Carroserie Caselani reedita Citroën 2 CV Van a partir de um Berlingo – Motorguia
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Carroserie Caselani reedita Citroën 2 CV Van a partir de um Berlingo

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Os italianos da Carrosserie Caselani decidiram transformar um Citroën Berlingo moderno numa versão do Século XXI da furgoneta Citroën 2 CV. As primeiras imagens já foram divulgadas nas redes sociais e o resultado é interessantemente “retro”.



Novos modelos inspirados em ícones do passado parece ser uma tendência da indústria automóvel. Alguns tornaram-se em verdadeiros fenómenos de popularidade como o Mini ou o Fiat 500, enquanto outros, como o Volkswagen Beetle, não obtiveram o sucesso esperado.

Mesmo assim há quem aposte no revivalismo como a Renault que já anunciou o lançamento do Renault 5 EV ou os italianos da Carrosserie Caselani que têm o projeto de transformar o Citroën Berlingo numa versão revista, atualizada e modernizada do Citroën 2 CV Fourgonette.

Os furgões clássicos da Citroën possuem uma forte componente estética que os tornam muito apelativos na atualidade. A sua imagem retro é muito apreciada e existem mesmo algumas unidades do Citroën Type H que foram transformadas em veículos “food-truck”.

Naturalmente que um veículo com mais de 50 anos não pode oferecer as mesmas comodidades, segurança e fiabilidade do que um modelo atual, por mais espartano e básico que seja.
Imagem retro

Os italianos da Carrosserie Caselani, que têm de 20 anos de experiência na transformação sob licença de comerciais da Citroën, decidiram desenvolver uma solução intermédia, que consiste na conversão de um moderno Berlingo num 2CV do Século XXI com imagem retro.

As primeiras imagens publicadas na conta do Instagram da Carrosserie Caselani indicam os resultados do trabalho efetuado pelo transformador italiano. A secção frontal foi totalmente redesenhada, apresentando grupos óticos redondos, painéis dianteiros mais arredondados, uma grelha com várias lâminas e o logotipo com o double-chevron ao centro,

O design dos pára-choques e do capot também foi revisto, enquanto as paredes laterais traseiras receberam umas nervuras horizontais, à imagem e semelhança do 2V Furgonette original.

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FIAT Ducato estreia transmissão automática de 8 velocidades

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A FIAT Professional estreia a caixa de velocidades AT8, uma nova transmissão que mostra o compromisso da marca com a melhoria do produto e entrega uma experiência cada vez mais mais confortável para seus clientes.



Projetada como uma transmissão automática de 8 velocidades, o sistema AT8 está programado para ser utilizado no novo Ducato, incluindo na versão Camper.
Uma das caraterísticas de destaque do AT8 é redução nas emissões de CO2 reduzida em 10% em comparação com a versão automática atual, atribuída à entrega de binário mais equilibrado, eficiente e muito mais controlado.


Além disso, esses novos componentes estão no centro da experiência geral de condução, notável por seu conforto aprimorado que agora é definido por melhores tempos de mudança, qualidade e controle. Todas essas caraterísticas derivam das novas embraiagens, resultando numa condução mais eficiente devido ao binário otimizado de 450 Nm e ao motor 4 litros de 180 CV Multijet
Outra inovação significativa é proporcionada por um acumulador hidráulico, um componente-chave no suporte das trocas de caixa.

A nova AT8 também será proposta para a Ducato Camper, o que revela a dedicação consistente da FIAT Professional em atender vários tipos de cliente, garantindo uma produção que atenda consistentemente às mais variadas necessidades.
A transmissão é adequada para Motorhomes de até 5 toneladas GVW, com um aumento de mais de 600 kg em comparação com os modelos anteriores e um peso total incluindo reboque de 6,5 toneladas.

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“Camião Bala” da Kenworth é a hidrogénio e está pronto

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A Kenworth apresentou o seu SuperTruck 2. É o mais recente de uma série de semi-reboques ecológicos criados no âmbito de um programa do Departamento de Energia.



Mais parecido com um comboio-bala do que com um semi-reboque, o Kenworth SuperTruck 2 “ultrapassa os limites da redução da resistência aerodinâmica”. Como parte deste esforço, o modelo tem um estilo aerodinâmico e rodas totalmente fechadas. Também tem espelhos laterais digitais que não só reduzem o arrasto, como também ajudam a melhorar a visibilidade.
O modelo também possui uma suspensão variável, que pode ajustar a altura de condução para otimizar o espaço livre ou a aerodinâmica.

O estilo futurista continua no interior, com um banco do condutor central e um painel de instrumentos digital de 15 polegadas. Este último promete fornecer notificações avançadas ao condutor, um layout configurável e menus de fácil utilização.
Atrás do cockpit encontra-se uma área de dormir com uma cama que se dobra sobre um sofá. A estes juntam-se uma mesa móvel e saídas de ar traseiras.
A potência é fornecida por um motor PACCAR MX-11, que produz 446 CV e inclui um sistema híbrido moderado de 48V que utiliza baterias de iões de lítio de última geração. Este último permitiu que o camião fosse equipado com ventiladores elétricos e direção elétrica, bem como bombas elétricas para o líquido de arrefecimento e o ar condicionado. Todos estes elementos eram anteriormente acionados mecanicamente.

Para além de ajudar a melhorar a eficiência, o sistema híbrido permite o “alojamento” durante a noite com o motor desligado. Isto poderia ajudar a reduzir significativamente as emissões, uma vez que os condutores de camiões não precisariam de manter os seus veículos em funcionamento enquanto dormem. Para além de um motor mais eficiente, o SuperTruck 2 e o seu reboque são surpreendentemente leves. Como a Kenworth explicou, o trator e o reboque pesam, em conjunto, 11.839 kg, o que representa menos 3.221 kg do que uma configuração típica.
Para ajudar a reduzir a massa, foram equipados dez pneus conceptuais que reduzem 161 kg de peso e têm uma resistência ao rolamento extremamente baixa. O motor mais eficiente também permitiu a utilização de um depósito de combustível mais pequeno, de 303 litros, que poupa peso e mantém a autonomia inalterada.

A Kenworth tinha como objetivo uma melhoria de 100% na eficiência do transporte de mercadorias em relação ao T660 de 2009, que era “indiscutivelmente o camião mais eficiente em termos de combustível na indústria” na altura, e acabou por ultrapassar esse objetivo ao atingir uma melhoria de 136%. O modelo também apresenta uma melhoria na eficiência de combustível de até 4% e uma redução de 48% no arrasto.
Embora o SuperTruck 2 seja movido a gasóleo, a marca afirmou que foi concebido para acomodar células de combustível, depósitos de hidrogénio, depósitos de gás natural ou baterias sem alterar a cabina básica.

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