva da Mini, os modelos John Cooper Works, vai também passar a ser totalmente elétrica.
Esta estreia na marca foi revelada no Salão Automóvel de Paris e abrange dois modelos, o John Cooper Works (JCW) Electric de três portas e o JCW Aceman de cindo portas. Estes contam com um motor elétrico capaz de debitar 258 cv de potência e 350 Nm de binário e de uma bateria com 49,2 kWh que se estima permita uma autonomia de 371 quilómetros para o Electric e de 355 para o Aceman. Além desta potência, um botão ativa o modo “go-kart” que disponibiliza ao condutor mais 27 cavalos de potência por um curto período de tempo.
Em termos dinâmicos estes dois JCW continuarão a ser alvo de um “tratamento especial” e para condizer com o novo “coração” elétrico estes dois modelos contam com uma suspensão mais desportiva e um sistema de travagem também ele mais “mordaz” para continuar a fazer dos JCW os modelos mais divertidos e interativos da Mini.
De momento a mini não avançou com mais detalhes sobre quando estes dois modelos começarão a ser comercializados, nem qual será o seu preço final.




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Lancia Delta fica para segundas núpcias
A Lancia parece ter desistido de lançar o novo Delta em 2028, como já havia sido avançado. Apesar de não ter feito nenhuma declaração sobre o assunto, na calendarização de modelos do Grupo Stellantis até 2030 o Delta não está contemplado.
Luca Napolitano, quando era CEO da Lancia, chegou a falar do alinhamento de três modelos da marca italiana com o Ypsilon, o Gamma e o Delta. Contudo este último não surge na apresentação da calendarização dos novos modelos previstos pelo Grupo Stellantis até 2030. Não quer dizer que o Lancia Delta esteja totalmente fora das cogitações, pois num plano a quatro anos muitas coisas mudam no mundo automóvel e também não houve uma declaração oficial sobre este modelo. No entanto, para já, não será tão cedo que o novo Delta verá a luz do dia e consequentemente não será fácil voltar a ver uma sigla “HF Integrale” a circular na estrada.
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O Google Maps dos romanos
O Império Romano foi o grande responsável pela criação de uma importante rede viária que ligava grande parte da Europa a Roma e agora essa rede pode ser consultada ao estilo do Google Maps.
O engenheiro e historiador holandês René Voorburg criou o Omnesviae, uma espécie de Google Maps que permite saber como era a rede viária no tempo dos romanos e até saber qual o melhor trajeto e distância para ir de uma cidade a outra.
Este “navegador” é baseado no trabalho do historiador Richard Talbert sobre a Tabula Peutingeriana, que era uma cópia dos tempos medievais do mapa que mostrava a rede viária oficial do Império Romano, complementado pelo Itinerário Antonino que é outro documento representativo das vias romanas.
No Omnesviae é possível definir o ponto de partida e o destino que tal como no Google Maps ele define o trajeto mais curto considerando as vias existentes na época. Curioso verificar que colocando o nome atual das localidades o Omnesviae quando define o trajeto “traduz” o nome das mesmas para o nome romano (quando possível). Assim de Lisboa a Madrid, segundo o Omnesviae, vamos de Olisipona a Miaccum.
É sabido que todos os caminhos vão dar a Roma, mas se calhar o Omnesviae, que pode consultar aqui, teria dado muito jeito aos habitantes do Império Romano naquele tempo.
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