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Mini apresenta dois John Cooper Works elétricos
Aquela que é a versão mais desportiva da Mini, os modelos John Cooper Works, vai também passar a ser totalmente elétrica.
Esta estreia na marca foi revelada no Salão Automóvel de Paris e abrange dois modelos, o John Cooper Works (JCW) Electric de três portas e o JCW Aceman de cindo portas. Estes contam com um motor elétrico capaz de debitar 258 cv de potência e 350 Nm de binário e de uma bateria com 49,2 kWh que se estima permita uma autonomia de 371 quilómetros para o Electric e de 355 para o Aceman. Além desta potência, um botão ativa o modo “go-kart” que disponibiliza ao condutor mais 27 cavalos de potência por um curto período de tempo.
Em termos dinâmicos estes dois JCW continuarão a ser alvo de um “tratamento especial” e para condizer com o novo “coração” elétrico estes dois modelos contam com uma suspensão mais desportiva e um sistema de travagem também ele mais “mordaz” para continuar a fazer dos JCW os modelos mais divertidos e interativos da Mini.
De momento a mini não avançou com mais detalhes sobre quando estes dois modelos começarão a ser comercializados, nem qual será o seu preço final.




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Lisboa tem novos autocarros para zonas históricas
A Carris mostrou os seus novos miniautocarros totalmente elétricos que irão circular nas zonas históricas da capital e que carinhosamente apelidou de “manjericos”.
Com um custo de cerca de três milhões de euros enquadrados pelo PRR, esta frota de 15 miniautocarros destina-se a melhorar o serviço da Carris nas zonas históricas da cidade, tradicionalmente complexas pelas características das suas ruas. Na apresentação destes novos “manjericos” que decorreu no Parque da Serafina, em Monsanto, esteve presente o Presidente da Câmara Municipal de Lisboa, Carlos Moedas. O autarca referiu que sensivelmente 48% dos autocarros da Carris ainda são modelos a gasóleo, número que já é menor do que os 70% que existiam em 2021 prevendo-se que “em 2030, já não teremos autocarros a gasóleo”.
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Polestar vai ter mais comandos físicos
A Polestar vai deixar de apostar totalmente num desenho simplista e “limpo” no interior dos seus modelos e seguir a opinião dos seus clientes, passando a adotar comandos físicos para algumas funções importantes, reduzindo a necessidade de uso do ecrã táctil.
Numa entrevista à britânica AutoCar, Michael Lohschellero, o administrador-delegado da Polestar, referiu que a marca está atenta à opinião dos seus clientes e vai repensar a sua abordagem, passando a adotar botões físicos para o controlo de algumas funções do automóvel sem ter de recorrer tanto aos ecrãs tácteis.
Esta mudança poderá verificar-se já na renovação do Polestar 3 com a adoção de mais comandos físicos e a redução da dependência dos ecrãs, algo que vai de encontro ao desejo dos utilizadores, mas que também segue as recomendações de várias entidades ligadas à segurança rodoviária e à regulação do sector automóvel.
A melhoria da segurança e da ergonomia nos dias de hoje passa por reduzir a ligação excessiva do condutor aos ecrãs tácteis e permitir que ele comande certas funções do automóvel sem ter de retirar a sua atenção da estrada e nesse sentido os botões físicos continuam a ser a solução mais segura e funcional.
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