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6 conselhos para evitar o enjoo

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Falar de viagens de carro e de enjoos é algo que infelizmente para algumas pessoas é comum. Certamente que já houve uma viagem em que não nos sentimos lá muito bem e se afortunadamente isso nunca nos aconteceu, de certeza que conhecemos alguém que enjoa quando anda de carro.



Aqui lhe deixamos seis conselhos para minimizar este mau estar quando viaja num automóvel:

1 – Previna-se para o pior
Para começar, o melhor mesmo é salvaguardar o pior cenário e, “não vá o diabo tecê-las” leve um saco de enjoo, ou de plástico, toalhetes e água fresca. A “desgraça” pode sempre acontecer e por vezes quem vai ao volante pode não ter tempo, ou local, para parar o carro em segurança. Pelo menos com este “kit” sempre salvaguarda a manutenção da limpeza dos demais e do próprio habitáculo.

2 – Não viaje no banco de trás
Se é propenso a enjoar, evite ir no banco de trás. Prefira o do pendura e se tiver mesmo de ir no banco traseiro então escolha viajar ao meio pois sempre pode fixar o olhar para a frente, o que reduz o risco de enjoo.

3 – Cuidado com o olhar
Evite olhar para a paisagem que passa ao lado do veículo. O movimento cansa a vista, por isso o melhor é focar-se na frente ou então olhar para um ponto fixo mais perto de si. Ler ou utilizar o telemóvel também não ajuda nada a evitar o enjoo.

4 – Conduza suavemente
Quem vai ao volante tem muita responsabilidade no bem estar dos demais e por isso conduzir de forma suave é o ideal para reduzir a possibilidade de enjoar. Evite movimentos bruscos, tanto na travagem, como na direção ou aceleração.

5 – Areje o habitáculo
O ar fresco é determinante para minimizar os riscos de enjoo. Um interior bem oxigenado e fresco reduz a sensação de mau estar para quem é mais suscetível ao enjoo. Areje o veículo antes da viagem e assegure-se que este não está muito quente (por ter estado ao sol, por exemplo) antes de iniciar a viagem.

6 – Faça paragens regulares
Além de ajudar a recuperar o corpo reduzindo a fadiga, parar várias vezes nas viagens mais longas é fundamental também para descansar a vista e melhorar a circulação sanguínea, o que ajuda a reduzir o risco de enjoo.

Além destes concelhos convém salientar que por vezes o problema do enjoo só é resolvido com medicação adequada e para tal deve consultar o seu médico. Ainda assim, estes conselhos são pequenos gestos que pode fazer para evitar que a sua viagem se torne muito complicada.

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Manutenção

Como ler o que “diz” um pneu

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Um pneu contém no seu flanco mais informação do que se espera e saber lê-la pode ser uma ajuda preciosa.



A mais simples e comum é a marcação da dimensão do pneu. Utilizando o exemplo gráfico da imagem abaixo temos um pneu 235/55 R17 99W:

Assim temos a largura do pneu (235), o seu perfil (55), a dimensão da jante (17), o índice de carga (99) e o índice de velocidade (W). Nestes dois índices o valor indicado tem uma equivalência numa tabela de carga e de velocidade que aqui ficam:

Índice de carga:

Índice de velocidade:

Mas a informação no flanco do pneu não se fica por aqui. É normal encontrar a referência “Tubeless” que indica que o pneu não precisa de câmara de ar (caso contrário indicaria “Tube Type”). Além disso existem também as marcações de inverno.

Quando o pneu inclui o símbolo de uma montanha com três picos e um floco de neve no centro, antes da indicação M+S, que significa lama e neve (Mud +Snow), então estamos perante um pneu de inverno testado para condições extremas de neve.

Para saber quando é que o pneu foi fabricado, essa indicação também está na lateral do pneu. Na linha de referências “DOT” os últimos 4 dígitos indicam a semana e o ano em que o pneu foi fabricado.

Este dado é importante pois normalmente são os quilómetros e o desgaste do pneu que dão indicação quando este tem de ser mudado, mas o tempo também é importante pois a borracha perde propriedades com o passar dos anos. Pode dar-se o caso de uns pneus terem feito poucos quilómetros, terem a banda de rolamento quase sem desgaste, mas não estarem em condições pois estiveram muito tempo parados e a borracha “endureceu” perdendo qualidade de aderência ou flexibilidade entre outras.

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Manutenção

Como lidar com o frio

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O inverno e as baixas temperaturas colocam desafios aos automóveis que vão além das dificuldades de encontrar gelo ou neve na estrada. O próprio veículo deve ser verificado para evitar contratempos em plena estação fria.



Aqui lhe deixamos alguns conselhos para verificar alguns elementos que podem ser determinantes quando circulamos com temperaturas mais baixas do que o normal:

– Bateria
-As baterias são dos elementos que mais sofrem com as baixas temperaturas. O maior uso dos limpa para-brisas, das luzes dos bancos ou espelhos aquecidos vão exigir um maior consumo da bateria o que associado às baixas temperaturas não ajuda nada a que a bateria mantenha a sua carga em boas condições. Veja o estado dos bornos de contacto, limpe-os e verifique também o líquido e a carga da bateria.

– Pneus
Normalmente, os pneus mais utilizados no nosso país são os denominados pneus de verão. No entanto para quem viva em zonas onde o inverno é mais agressivo e exigente, é bom equacionar a utilização de pneus de inverno durante a época fria ou então optar por um pneu de todas as estações que pode ser usado todo o ano. Estes pneus (de inverno ou “all weather”) asseguram uma maior tração e um melhor desempenho na travagem em piso molhado, com neve ou com gelo. Independentemente do tipo de pneus que utilize veja sempre se estes estão com a pressão recomendada pelo fabricante.

– Anticongelante
O líquido anticongelante que está no sistema de refrigeração do motor é determinante para o bom funcionamento do mesmo. Assegure-se que está dentro do nível e reponha se for necessário. Além disso lembre-se que o produto anticongelante tem uma duração de dois anos, altura a partir da qual começa a perder qualidade. Por isso pode sempre verificar o ponto de congelação do anticongelante numa oficina e se for necessário substituí-lo.

– Iluminação
Conduzir no inverno implica sempre conduzir em dias com menos horas de luz e mais escuros, por isso as luzes ganham especial importância para garantir que o condutor tem uma boa visibilidade. Veja o estado de todas as luzes e substitua as lâmpadas que lhe parecem em pior estado. Além disso tenha a certeza que tem um kit de luzes de substituição pois nunca se sabe quando uma pode fundir e não convém nada ver mal ou não ser bem visto no meio de uma tempestade.

– Limpa para-brisas
Esta altura do ano é a ideal para ver o estado das escovas do limpa para-brisas. Veja se estão a remover bem a água da superfície vidrada se a borracha mantêm uma boa flexibilidade e se não têm nenhuma falha. Se necessário troque as escovas pois assim garante um bom funcionamento das mesmas, melhorando a sua visibilidade e evitando que o mau estado das escovas possa riscar o para-brisas, por exemplo.

– Outras precauções
Além deste trabalho preventivo com o seu veículo, assegure-se também que nesta época fria o seu carro tem uma espécie de kit de sobrevivência. Nesse kit inclua líquido lubrificante anticongelante pois pode ser que um dia de manhã o carro não abra as portas porque as fechaduras congelaram. Tenha um agasalho guardado pois nunca se sabe quando pode ter uma avaria e ficar parado ao frio algumas horas. Em zonas de gelo e neve tenha correntes no carro para utilizar se este estiver equipado com pneus de verão. Por fim, uma lanterna também não fará mal nenhum pois pode precisar de iluminação extra para resolver uma avaria simples ou para encontrar ajuda.

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