Alfa Romeo 156 (1997-2006) – Motorguia
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Alfa Romeo 156 (1997-2006)

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O Alfa Romeo 156 foi um ponto de viragem na marca italiana no final dos anos noventa. Uma aposta de tudo ou nada para inverter um trajeto descendente dos anos anteriores e que resultou em pleno muito por culpa de uma estética apaixonante, num produto que não é só exterior, também tem um bom conteúdo.



Com umas linhas assinadas por Walter da Silva o 156 rapidamente conquistou pela sua estética, mas ao mesmo tempo sentiu-se o esforço da marca transalpina em propor um produto competente a vários níveis.

Bem equipado, o interior mantém um desenho atrativo e envolvente e os materiais utilizados são de boa qualidade. A habitabilidade sai algo penalizada nos bancos de trás pela silhueta esguia deste Alfa que faz com que não haja muito espaço em altura e o comprimento também não é grande coisa. A bagageira é mediana em termos de volume e acessibilidade. No fundo tudo são faturas a pagar pelo seu design.

Muito eficaz e divertido em termos dinâmicos, o 156 mostra-se um bom parceiro nas estradas mais exigentes. Consegue ser entusiasmante graças a uma suspensão firme e a uma direção precisa e informativa.

Essa firmeza da suspensão por seu turno já não ajuda muito na forma como este italiano liga com um asfalto degradado pois deixa passar algumas vibrações e ruídos para o habitáculo.

Motores
O 156 estreou uma nova geração de motores a gasóleo da Alfa Romeo, os JTD com o 1.9 JTD com 105, 115 e 140 cv de potência e o 2.4 JTD com 136 e 150 cv. No campo das propostas a gasolina a gama começa com o 1.6 16v com 120 cv, o 1.8 16V com 140 cv, o 2.0 16V com 155 cv, o 2.0 JTS com 165 cv, o 2.5 V6 com 192 cv e o mais potente e exclusivo 3200 GTA com 250 cv.

Principais avarias e problemas
Os motores a gasolina 1.8 e 2.0 podem apresentar problemas de funcionamento, nomeadamente alguma instabilidade no ralenti. Nos modelos produzidos até 2001 podem surgir ruídos na polie da cambota. Na fase inicial houve unidades equipadas com os motores JTD com anomalias na bomba de gasóleo.

A nível eletrónico o 156 representou uma grande melhoria face a modelos anteriores da Alfa Romeo, mas ainda assim foram registados casos de falhas na caixa de fusíveis e também um mau funcionamento da iluminação do painel de instrumentos nos modelos fabricados em 1998.

Alfa Romeo 156 (1997-2006)
6.3 Avaliação
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Pros
Equipamento
Qualidade do interior
Comportamento dinâmico
Contras
Habitabilidade
Firmeza da suspensão
Fiabilidade5.5
Custos de manutenção5.5
Desvalorização6.5
Qualidade dos materais6.5
Habitabilidade e bagageira6
Segurança6.5
Conforto6
Consumo combustível6.5
Comportamento dinâmico7
Performance7
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Audi A1 (2018-…)

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O Audi A1 é o modelo de entrada no universo da marca dos anéis e esta segunda geração cresceu ligeiramente em dimensões face ao seu antecessor o que lhe deu um pouco mais de argumentos em termos de espaço.



Dentro do seu segmento não estamos perante a proposta mais acessível em termos de preço, mas, de certa forma, este A1 compensa esse facto com um bom nível de equipamento e muitas soluções tecnológicas que é mais comum vermos em modelos de segmentos superiores, como as ópticas em LED, ou os sistemas de auxílio à condução como o aviso de mudança de faixa, por exemplo.

O interior tem um desenho moderno com linhas quebradas e modernas e a habitabilidade, especialmente nos bancos traseiros, melhorou substancialmente face ao Primeiro A1. Contudo, apesar da qualidade de montagem estar no patamar a que a Audi nos habituou, o mesmo já não pode ser dito em relação a alguns dos materiais utilizados que ficam um pouco aquém de um modelo premium.

Confortável nas mais variadas situações de condução, este A1 exibe uma boa insonorização e um trabalho da suspensão eficaz a suprimir as armadilhas do piso. Mostra-se fácil de conduzir no dia a dia e a direção é precisa quanto baste. Quando o trajeto se mostra mais exigente, ou o condutor gosta de imprimir um ritmo mais intenso, este A1 cumpre, é previsível e seguro nas reações, mas não foi talhado para grandes emoções ao volante.

Motores
Equipado apenas com motores a gasolina, este A1 conta com a unidade com 1.0 litros de cilindrada nas versões 25 TFSI com 95 cv e 30 TFSI com 116 cv de potência. Segue-se o 35 TFSI motor 1.5 com 150 cv e por fim o mais potente 40 TFSI com uns redondos 200 cv produzidos pelo motor de 2.0 litros. Estamos perante motores com um bom desempenho, mesmo o menos potente 25 TFSI acaba por cumprir sem grandes problemas, sendo que o 35 TFSI se mostra a escolha mais equilibrada entre prestações e consumos.

Principais avarias e problemas
Todos os motores TFSI podem exibir alguns problemas de uma certa instabilidade quando estão a trabalhar ao ralenti. Os 25 e 30 TFSI podem exibir anomalias nos injetores. O 35 TFSI pode acender a luz do motor devido a um problema com a informação da posição da árvore de cames.

O compressor do ar condicionado pode deixar de funcionar, comprometendo a climatização. Algumas falhas eletrónicas podem comprometer o funcionamento do sistema multimédia e do GPS.

Audi A1 (2018-...)
6.2 Avaliação
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Conforto
Equipamento
Insonorização
Contras
Preço
Alguns materiais
Fiabilidade6
Custos de manutenção5
Desvalorização6
Qualidade dos materais6
Habitabilidade e bagageira6
Segurança6.5
Conforto7
Consumo combustível6.5
Comportamento dinâmico6.5
Performance6.5
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Mercedes Classe A (2018-…)

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Com o desenho arrojado do interior, onde o ecrã digital domina todo o tablier, este Classe A deu um passo estético onde a componente tecnológica se conjuga na perfeição com ambiente moderno e requintado do seu habitáculo.



Apesar de não ser dos mais espaçosos do segmento, este Classe A oferece um interior confortável com uma boa posição de condução e só se lamenta que em auto-estrada se faça sentir algum ruído aerodinâmico. De resto, os materiais são de boa qualidade e a sua montagem não merece reparos de maior, o que contribui para uma boa sensação de robustez.

Fácil de conduzir, esta quarta geração do Classe A é também eficaz quando o níveis de exigência na condução sobem um pouco. Numa estrada mais sinuosa ele mostra-se competente, mas poderia ser mais divertido se a direção fosse mais direta e informativa. Ainda assim cumpre, mostra-se previsível e sóbrio nas suas reações, podendo até proporcionar bons momentos de diversão ao volante. Só não é mais entusiasmante porque a sua suspensão tem uma afinação que não deixa de lado as preocupações com o conforto e por isso os movimentos da carroçaria não são dominados em pleno, mas isso é natural e tem o evidente verso da medalha que é uma boa capacidade para filtrar o mau piso.

Motores
A escolha de motores é vasta e começa com as unidades a gasolina 1.4 com 109, 136 e 163 cv, o 2.0 com 190 e 224 cv e o mais desportivo e potente A 35 AMG com 306 cv. Nas opções Diesel este Classe A conta com o 1.5 d com 95 e 116 cv e o 2.0 d com 150 e 190 cv. As unidades menos potentes mostra-se um pouco aquém do esperado, mas as restantes oferecem um bom compromisso entre prestações e consumos, sendo que nesse particular o a versão 180 a gasolina (1.4 com 136 cv) e o 200 d a gasóleo (2.0 com 150 cv) são os motores que se destacam.

Principais avarias e problemas
Até ao momento os motores do Classe A não têm revelado problemas demasiado complexos ou recorrentes. Apenas é de assinalar uma anomalia com um dos apoios do motor que pode gerar alguns ruídos com o passar da quilometragem.

A caixa automática pode bloquear numa relação, algo que é resolvido com uma reprogramação e a unidade que comanda a climatização pode deixar de funcionar.

Mercedes Classe A (2018-...)
6.4 Avaliação
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Qualidade
Ambiente a bordo
Comportamento dinâmico
Contras
Insonorização
Direção algo vaga
Fiabilidade6
Custos de manutenção5
Desvalorização6.5
Qualidade dos materais7
Habitabilidade e bagageira6
Segurança6.5
Conforto7
Consumo combustível6.5
Comportamento dinâmico7
Performance6.5
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DS 7 Crossback (2017-…)

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Com o lançamento do DS 7 Crossback a marca francesa mostrou ao mundo o seu topo de gama mais refinado e requintado, repleto de tecnologia em que o conforto é o seu maior argumento.



Com um desenho original e moderno, como a DS nos habituou, este DS 7 Crossback apresenta uma boa qualidade de materiais e acabamentos que muito contribuem para o conforto e uma sensação de requinte no seu generoso habitáculo. Esse conforto é reforçado por um bom trabalho da suspensão que lida bem com todos os desafios da estrada e fazem deste modelo um excelente companheiro de viagem.

Já em cidade a sua visibilidade não é a melhor e isso não ajuda muito em algumas manobras do dia a dia. O que também não ajuda muito a tarefa do condutor é a ergonomia dos vários comandos que podem gerar alguma confusão na sua utilização, mas nada que o hábito não resolva.

Quando a estrada se torna mais exigente e sinuosa o DS 7 Crossback mostra-se previsível e sóbrio, mas com uma suspensão claramente focada no conforto não se espere grande agilidade ou emoção.

Nos modelos equipados com motores Diesel a insonorização podia ser um pouco melhor já que o ruído dos mesmos sente-se um pouco em demasia no habitáculo.

Motores
A gama DS 7 conta com várias opções a nível de motores, começando pelas unidades a gasolina Puretech 1.2 com 130 cv e 1.6 com 180 e 225 cv de potência. Nas opções Diesel a família BlueHDI é representada pelo 1.5 com 130 cv e 2.0 com 180 cv. Há ainda a opção híbrida E-Tense com 300 cv. Os consumos de um modo geral não são exagerados sendo que a versão híbrida consome em média 2,2 l/100km segundo a marca gaulesa e as versões Diesel não passam dos 4,9 l/100km.

Principais avarias e problemas
Os motores 1.2 Puretech a gasolina podem revelar problemas de distribuição. Já o Diesel 1.5 BlueHDI de 130 cv pode revelar perdas de potência devido a anomalias no turbo e gerar alguns odores a gasóleo devido a uma fuga no sistema de alimentação.

Nalgumas unidades foram detetados ruídos nos braços da suspensão e amortecedores dianteiros e a direção pode ganhar algumas vibrações.

O ar condicionado pode deixar de funcionar devido a falhas no compressor que podem levar à sua substituição.

DS 7 Crossback (2017-...)
6.6 Avaliação
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Pros
Conforto
Qualidade
Habitabilidade
Contras
Visibilidade
Insonorização
Fiabilidade6
Custos de manutenção6
Desvalorização6.5
Qualidade dos materais7
Habitabilidade e bagageira7
Segurança7
Conforto7.5
Consumo combustível6.5
Comportamento dinâmico6
Performance6
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