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Renault Mégane II (2003-2008)

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A segunda geração do Renault Mégane não foi consensual no que diz respeito à estética. A sua traseira dividiu opiniões, mas a relação entre preço, equipamento e prestações fizeram dele um sucesso de vendas ainda assim.



Com uma direção algo vaga e uns comandos pouco informativos para o condutor, o Mégane não deixa de fazer o que se lhe pede, exibindo um bom comportamento dinâmico e uma boa eficácia em termos de conforto graças ao trabalho da sua suspensão.

O habitáculo não é dos mais espaçosos, mas está dentro do que se espera no segmento. A capacidade da bagageira também não é brilhante. A posição de condução não é muito bem conseguida devido ao posicionamento do volante face ao banco do condutor.

O desenho do interior no entanto resulta muito melhor que o do exterior e é mais consensual, oferecendo uma bom ambiente a bordo. Alguns materiais podiam estar num melhor plano em termos qualitativos, especialmente os que estão posicionados nos planos inferiores.

Motores
Os motores Diesel foram grandes responsáveis pelo sucesso deste Mégane que neve no bloco 1.5 DCi o seu principal trunfo com 80 e 100 cv e uns consumos muito comedidos. A oferta a gasóleo incluía ainda o 1.9 DCi com 120 cv.

Já nas propostas a gasolina este Renault conta com o 1.4 16V com 98 cv, o 1.6 16V com 115 cv, o 2.0 com 136 cv e o 2.0T com 165 cv.

Principais avarias e problemas
Os motores 1.5 DCi revelaram alguns problemas com a bomba de injeção que apresentava um desgaste prematuro. Já no 1.9 DCi foram registados alguns casos de turbo partido.

A válvula EGR também não estava isenta de anomalias já que tinha tendência para obstruir o que originava algumas paragens.

Em termos de eletrónica, o fecho centralizado e a os vidros elétricos podem apresentar falhas de funcionamento.

Renault Mégane II (2003-2008)
7 Avaliação
0 Utilizadores (0 Votos)
Pros
Preço
Prestações
Equipamento
Contras
Alguns materiais
Direção demasiado vaga
Fiabilidade6.5
Custos de manutenção7
Desvalorização6.5
Qualidade dos materais6.5
Habitabilidade e bagageira6.5
Segurança7.5
Conforto7.5
Consumo combustível7.5
Comportamento dinâmico7
Performance7
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Volkswagen Tiguan (2016-…)

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Imagem de marca, posição de condução elevada, qualidade de construção e conforto são alguns dos atributos desta segunda geração do Tiguan que conquistaram o público apesar do seu preço no mercado ser um pouco elevado.



Com um bom ambiente a bordo, tirando partido de uma grande sobriedade no desenho e de uma boa escolha dos materiais utilizados, o Tiguan oferece uma posição de condução elevada e com um bom compromisso entre o banco e a coluna de direção graças às suas múltiplas regulações.

Bem equipado, este SUV assegura um espaço generoso para todos os ocupantes e um volume da bagageira ideal para aquelas viagens maiores. O conforto é assegurado por uma boa insonorização quer dos ruídos aerodinâmicos quer do motor e a suspensão revela um bom trabalho na supressão das irregularidades, sejam elas causadas pelo mau piso ou por uma ou outra lomba.

Ao mesmo tempo o comportamento dinâmico revela uma boa eficácia considerando o peso e dimensões do Tiguan, revelando-se um modelo bem previsível e controlável nas mais variadas situações.

Com o seu estatuto algo premium o seu preço não é dos mais convidativos, o mesmo podendo ser dito dos seus custos de manutenção.

Motores
Como é habitual nos modelos Volkswagen, a gama de motores é vasta e o Tiguan não é exceção. Começando na oferta a gasolina este SUV conta com o 1.4 TSI de 125 e 150 cv, o 1.5 TSI EVO de 130 e 150 cv e o 2.0 TSI de 180 e 190 cv de potência.

Já nas soluções Diesel a família de motores TDi é composta pelo bloco de 2.0 litros de capacidade nas suas versões com potências de 115 cv, 150 cv, 190 cv e 240 cv.

Qualquer uma destas unidades revela um bom rendimento e proporciona uma boa desenvoltura em qualquer momento de condução, sempre com consumos relativamente modestos. No entanto o Tiguan sente-se mais “à vontade” com as unidades capazes de debitar potências superiores a 140 cv.

Principais avarias e problemas
Algumas unidades equipadas com o motor 1.4 TSI apresentaram problemas com a sonda Lambda e foram registados casos de fugas de líquido de refrigeração ao nível da bomba de água e de fugas de óleo no turbo.

Nos motores TDI pode surgir um consumo de óleo excessivo e também algumas anomalias com o filtro de partículas. Houve também casos de fugas de líquido de refrigeração.

A caixa de dupla embraiagem DSG pode apresentar falhas de funcionamento e em termos de carroçaria o teto panorâmico pode ganhar infiltrações.

Volkswagen Tiguan (2016-...)
7.1 Avaliação
0 Utilizadores (0 Votos)
Pros
Conforto
Habitabilidade
Qualidade de construção
Contras
Preço
Custos de manutenção
Fiabilidade7
Custos de manutenção6.5
Desvalorização7
Qualidade dos materais7.5
Habitabilidade e bagageira7
Segurança7.5
Conforto7
Consumo combustível7.5
Comportamento dinâmico7
Performance7
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Honda Accord (2003-2008)

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O nome Accord é um dos que conta com uma maior longevidade no seio da Honda e esta que foi a sua sétima geração representou uma ainda maior aproximação da marca ao mercado europeu, tanto em termos de linhas como de oferta de motores já que estreou o motor 2.2i-CDTi a gasóleo, um dos mais silenciosos e capazes do segmento na altura.



Com um interior muito bem montado e com bons materiais este Accord oferece uma boa habitabilidade, mesmo nos bancos traseiros. Também a capacidade da mala é muito boa, tanto na versão de quatro portas como na versão carrinha onde a bagageira apresenta um acesso muito fácil.

A posição de condução é boa e este Honda está bem equipado assegurando um bom conforto em estrada aos ocupantes até porque está muito bem insonorizado. Infelizmente a sua suspensão já não exibe um trabalho tão eficaz em cidade onde as irregularidades do mau piso não são bem filtradas para o interior.

A firmeza da suspensão que assegura um comportamento dinâmico sério e previsível nas estradas mais sinuosas, acaba por penalizar um pouco o conforto no interior do Accord quando o asfalto é mais degradado.

Com uns custos de manutenção algo elevados este Honda de certa forma acaba por compensar com uma boa fiabilidade e um bom valor de retoma no mercado de usados.

Motores
O Accord oferece três motores na sua gama, dois a gasolina, o 2.0i com 155 cv e o 2.4i com 190 cv e o 2.2i-CDTi a gasóleo, uma unidade a ter em conta com os seus baixos consumos, boas prestações e funcionamento silencioso.

Principais avarias e problemas

O Honda Accord foi alvo de algumas chamadas à rede de assistência para corrigir pequenas anomalias nos motores a gasolina e também no motor Diesel, neste caso, algumas unidades produzidas até 2004 foram chamadas para reprogramar a unidade de comando do motor que causava o acendimento sem razão da luz de aviso no painel de instrumentos.

Honda Accord (2003-2008)
7.1 Avaliação
0 Utilizadores (0 Votos)
Pros
Habitabilidade
Capacidade da mala
Qualidade de construção
Contras
Custos de manutenção
Suspensão algo firme
Fiabilidade8
Custos de manutenção6.5
Desvalorização7.5
Qualidade dos materais7
Habitabilidade e bagageira7.5
Segurança7
Conforto7
Consumo combustível7
Comportamento dinâmico7
Performance6.5
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Citroën Berlingo (1996-2011)

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O Berlingo é um nome que há muito se instalou no mercado automóvel como um dos modelos mais polivalentes no exigente segmento dos veículos comerciais, mas também como uma proposta a ter em conta para quem precisa de um veículo de passageiros com espaço para os ocupantes e também para bagagem a um preço acessível.



Já com vários anos na sua carreira e com os naturais restylings e alterações, o Citroën Berlingo sempre se manteve como um modelo muito fácil de conduzir, com uma direção leve e uma boa visibilidade, o que simplifica as manobras citadinas. Confortável quanto baste, exceção feita à insonorização que não é muito bem conseguida, o Berlingo até revela um bom comportamento dinâmico se considerarmos a sua altura.

O interior é muito espaçoso e oferece um desenho muito simples, mas funcional. Os materiais utilizados não são dos melhores e o equipamento disponibilizado também não é farto, mas isso é perfeitamente compreensível face ao bom preço que o Berlingo sempre teve.

A posição de condução não é das mais bem conseguida com o volante algo inclinado e um pouco horizontal face ao banco, não deixando o condutor esquecer o gene comercial original deste modelo francês.

Motores
A gama de motores é relativamente simples, mesmo considerando a longevidade das várias gerações do Berlingo. Começando nas unidades a gasolina, pouco procuradas no nosso mercado, este gaulês conta com o 1.4i com 75 cv, o 1.6 16V com 110 cv. Já nas propostas Diesel este Citroën é motorizado pelo 1.9D com 71 cv, o 1.6 HDI nas suas versões de 75 e 92 cv e pelo 2.0 HDI com 90 cv de potência.

Principais avarias e problemas
O motor 1.6 HDI pode apresentar perdas de potência, fugas de óleo e de combustível e um consumo elevado de líquido de refrigeração. Já as unidades equipadas com o motor a gasolina 1.4i produzidas entre 1997 e 1998 podem ter algumas falhas na aceleração, problema que é resolvido com uma reprogramação do sistema de injeção.

Houve alguns casos de problemas com os travões nos modelos produzidos entre 1997 e 1999 mas que são facilmente resolvidos. A bomba da assistência da direção pode evidenciar um desgaste prematuro.

O fecho centralizado e os vidros elétricos podem apresentar anomalias no seu funcionamento.

Citroën Berlingo (1996-2011)
6.8 Avaliação
0 Utilizadores (0 Votos)
Pros
Preço
Espaço disponível
Facilidade de condução
Contras
Equipamento
Alguns materiais
Motores Diesel ruidosos
Fiabilidade6.5
Custos de manutenção7.5
Desvalorização6.5
Qualidade dos materais6
Habitabilidade e bagageira7.5
Segurança7
Conforto6.5
Consumo combustível7
Comportamento dinâmico6.5
Performance6.5
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