MAXUS mostra no IAA um camião e uma pick-up elétricos – Motorguia
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MAXUS mostra no IAA um camião e uma pick-up elétricos

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A SAIC MAXUS, marca representada em Portugal pelo grupo Astara, estreou-se no IAA Transportation Show de 2022, que decorreu em Hanover, Alemanha.


Em foco esteve a sua mais recente gama de veículos elétricos, destinada ao trabalho e ao lazer.
Assim, a MAXUS apresentou cinco dos seus veículos elétricos no IAA Transportation Show 2022. Além dos populares comerciais ligeiros eDELIVER 3 e eDELIVER 9 (de maiores dimensões), deu ainda a conhecer o MAXUS MIFA 9 (MPV), o T90 EV (pick-up elétrica) e o mais recente projeto da SAIC, o MAXUS Electric Light Truck.

A marca apresentou também a sua nova pick-up elétrica, com uma bateria de 88,5 kWh e uma autonomia de 330 km (WLTP combinada). Adequada para condução tanto em estrada como fora dela, a MAXUS T90EV tem um elevado nível de equipamento e um habitáculo contemporâneo e elegante, que inclui um painel de instrumentos digital com um ecrã tátil de 10,25 polegadas e visual minimalista. O interior é amplo, graças ao design simples do painel de instrumentos e da consola central, que liberta mais espaço para passageiros e carga. O exterior destaca-se pela sua aparência desportiva.

Igualmente em estreia europeia, o novo Electric Light Truck da MAXUS apresenta uma autonomia de até 213 km (com carregamento completo) e possui uma cabina individual de três lugares. O peso bruto é de 7490 Kg.
Com uma bateria de lítio de 127,74 kWh da CATL, atinge uma velocidade máxima de 90 km/h, uma potência máxima de 110 kW e um binário máximo de 1200 Nm. Este novo modelo da MAXUS terá uma potência máxima de carregamento de 102 kW para um carregamento com CC (em 1,5 horas) e de 22 kW para um carregamento com CA (em 11 horas).


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Volkswagen ID. Buzz Cargo recebe versão mista de cinco lugares

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O Volkswagen ID. Buzz Cargo passa a estar disponível numa nova versão mista de cinco lugares (2+3), graças à introdução de uma divisória fixa entre a cabina e o compartimento de carga. Esta solução está disponível tanto na versão de chassis curto como longo, alargando a versatilidade do modelo elétrico da marca alemã..

A nova configuração foi desenvolvida em parceria com a empresa dos Países Baixos Spoeks Automotive e permite conjugar, de forma eficiente, o transporte de passageiros e de carga. A divisória pode ser selecionada diretamente no configurador do modelo e é instalada de fábrica, imediatamente atrás da segunda fila de bancos.

Com esta solução, o compartimento de carga fica completamente separado da cabina, podendo ser utilizado de forma semelhante à versão Cargo tradicional, incluindo a possibilidade de carregar até ao tejadilho.


De acordo com a marca alemã, uma das principais vantagens é o isolamento eficaz da sujidade e do ruído, que deixam de se propagar para a zona dos passageiros. A divisória integra ainda um óculo, assegurando a visibilidade traseira.

Outro benefício apontado prende-se com a maior eficiência do sistema de climatização, já que o volume a aquecer ou arrefecer no habitáculo é reduzido, contribuindo para um melhor conforto térmico e potencial poupança energética.

A divisória produzida pela Spoeks Automotive é fabricada em Compex, um material compósito leve, resistente e com acabamento suave de elevada qualidade. Na face dianteira, do lado do compartimento de carga, encontra-se um espaço aberto destinado à arrumação do cabo de carregamento.

A Volkswagen garante que a instalação desta divisória não interfere com os cintos de segurança nem com os airbags laterais, mantendo intactos os padrões de segurança do modelo. A opção está disponível para ambas as variantes de carroçaria e, no mercado alemão, tem um preço de 1.856 euros.

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UE enfrenta falta de 500 mil condutores profissionais do volante

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A União Europeia enfrenta uma escassez estrutural de cerca de meio milhão de postos de trabalho por preencher entre condutores profissionais de camiões e autocarros.

Esta situação crítica levou a Comissão Europeia a encomendar um estudo à Organização Internacional do Transporte Rodoviário (IRU), que valida a contratação regulada de condutores extracomunitários como uma medida complementar essencial para mitigar o problema.

A análise revela que os percursos para integrar condutores provenientes de países terceiros variam significativamente entre os Estados-Membros. Os processos combinam diretivas europeias com regulamentações nacionais, originando duplicações administrativas. Em consequência, os trâmites podem prolongar-se entre seis e doze meses, com custos que podem atingir 20 mil euros por condutor.

Existem ainda estrangulamentos críticos em duas áreas fundamentais. Em primeiro lugar, a carta de condução necessita de ser trocada por uma licença da UE, podendo implicar exames adicionais. Em segundo lugar, a qualificação profissional (CAP/CPC) obtida fora da UE não é reconhecida, obrigando à realização da formação inicial completa no Estado-Membro de acolhimento, incluindo uma residência mínima de 185 dias.

A Espanha destaca-se positivamente no estudo por permitir o acesso através de visto de estudante para a realização da formação CAP, facilitando significativamente o percurso quando comparado com outras vias administrativas. É igualmente valorizada a coordenação formal entre ministérios, concretizada através de um protocolo de cooperação assinado em 2023.

A Polónia recebe também reconhecimento pelo seu sistema ágil. Concretamente, cidadãos da Ucrânia, Bielorrússia, Arménia, Geórgia e Moldávia podem trabalhar durante dois anos mediante uma declaração escrita registada, em substituição do tradicional visto de trabalho.

O estudo propõe a simplificação e harmonização dos percursos administrativos entre os Estados-Membros, bem como a implementação de vias rápidas (fast track) sem comprometer os padrões de segurança. Defende ainda o desenvolvimento de projetos-piloto no âmbito da iniciativa SDM4EU, promovida pela IRU, que transforma a análise política em esquemas operacionais reais, garantindo uma mobilidade de condutores segura e regulada.

Ramón Valdivia, vice-presidente executivo da ASTIC e membro do Comité Executivo da IRU, sublinha que “esta publicação representa um apoio institucional a uma tese que temos defendido há anos”. Em síntese, a contratação corretamente gerida de condutores de países terceiros consolida-se como uma ferramenta complementar fundamental para enfrentar a escassez estrutural, tanto em Espanha como no conjunto da União Europeia.

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