MV Agusta Rush 2021, ainda mais impressionante – Motorguia
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MV Agusta Rush 2021, ainda mais impressionante

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Em 2020 a MV Agusta lançou a edição limitada Rush que esgotou num ápice e este ano a marca transalpina volta a apostar nesta fórmula com a Rush 1000 2021.



Novamente produzida numa edição limitada a 300 unidades, esta naked está mais apurada que a edição anterior. Tudo começa com uma decoração inspirada nos caças de combate. O motor de 4 cilindros e 1.000 cc de cilindrada foi alvo da atenção dos técnicos e engenheiros da MV Agusta e debitando 208 cv de potência máxima às 13.000 rpm revelando agora uma ainda maior disponibilidade em baixos regimes. A sua potência máxima pode subir para os 212 cv graças ao Racing Kit que a marca propõe como um opcional. Este kit inclui ainda várias peças maquinadas em alumínio, alguns elementos em carbono e ponteiras de escape da SC Project.

Além disso a Rush 2021 conta com novas ajudas eletrónicas. O sistema de ABS, um Mk 100 da Continental, possui sensores de inclinação que permitem a esta Rush subir apenas ligeiramente a roda da frente colocando assim uma maior tração na traseira. As passagens de caixa também estão mais rápidas graças aos novos sensores do quickshifter.

A marca de Varese conta também com um conjunto de acessórios e vestuário específicos para a Rush onde se destaca o capacete em fibra de carbono AGV Pista GP RR com uma decoração própria desta radical naked da MV Agusta.

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Motos

MotoGP em modo “vintage” em Silverstone

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Celebrando os 75 anos de MotoGP, a organização tem planeado um conjunto de iniciativas que comemoram esse aniversário e uma delas irá ter lugar no próximo grande prémio britânico que terá lugar em Silverstone em Agosto.



Será um fim de semana “retro” aquele que se irá viver em Silverstone este ano entre os dias 2 e 4 de agosto com todas as equipas a usarem decorações nas suas motos que recordam cores míticas do seu passado. A revelação destas decorações irá ter lugar a 1 de agosto numa cerimónia especial com direito a transmissão televisiva a partir das 14h00.

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Manutenção Motos

Os riscos da condução em cidade

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Conduzir uma moto já obriga a uma atenção redobrada e um enorme foco na estrada e no ambiente rodoviário e se a isso somarmos um ambiente urbano, então é preciso ainda mais cuidado pois os riscos aumentam devido ao maior número de fatores e de imponderáveis que tem este ambiente rodoviário. alguns dos quais passamos aqui a enumerar.



Sinalização horizontal

Começamos por um dos elementos mais comuns nas ruas de uma cidade, a sinalização horizontal pintada no asfalto: as passadeiras, os traços contínuos ou descontínuos ou as setas de sentido ou de mudança de direção. Todos estes elementos são pintados no asfalto e a sua superfície não tem a mesma aderência que o alcatrão. Logo quando os pneus de uma moto passam por cima desta sinalização há um maior risco de perda de aderência o que se torna complicado se tiver de mudar de direção, travar e mais grave ainda se estiver a chover. Evite sempre passar por cima desta sinalização quando o piso está molhado e tenha um cuidado redobrado com travagens ou acelerações nessas circunstâncias.

Elementos metálicos

As tampas de esgoto ou as tampas de inspeção que se encontram nas ruas são também elas um risco pois, tal como a sinalização horizontal pintada no asfalto, também estas tampas têm menos aderência e pode ser escorregadias para os pneus da moto. A juntar a estes elementos também podemos acrescentar as juntas de dilatação das pontes ou das vias rápidas com as quais é preciso ter o mesmo tipo de cuidado. Se falarmos mais uma vez de dias de chuva o risco aumenta substancialmente, até porque se forem chuvas torrenciais pode dar-se o caso das tampas de saneamento saírem do seu lugar deixando um buraco de dimensões consideráveis e altamente perigoso se estiver dissimulado e “escondido” debaixo de água.

Água e outros líquidos

Além da chuva também os sistemas de rega das zonas verdes das cidades podem ser um perigo. Primeiro porque fazem quase o mesmo efeito na estrada que a chuva, ou seja, o piso molhado tem menos aderência e fica mais escorregadio e depois porque o motociclista não está à espera porque regar as zonas verdes é algo mais comum fora da época das chuvas e por isso ele não espera encontrar o piso molhado. Além da água também é preciso estar atento a derrames de óleo ou combustível na estrada, especialmente se circula nas imediações de um posto de abastecimento.

Carris do elétrico

Os carris do elétrico são dos elementos mais perigosos em ambiente urbano. Naturalmente já são um ponto de pouca aderência para os pneus e se chover é pior ainda. Para algumas motos com medidas de pneu mais reduzidas (como algumas scooters) acresce ainda o perigo do pneu “engatar” no carril e prender o que é meio caminho andado para uma queda séria.

Ruas de calçada

A utilização de calçada de pedra no pavimento é algo habitual nas cidades e por isso quem anda de moto deve ter especial atenção pois os pneus têm menos aderência na calçada do que no asfalto. Novamente se já é assim em seco, então quando chove, ou até mesmo com a humidade da manhã, é preciso ter ainda mais cuidado.

Piso em mau estado

O enorme fluxo de trânsito de uma cidade faz com que as vias sofram mais do que o normal e por isso o surgimento de buracos é uma constante e em zonas onde circulam veículos pesados é normal que a via comece a ficar com sulcos profundos onde passam os rodados dos camiões. Tudo isto é um risco para o motociclista. Os buracos podem causar ressaltos e além de danos na moto podem provocar quedas e as inclinações dos sulcos também complicam a condução. Nalgumas zonas a própria sujidade, poeiras ou gravilha acumuladas numa curva, por exemplo são elementos que facilmente provocam uma queda pois os pneus resvalam e perdem aderência com enorme facilidade.

Claro que em todas estas circunstâncias é essencial que o motociclista circule com o equipamento de segurança adequado, ou seja, o capacete, obviamente, mas também as luvas, o blusão e calçado protetor. São os elementos mínimos para garantir o mínimo de segurança em caso de haver algum “azar”.

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