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Fiat Panda (2012-…)

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A terceira geração do Fiat Panda mantém todos os atributos deste citadino intactos, com especial destaque para a facilidade de condução e a componente económica, tanto no que diz respeito ao preço como aos custos de manutenção.

Com um desenho sempre leve e apelativo no interior, o Panda oferece uma boa posição de condução e só é pena que alguns materiais não cativem muito pela sua qualidade.

Infelizmente a habitabilidade traseira não é tão generosa como seria de esperar e o conforto não está ao melhor nível já que a suspensão não consegue filtrar de forma muito eficaz as irregularidades do piso citadino mais degradado que será muito provavelmente o seu habitat natural e em simultâneo os motores tricilíndricos apresentam algumas vibrações no funcionamento.

O seu bom diâmetro de viragem associado a uma direção muito leve reforçam a facilidade com que o Panda se desloca em cidade, algo que sempre foi um dos trunfos deste citadino transalpino.

Motores
O Panda conta com três motores a gasolina: o 0.9 Twinair com 65 cv, o 0.9 Twinair T com 86 e 90 cv e o 1.2 com 69 cv e o motor 1.3 Multijet a gasóleo nas suas versões de 75 e 95 cv de potência, unidades algo ruidosas, mas que cujos consumos comedidos são um bom trunfo.

Principais avarias e problemas
Os motores twinair revelaram alguns problemas na ignição, algo que é solucionado com uma reprogramação. Além disso também foram registados alguns casos de fugas de óleo ao nível da distribuição nos modelos fabricados até abril de 2012.

Houve alguns casos de modelos com o ralenti instável e dificuldades no arranque. Nos modelos com o motor Diesel Multijet pode haver fuga de combustível nos injetores.

O sistema Start & Stop pode ter um funcionamento errático, independentemente da motorização. Nalguns modelos a luz do ESP acendeu sem que houvesse razão para tal, anomalia resolvida com uma simples reprogramação.

O eixo dianteiro pode começar a apresentar algumas vibrações.

Fiat Panda (2012-...)
6.6 Avaliação
0 Utilizadores (0 Votos)
Pros
Preço
Custos de manutenção
Facilidade de condução
Contras
Conforto
Habitabilidade traseira
Fiabilidade6.5
Custos de manutenção7.5
Desvalorização6
Qualidade dos materais6
Habitabilidade e bagageira6.5
Segurança6.5
Conforto6.5
Consumo combustível7.5
Comportamento dinâmico6.5
Performance6.5
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Renault Mégane II (2003-2008)

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A segunda geração do Renault Mégane não foi consensual no que diz respeito à estética. A sua traseira dividiu opiniões, mas a relação entre preço, equipamento e prestações fizeram dele um sucesso de vendas ainda assim.



Com uma direção algo vaga e uns comandos pouco informativos para o condutor, o Mégane não deixa de fazer o que se lhe pede, exibindo um bom comportamento dinâmico e uma boa eficácia em termos de conforto graças ao trabalho da sua suspensão.

O habitáculo não é dos mais espaçosos, mas está dentro do que se espera no segmento. A capacidade da bagageira também não é brilhante. A posição de condução não é muito bem conseguida devido ao posicionamento do volante face ao banco do condutor.

O desenho do interior no entanto resulta muito melhor que o do exterior e é mais consensual, oferecendo uma bom ambiente a bordo. Alguns materiais podiam estar num melhor plano em termos qualitativos, especialmente os que estão posicionados nos planos inferiores.

Motores
Os motores Diesel foram grandes responsáveis pelo sucesso deste Mégane que neve no bloco 1.5 DCi o seu principal trunfo com 80 e 100 cv e uns consumos muito comedidos. A oferta a gasóleo incluía ainda o 1.9 DCi com 120 cv.

Já nas propostas a gasolina este Renault conta com o 1.4 16V com 98 cv, o 1.6 16V com 115 cv, o 2.0 com 136 cv e o 2.0T com 165 cv.

Principais avarias e problemas
Os motores 1.5 DCi revelaram alguns problemas com a bomba de injeção que apresentava um desgaste prematuro. Já no 1.9 DCi foram registados alguns casos de turbo partido.

A válvula EGR também não estava isenta de anomalias já que tinha tendência para obstruir o que originava algumas paragens.

Em termos de eletrónica, o fecho centralizado e a os vidros elétricos podem apresentar falhas de funcionamento.

Renault Mégane II (2003-2008)
7 Avaliação
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Pros
Preço
Prestações
Equipamento
Contras
Alguns materiais
Direção demasiado vaga
Fiabilidade6.5
Custos de manutenção7
Desvalorização6.5
Qualidade dos materais6.5
Habitabilidade e bagageira6.5
Segurança7.5
Conforto7.5
Consumo combustível7.5
Comportamento dinâmico7
Performance7
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Fiat Punto (1999-2006)

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Com mais de seis milhões de unidades vendidas, o nome Punto é incontornável no universo dos utilitários e ainda hoje é uma presença constante nas nossas estradas.



Num segmento onde o preço é determinante, esta segunda geração do Fiat Punto manteve os bons resultados do seu antecessor, conquistando também ele uma boa fatia de mercado pelo que oferecia face à concorrência. O seu espaço interior é generoso e a posição de condução é boa, apesar do volante apenas regular em altura.

A qualidade dos materiais e o aprumo na montagem de alguns painéis é que deixa algo a desejar e é natural que mais tarde ou mais cedo os ruídos parasitas venham a marcar presença. A insonorização também não é a mais eficaz, especialmente nos motores Diesel que são algo ruidosos.

Os amortecimento das irregularidades não é muito eficaz e os movimentos da carroçaria também não são completamente controlados pela suspensão, o que não favorece muito o conforto que se sente a bordo.

Em termos de eficácia, o Punto é um modelo eficaz, previsível, com a direção muito leve e um pouco vaga. Não é entusiasmante, mas cumpre. Especialmente nos trajetos diários mostra-se um modelo muito fácil de conduzir.

Motores
O Fiat Punto conta com os motores a gasolina 1.2 de 60 cv, 1.2 16V com 85 cv, 1.3 Multijet de 70 cv e 1.8 com 130 cv que equipa o mais desportivo HGT. Neste conjunto de propostas o mais equilibrado é o 1.2 16V já que o 1.2 mostra-se algo esforçado para dar vida ao Punto em algumas situações.

A oferta a gasóleo é composta pelos motores 1.3 JTD com 70 cv, 1.9 JTD com 80 cv e 85 cv, unidades que se revelam algo ruidosas, mas apresentam bons consumos. No caso do 1.9 JTD as prestações estão a um bom nível.

Principais avarias e problemas
Foram registadas algumas situações em que a direção apresentou falhas no sistema elétrico de assistência. Problemas com a coluna da direção levou mesmo a Fiat a chamar alguns modelos para que a situação fosse solucionada.

Os amortecedores revelam um desgaste superior ao que seria expectável. Acima dos 50 mil km houve casos de alguns modelos com falhas no motor 1.2 que apresentava um funcionamento instável a baixas rotações.

É comum que as lâmpadas de iluminação se fundam com alguma regularidade e também podem surgir falhas com os comandos dos vidros e retrovisores elétricos.

Fiat Punto (1999-2006)
6.9 Avaliação
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Preço
Habitabilidade
Facilidade de condução
Contras
Conforto
Alguns materiais
Fiabilidade6.5
Custos de manutenção7.5
Desvalorização6.5
Qualidade dos materais6.5
Habitabilidade e bagageira7.5
Segurança7
Conforto6.5
Consumo combustível7
Comportamento dinâmico7
Performance7
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BMW X3 (2010-2017)

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O BMW X3 marcou a entrada da marca alemã no segmento dos SUV compactos. Com esta segunda geração a BMW veio melhorar o conceito inicial e aprimorar alguns pontos que o tornaram mais competitivo como produto e que só o preço premium o impediu de ter um maior sucesso.



Com uma estética mais próxima do seu irmão X5 e um interior mais cuidado em termos de materiais que o seu antecessor, este X3 oferece um melhor ambiente a bordo e uma boa qualidade de construção. Ao mesmo tempo a habitabilidade também está melhor e o espaço disponível no habitáculo é um pouco mais generoso. A bagageira mantém-se com um volume dentro do expectável para o segmento, oferecendo 550 litros de capacidade.

O conforto também está mais apurado com a suspensão a lidar melhor com o mau piso graças a uma afinação ligeiramente mais suave. Ainda assim o X3 não perdeu pitada da sua eficácia dinâmica e pode ser até um SUV bem divertido de conduzir.

O seu posicionamento premium implica que na hora da revisão os seus custos não são dos mais simpáticos para a carteira.

Motores
Os motores 20i com 184cv, 28i com 245 e 258 cv e o 30i com 306 cv de potência preenchem a oferta de motorizações a gasolina sendo que o seu sucesso no mercado foi reduzido numa época em que o Diesel era rei entre nós.

Por isso as versões Diesel com as suas boas prestações e excelentes consumos foram e ainda são as mais procuradas. Entre elas temos o 18d com 143 e 150 cv, o 20 d com 184 e 190 cv, o 30d com 258 cv e o 35 d com 313 cv de potência.

Principais avarias e problemas
Algumas unidades equipadas com os motores de quatro cilindros a gasolina 20i e 28i exibiram um consumo de óleo elevado. A distribuição mostrou-se propensa ao surgimento de ruídos e também foram registados casos de problemas no arranque.

Os Diesel 18d e 20d podem exibir perdas de potência, fugas do líquido de refrigeração e problemas com a válvula EGR.

Nalguns modelos anomalias na direção levaram à substituição da cremalheira. Os amortecedores podem tornar-se ruidosos levando à sua substituição e a embraiagem não marca muitos pontos no campo da resistência.

BMW X3 (2010-2017)
7.1 Avaliação
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Pros
Conforto
Habitabilidade
Qualidade de construção
Contras
Preço
Custos de manutenção
Fiabilidade7
Custos de manutenção6
Desvalorização7
Qualidade dos materais7
Habitabilidade e bagageira7
Segurança7.5
Conforto7
Consumo combustível7.5
Comportamento dinâmico7.5
Performance7.5
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