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Daimler comemora um milhão de unidades produzidas do Freightliner Cascadia

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A Daimler Truck AG celebrou um feito significativo com a produção do milionésimo camião pesado Freightliner Cascadia.



Este modelo não é apenas o mais vendido, mas também o primeiro camião da Classe 8 na América do Norte a atingir este número milionésimo de vendas.
O Freightliner Cascadia destaca-se no mercado de camiões comerciais da Classe 8 graças à sua inovação contínua no conforto do condutor, segurança avançada e economia de combustível. Desde o seu lançamento em 2007, o Cascadia melhorou a sua eficiência de combustível em mais de 35%.
Este modelo continua a ser um pioneiro na incorporação de características inovadoras na indústria. Por exemplo, o Cascadia é o veículo base para a iniciativa SuperTruck, um projeto plurianual cofinanciado pelo Departamento de Energia dos EUA (DOE), que está a investigar tecnologias de próxima geração para camiões comerciais pesados e a sua potencial integração em camiões de produção em série.

Além disso, o Freightliner eCascadia elétrico, lançado em 2022, já acumulou mais de 6 milhões de quilómetros percorridos por clientes em mais de 50 frotas nos EUA. Olhando para o futuro, a Daimler Truck North America também concebeu um Cascadia preparado para a autonomia com características de segurança redundantes, incluindo sistemas de travagem e de direção, preparados para funcionalidades de condução autónoma e prontos para a integração de qualquer sistema de condução virtual. O Cascadia preparado para a autonomia está atualmente a ser testado como um camião autónomo em operações reais pela Torc Robotics, uma subsidiária independente da DTNA desde 2019.

  • Primeira geração do Cascadia (2007): o novíssimo Cascadia foi introduzido com a plataforma de motor Detroit Diesel DD15, que oferecia um excelente desempenho, maior economia de combustível e potência líder no sector.
  • Segunda geração do Cascadia ‘Evolution’ (2012): foi lançada a segunda geração da série Cascadia, concebida para aumentar a eficiência do combustível. O lançamento incluiu a introdução da Detroit DT12, uma transmissão manual automatizada que combinava a facilidade operacional de uma transmissão automática com a eficiência de uma transmissão manual.
  • Detroit Connect (2013): A introdução do Detroit Connect trouxe o primeiro conjunto de conetividade instalado de fábrica fornecido pelo OEM para o Cascadia.
  • Detroit Assurance (2015): O Detroit Assurance foi oferecido como o primeiro conjunto proprietário de sistemas de segurança concebidos pelo OEM, integrando totalmente o grupo motopropulsor de Detroit com inovações de condução segura para um nível superior de segurança e desempenho no Cascadia.
  • Terceira geração do Cascadia (2017): A terceira geração do Cascadia introduziu melhorias aerodinâmicas avançadas, características de segurança melhoradas, avanços na conetividade e melhorias no conforto do condutor para satisfazer as necessidades em evolução das frotas e dos condutores.
  • Cascadia de quarta geração com capacidades SAE L2 (2019): Torna-se o primeiro camião pesado de produção em série na América do Norte com melhorias automáticas capazes de controlo lateral (direção) e longitudinal (aceleração/desaceleração).
  • Produção do Freightliner eCascadia (2022): O camião elétrico, inicialmente revelado em 2019 como veículo de teste para clientes, entra em produção em série.
  • SuperTruck II (2023): São introduzidas melhorias contínuas na conceção e aerodinâmica de transportes eficientes através do programa SuperTruck, cofinanciado pelo DOE. O Departamento de Energia dos EUA anuncia também o financiamento do programa Freightliner SuperTruck III, previsto para 2027.
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Farizon reforça presença em Portugal com mais um furgão elétrico

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A Farizon entrou no segmento dos comerciais ligeiros elétricos com a V7E, um furgão desenvolvido de raiz para operação profissional e que começa agora a ser distribuído em mercados europeus como o português. A apresentação decorreu no ECar Show, onde o modelo foi mostrado como uma aposta direta no espaço em rápida transição entre motores a combustão e soluções elétricas para frotas.


Mais do que um produto de imagem, a V7E posiciona-se como uma proposta orientada para o cálculo frio do custo de utilização. A versão Max Range recorre a uma bateria de 67 kWh e assenta na plataforma elétrica dedicada GXA-M, do tipo “skateboard”, onde bateria e componentes estruturais são integrados de forma a libertar espaço útil de carga. O resultado é um furgão compacto no exterior — com cerca de 5 metros de comprimento, mas com um volume de carga que chega aos 6,95 m³, um valor competitivo face ao padrão do segmento.

A aposta da marca segue uma lógica clara: maximizar eficiência operacional. Com uma carga útil até 1.243 kg e uma altura de plataforma reduzida, o modelo foi pensado para facilitar operações de distribuição urbana e logística de última milha. As portas traseiras com abertura até 270 graus e a configuração interior reforçam essa vocação funcional, mais do que qualquer ambição de conforto ou refinamento.

Em termos de autonomia, a versão equipada com bateria LFP de 66,7 kWh anuncia até 475 km em ciclo urbano WLTP, embora esse valor dependa fortemente do tipo de utilização. O carregamento rápido em corrente contínua, até 97 kW, permite recuperar 20 a 80% da bateria em cerca de 18 minutos, um dado relevante para operações com tempo de paragem reduzido.


No interior, a V7E adota a linguagem típica dos comerciais modernos: digitalização funcional e sem excessos. O modelo inclui um ecrã central de 12,3 polegadas, painel de instrumentos digital e compatibilidade com Android Auto e Apple CarPlay, além de um conjunto de 18 sistemas de assistência à condução, posicionando-se no nível 2 de autonomia assistida.

A Farizon, marca do universo Geely, reforça assim a sua presença no mercado europeu de veículos comerciais elétricos com um produto claramente orientado para o custo total de propriedade. Em Portugal, a V7E chega já com versões de carga fechada e vidrada, e preços a partir dos 27.235 euros, mais IVA, um posicionamento agressivo num segmento cada vez mais competitivo e pressionado pela eletrificação das frotas.

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MAN Truck & Bus prepara nova sede em Portugal com foco na eletrificação e assistência

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A MAN Truck & Bus Portugal deu início à construção das futuras instalações em Castanheira do Ribatejo, num investimento que pretende reforçar a capacidade operacional da marca no mercado nacional e acompanhar o crescimento previsto para os próximos anos. A conclusão da obra está prevista para 2028.

A cerimónia de colocação da primeira pedra contou com representantes da MAN Truck & Bus e da autarquia de Vila Franca de Xira, assinalando o arranque oficial de um projeto que irá concentrar a sede da empresa, áreas administrativas, operação comercial, oficina e logística de peças.

As novas instalações serão construídas num terreno com cerca de 56 mil metros quadrados, propriedade da empresa há mais de duas décadas. A área coberta ocupará aproximadamente 4 mil metros quadrados.

Um dos destaques do projeto será a nova oficina, equipada com 16 linhas de assistência e uma largura total de 33 metros, permitindo trabalhar simultaneamente em dois autocarros. Segundo David Carlos, diretor-geral da MAN Truck & Bus Portugal, esta será “a maior oficina e a mais larga” da rede da marca.


O complexo incluirá também um novo armazém de peças com cerca de 500 metros quadrados e capacidade de armazenamento até seis metros de altura, reforçando a capacidade logística e de apoio pós-venda.

A futura sede terá ainda uma forte componente ligada à mobilidade elétrica. Estão previstos quatro postos de carregamento para camiões e autocarros elétricos com potência superior a 400 kW.

Os carregadores serão de acesso público e poderão ser utilizados tanto por veículos MAN como por modelos de outras marcas.

Além das áreas técnicas e administrativas, o novo centro irá acolher cerca de 70 colaboradores, sobretudo técnicos especializados em manutenção e reparação.

David Carlos sublinha que o objetivo do projeto vai além da construção de novas infraestruturas. “A ideia não é construir apenas edifícios, mas criar um espaço onde os colaboradores se sintam motivados e valorizados”, afirmou.


A MAN Truck & Bus Portugal matriculou cerca de 1800 veículos em 2025 e pretende aumentar esse volume em até 30% até ao final da década.

Além de Castanheira do Ribatejo, a marca prevê igualmente novos investimentos em instalações localizadas em Aveiro e no Porto.

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