Como limpar os estofos do seu carro – Motorguia
Ligue-se connosco

Manutenção

Como limpar os estofos do seu carro

Published

on

Os estofos do seu automóvel são um dos elementos do habitáculo que mais sofre com o passar do tempo. A sua utilização constante e longos períodos sujeitos à ação do sol ou do calor acabam por deixar a sua marca e os estofos acusam o desgaste.



É por isso importante que de forma regular esteja atento e vá limpando os estofos, algo que irá ajudar a manter o bom aspeto do interior e em último caso se surgir o dia em que tenha de vender o seu carro, então um interior bem cuidado irá dar o seu retorno no valor de retoma.

Comece por aspirar
Ao aspirar vai remover o pó dos estofos e do interior do carro. Se os estofos forem em pele não exagere muito para não ofender a mesma, mas tenha especial cuidado nas dobras e junções do banco para remover todos os resíduos que aí se acumulam com o tempo, sejam os estofos em pele ou tecido.

Lave com produtos adequados
Lavar um estofo é pele é mais simples pois um normal produto de limpeza como sabão neutro ou um gel de banho (também neutro) podem fazer um bom trabalho, afinal os estofos em pele são… em pele. Já nos estofos de tecido é aconselhável recorrer a um produto de limpeza de tecidos ou até mesmo produtos específicos para os estofos de um automóvel. No caso dos estofos em tecido é agora a hora de esfregar bem o produto com uma escova com cerdas macias ou já gastas para não ser muito abrasiva no tecido. Nos estofos em pele esse trabalho pode ser feito com um pano.

Limpe a superfície
Recorrendo a um pano pode sempre insistir nas zonas do estofo de tecido que possam estar manchadas de forma a que o produto de limpeza faça melhor o seu trabalho atuando numa nódoa por exemplo. Com um pano pode retirar o excesso de produto, preparando o estofo para o passo seguinte.

Aspire novamente
No caso dos estofos de tecido pode voltar a aspirar no final pois isso ajudará a remover o que resta do produto de limpeza, ao mesmo tempo que ajuda a secar o tecido do estofo.

Cuidados profissionais
Se não tiver disponibilidade ou não for grande fã do “faça você mesmo”, pode sempre recorrer a empresas especializadas na limpeza e recuperação de estofos que já possuem os equipamentos e produtos adequados e também a experiência neste tipo de trabalho. Tem o seu custo, mas por vezes pode compensar pois os estofos podem ganhar uma nova vida de uma forma que você não esperava, com evidente benefício para o ambiente a bordo ou para o valor de retoma do seu automóvel.

Manutenção

Como lidar com o frio

Published

on

O inverno e as baixas temperaturas colocam desafios aos automóveis que vão além das dificuldades de encontrar gelo ou neve na estrada. O próprio veículo deve ser verificado para evitar contratempos em plena estação fria.



Aqui lhe deixamos alguns conselhos para verificar alguns elementos que podem ser determinantes quando circulamos com temperaturas mais baixas do que o normal:

– Bateria
-As baterias são dos elementos que mais sofrem com as baixas temperaturas. O maior uso dos limpa para-brisas, das luzes dos bancos ou espelhos aquecidos vão exigir um maior consumo da bateria o que associado às baixas temperaturas não ajuda nada a que a bateria mantenha a sua carga em boas condições. Veja o estado dos bornos de contacto, limpe-os e verifique também o líquido e a carga da bateria.

– Pneus
Normalmente, os pneus mais utilizados no nosso país são os denominados pneus de verão. No entanto para quem viva em zonas onde o inverno é mais agressivo e exigente, é bom equacionar a utilização de pneus de inverno durante a época fria ou então optar por um pneu de todas as estações que pode ser usado todo o ano. Estes pneus (de inverno ou “all weather”) asseguram uma maior tração e um melhor desempenho na travagem em piso molhado, com neve ou com gelo. Independentemente do tipo de pneus que utilize veja sempre se estes estão com a pressão recomendada pelo fabricante.

– Anticongelante
O líquido anticongelante que está no sistema de refrigeração do motor é determinante para o bom funcionamento do mesmo. Assegure-se que está dentro do nível e reponha se for necessário. Além disso lembre-se que o produto anticongelante tem uma duração de dois anos, altura a partir da qual começa a perder qualidade. Por isso pode sempre verificar o ponto de congelação do anticongelante numa oficina e se for necessário substituí-lo.

– Iluminação
Conduzir no inverno implica sempre conduzir em dias com menos horas de luz e mais escuros, por isso as luzes ganham especial importância para garantir que o condutor tem uma boa visibilidade. Veja o estado de todas as luzes e substitua as lâmpadas que lhe parecem em pior estado. Além disso tenha a certeza que tem um kit de luzes de substituição pois nunca se sabe quando uma pode fundir e não convém nada ver mal ou não ser bem visto no meio de uma tempestade.

– Limpa para-brisas
Esta altura do ano é a ideal para ver o estado das escovas do limpa para-brisas. Veja se estão a remover bem a água da superfície vidrada se a borracha mantêm uma boa flexibilidade e se não têm nenhuma falha. Se necessário troque as escovas pois assim garante um bom funcionamento das mesmas, melhorando a sua visibilidade e evitando que o mau estado das escovas possa riscar o para-brisas, por exemplo.

– Outras precauções
Além deste trabalho preventivo com o seu veículo, assegure-se também que nesta época fria o seu carro tem uma espécie de kit de sobrevivência. Nesse kit inclua líquido lubrificante anticongelante pois pode ser que um dia de manhã o carro não abra as portas porque as fechaduras congelaram. Tenha um agasalho guardado pois nunca se sabe quando pode ter uma avaria e ficar parado ao frio algumas horas. Em zonas de gelo e neve tenha correntes no carro para utilizar se este estiver equipado com pneus de verão. Por fim, uma lanterna também não fará mal nenhum pois pode precisar de iluminação extra para resolver uma avaria simples ou para encontrar ajuda.

Continuar a ler

Manutenção

Os riscos de andar com o carro na reserva

Published

on

Pelas mais variadas razões por vezes é inevitável andar com o nosso veículo na reserva de combustível, mas tal deve ser evitado e nunca deve chegar ao ponto de se tornar um hábito pois pode ter consequências a nível mecânico, consequências essas que podem não ser baratas de resolver.



No depósito de combustível de um veículo é natural que o no seu fundo se acumulem resíduos, detritos ou impurezas provenientes do combustível e que com o tempo ficam sedimentadas na base do depósito.

Quando se circula com o veículo na reserva aumenta a probabilidade deste tipo de impurezas entrarem no sistema de alimentação do motor podendo causar danos no mesmo.

Para começar, podem entupir o filtro de combustível, que é a primeira “barreira” para impedir que este tipo de detritos entrem no motor. Logo aqui o funcionamento sai prejudicado e se o filtro deixar passar as impurezas acumuladas no fundo do depósito, então a próxima “vítima” podem ser os injetores.

Mas os problemas podem não ficar pelo filtro de combustível ou pelos injetores. Também os próprios cilindros podem ser afetados se as impurezas chegarem até à câmara de combustão do motor.

Compreensivelmente qualquer reparação ou substituição necessária, devido a problemas nos injetores ou nos próprios cilindros, é um arranjo que não é propriamente barato.

Além de todos estes inconvenientes também convém não esquecer que nalguns automóveis a bomba de combustível está dentro do próprio depósito, imersa pois utiliza o próprio combustível como lubrificante. Se andar regularmente com o carro na reserva isso pode levar a bomba de combustível a sobreaquecer, o que acelera o seu desgaste podendo levar à sua substituição. Mais um custo desnecessário.

Portanto evite andar com o seu veículo constantemente na reserva. Faça o exercício mental de assumir que o traço que assinala o quarto de depósito é a reserva e não deixe o ponteiro passar abaixo dessa marca. Assim poderá evitar dissabores futuros.

Continuar a ler

Manutenção

Evite a fadiga ao volante

Published

on

A fadiga ao volante é um risco para a segurança do condutor, dos ocupantes do veículo e para os demais utentes da via pois diminui as capacidades e a prontidão de quem está a conduzir.



A fadiga pode ter origem em vários fatores: muitas horas ao volante; uma refeição pesada; poucas horas de sono; cansaço visual; monotonia da própria via; má posição de condução; má ventilação do habitáculo; temperaturas elevadas; condução à noite; ou medicação ingerida, entre outros.

Para evitar que a fadiga se instale enquanto conduz e assim garantir a segurança de todos e também o conforto ao volante aqui lhe deixamos alguns conselhos:

Faça paragens
A cada duas horas de condução, ou a cada 200 quilómetros da sua viagem, pare para um pequeno descanso. Aproveite para se movimentar, saia do carro e hidrate-se. Lembre-se que ao fim de duas horas seguidas ao volante o tempo de reação do condutor passa ser duas vezes mais lento.

Posição de condução correta
Sente-se no veículo e acerte os vários ajustes do banco e do volante para que se sinta confortável e com todos os comandos acessíveis de forma intuitiva.

Não estabeleça horários
Se for possível não coloque um objetivo horário para chegar ao final da sua viagem. Isso só irá aumentar a sua tensão enquanto está ao volante e aumentará o seu cansaço e desatenção.

Temperatura certa
Estabeleça uma temperatura amena no habitáculo. Ajuste o ar condicionado para um valor entre os 21 e os 24 graus para que o ambiente não fique nem muito quente, nem muito frio, mas para que esteja confortável.

Pare para dormir
Se começar a sentir-se cansado ou com sono não resista. Pare e descanse. Se for caso disse durma um pouco e recupere as energias para continuar atento e desperto para o que falta da viagem.

Troque de condutor
Caso sinta que a fadiga começa a afetar a sua condução e se tem companhia na viagem que está mais capaz de conduzir, não hesite e passe-lhe os comandos do automóvel. Além de garantir que ao volante está alguém em melhores condições, também pode aproveitar para retemperar forças e descansar um pouco.

Nos dias de hoje vários automóveis já disponibilizam um sistema de deteção de fadiga no condutor, que emite um alerta sempre que identifica que este está a revelar uma condução menos precisa e regular. Se for possível opte por um modelo com este tipo de solução de segurança.

Continuar a ler
Publicidade

Estamos no Facebook

Newsletter

Em aceleração