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CMB.TECH converte camiões Ford para hidrogénio

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A Ford Trucks e a CMB.TECH estabeleceram uma nova parceria para a conversão dos camiões Ford Trucks F-MAX em veículos a hidrogénio de duplo combustível.



A CMB.TECH será responsável pela conversão dos camiões Diesel tradicionais em camiões a hidrogénio de duplo combustível, utilizando o seu amplo conhecimento e experiência nesta área, utilizando a sua fábrica ‘Dual Fuel’ em Antuérpia, na Bélgica.

Em termos práticos, o processo de conversão não requer ajustes no motor Diesel tradicional, sendo necessário apenas adicionar um anel de injeção de hidrogénio à linha de combustível. Com a tecnologia de duplo combustível, o hidrogénio é aspirado para a câmara de combustão, o que requer uma menor injeção de Diesel para alimentar o motor. Além disso, é necessário instalar também os tanques de hidrogénio nos camiões, além de uma nova unidade de controlo do motor. Posteriormente, ocorre o controlo de qualidade e a validação dos camiões a hidrogénio de duplo combustível.

A conversão para o camião a hidrogénio da CMB.TECH vai permitir a redução do consumo de combustível tradicional e das emissões associadas, mantendo uma solução de backup a gasóleo para os momentos em que o abastecimento de hidrogénio não é possível.

Embora a tecnologia de duplo combustível seja apenas uma solução a curto prazo, esta colaboração permitirá a utilização de camiões a hidrogénio em vários continentes, incluindo na Europa, antes da adoção generalizada de motores de hidrogénio de combustível único e tecnologias de veículos elétricos de células de combustível (FCEV). Este é um caminho paralelo ao da eletrificação que está a ser seguido por muitos construtores, embora na área dos transportes rodoviários o hidrogénio traga consigo vantagens importantes em termos de autonomia e tempos de reabastecimento.

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LASO em mega-operação no Parque Eólico Gardunha II

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Desde o início e até ao final do mês, a LASO está a realizar mais uma mega-operacão de transporte de componentes para o Parque Eólico Guardunha II, em Castelo Branco.
Os componentes – 60 no total – provêm de diversos pontos da Península Ibérica e destinam-se à construção de cinco torres eólicas. Pelas suas dimensões, a LASO prevê a realização de 60 viagens.



“Devido aos difíceis acessos ao Parque Eólico de Gardunha foram criadas zonas de transbordo para os transportes mais longos transbordarem as cargas para linhas de eixos e Blade Lifter, de modo a que fosse possível circular pelo interior de aldeias/vilas e pelo traçado sinuoso das estradas de serra. Esta operação requereu efetuar várias intervenções previamente como remoção de sinalização, poda de árvores e criação de zonas para o transbordo dos componentes”, refere a transportadora especializada, em comunicado.

Os itinerários a seguir são definidos em função das caraterísticas dos equipamentos e comunicado previamente à Câmara Municipal de Castelo Branco, que promova a sua divulgação junto das populações, para minorar os constrangimentos. Os tubos e componentes eólicos percorrem as estradas nacionais N112 e N238, enquanto as pás eólicas seguem pelas N3, N233, N112 e N238.

A LASO acrescenta, ainda, que “os equipamentos que têm sido utilizados foram escolhidos de acordo com as medidas e os pesos dos componentes a mobilizar”. E dá o exemplo do “Blade Lifter [que] desempenha um papel determinante quando existem estradas sinuosas, curvas apertadas, zonas povoadas, e inclinações anormais, permitindo levantar a pá eólica até 60º de inclinação, assim como rodar 360º sobre o seu eixo”.

A realização desta operação concentra cerca de 60 profissionais, dos quais mais de 20 motoristas, 30 pilotos e colaboradores dos departamentos envolvidos (Eólica, Gruas e Heavy Lift).

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Grupo Volvo anuncia nova fábrica de camiões no México

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O Grupo Volvo anunciou que vai construir uma nova fábrica de camiões no México para complementar a produção nos Estados Unidos.



A fábrica fornecerá capacidade adicional para apoiar os planos de crescimento da Volvo Trucks e da Mack Trucks nos mercados dos EUA e do Canadá, e apoiará as vendas de camiões Mack no México e na América Latina. Prevê-se que a fábrica esteja operacional em 2026.

A nova fábrica, que deverá ter uma dimensão aproximada de 1,7 milhões de pés quadrados, centrar-se-á na produção de veículos convencionais pesados para as marcas Volvo e Mack. Será uma instalação completa de montagem de veículos convencionais, incluindo a produção de carroçarias de cabina e pintura.

A fábrica Mack LVO, na Pensilvânia, e a fábrica Volvo NRV, na Virgínia, continuarão a ser os principais locais de produção de camiões pesados da empresa na América do Norte. O Grupo investiu mais de $73 milhões nos últimos cinco anos na expansão e atualização da LVO, e está atualmente a investir mais $80 milhões para se preparar para a produção futura. A fábrica de NRV está a concluir uma expansão/atualização de seis anos, no valor de $400 milhões, para se preparar para a produção do novo modelo Volvo VNL.

A adição da produção no México proporcionará eficiências logísticas para apoiar as vendas nas regiões sudoeste/oeste dos Estados Unidos, México e América Latina. Também proporciona um ecossistema de fornecimento e produção maduro que complementará o sistema dos EUA e aumentará a resiliência e a flexibilidade da presença industrial do Grupo Volvo na América do Norte.

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