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Mini apresenta dois John Cooper Works elétricos
Aquela que é a versão mais desportiva da Mini, os modelos John Cooper Works, vai também passar a ser totalmente elétrica.
Esta estreia na marca foi revelada no Salão Automóvel de Paris e abrange dois modelos, o John Cooper Works (JCW) Electric de três portas e o JCW Aceman de cindo portas. Estes contam com um motor elétrico capaz de debitar 258 cv de potência e 350 Nm de binário e de uma bateria com 49,2 kWh que se estima permita uma autonomia de 371 quilómetros para o Electric e de 355 para o Aceman. Além desta potência, um botão ativa o modo “go-kart” que disponibiliza ao condutor mais 27 cavalos de potência por um curto período de tempo.
Em termos dinâmicos estes dois JCW continuarão a ser alvo de um “tratamento especial” e para condizer com o novo “coração” elétrico estes dois modelos contam com uma suspensão mais desportiva e um sistema de travagem também ele mais “mordaz” para continuar a fazer dos JCW os modelos mais divertidos e interativos da Mini.
De momento a mini não avançou com mais detalhes sobre quando estes dois modelos começarão a ser comercializados, nem qual será o seu preço final.




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Chama-se Striker e será a nova aposta da Dacia
O novo modelo da Dacia, a Striker tem apresentação agendada para o dia 10 de março, mas a marca romena já divulgou um pequeno vídeo teaser para aguçar a curiosidade para o dia da revelação.
A Striker será o novo topo de gama da Dacia e parece que a aposta vai recair numa carrinha com ares de crossover, já que é maior e mais alta que o atual Jogger, por exemplo e ao mesmo tempo tem uma altura ao solo ligeiramente maior que uma carrinha “normal”. Tal como toda a gama Dacia, também a Striker deverá ter um preço muito competitivo quando chegar ao mercado.
A apresentação está prevista para o dia 10 de março, mas para já a Dacia partilhou um vídeo teaser onde podemos ver alguns pormenores da nova Striker:
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Crise no Médio Oriente pode trazer a Fórmula 1 para Portugal
A perigosa situação que se vive no Médio Oriente devido ao conflito dos Estados Unidos e Israel com o Irão poderá obrigar ao cancelamento das provas de Fórmula 1 no Bahrein e na Arábia Saudita e a solução para manter o calendário da competição poderá passar por Portugal.
A operação militar “Fúria Épica” desencadeada pelos Estados Unidos e por Israel contra o Irão resultou num conflito que se estendeu aos países árabes vizinhos do Irão entre os quais o Bahrein e a Arábia Saudita que deveriam receber a Fórmula 1 no próximo mês de abril. A instabilidade na região e a incerteza quanto à duração desta crise leva os responsáveis da Federação Internacional do Automóvel (FIA), em conjunto com a proprietária dos direitos da Fórmula 1, a Liberty Media, a equacionarem o cancelamento destes dois Grandes Prémios e a sua substituição noutra localização. Neste contexto o Autódromo Internacional do Algarve, em Portimão, surge como uma forte solução pois, além de já estar no calendário de Fórmula 1 de 2027, ele tem a homologação máxima de Grau 1 da FIA e é um circuito muito bem visto tanto por pilotos como por equipas. A solução portuguesa surge como a mais rápida, simples e eficaz de concretizar pelo que é bem possível que venhamos a ter a Fórmula 1 em Portugal já em 2026.
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