Ford C-Max (2003-2010) – Motorguia
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Ford C-Max (2003-2010)

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A primeira geração do Ford C-Max representou a entrada a marca no segmento dos monovolumes compactos e trouxe como grande atributo uma condução eficaz muito semelhante a uma berlina familiar com as vantagens da polivalência oferecida por um monovolume.

Partilhando a mesma plataforma do Focus, o C-Max conta com uma base que havia dado provas da sua qualidade em termos dinâmicos e veio a capitalizar com isso apresentando um comportamento sóbrio e direto, sem os tradicionais movimentos de carroçaria típicos dos monovolumes. A suspensão é firme mas não compromete o conforto que se sente a bordo, que apenas é beliscado por alguns ruídos aerodinâmicos que se sentem a velocidades um pouco mais elevadas.

Sem ser uma referência no espaço interior o C-Max acomoda bem os seus ocupantes e oferece uma bagageira generosa com 550 litros de capacidade. Infelizmente não foi comercializado numa versão maior com lotação para sete lugares como aconteceu com alguma concorrência, ficando-se apenas pelos cinco lugares habituais.

O desenho do habitáculo é sóbrio e alguns materiais podiam ser de melhor qualidade, o que acaba por não favorecer muito a imagem de solidez que se deseja. A ergonomia é boa e a posição de condução oferece os ajustes necessários para que o condutor se encaixe bem no C-Max.

Motores
Surgindo no auge do Diesel, o C-Max oferece cinco propostas a gasóleo começando no 1.6 TDCi de 90 e 110 cv de potência, passando pelo 1.8 TDCi com 115 e terminando no 2.0 TDCI nas versões de 110 e 136 cv. Qualquer uma destas unidades revela bons valores nos consumos e umas boas prestações.

Já nas versões a gasolina este monovolume conta com os motores 1.6 com 100 e 115 cv, 1.8 com 120 e 125 cv e o mais potente 2.0 com 145 cv.

Principais avarias e problemas
As versões 1.6 e 2.0 TDCi podem revelar perdas de potência, sendo que no caso dos 1.6 TDCi há registos de problemas com a válvula EGR e de fugas de óleo.

Nos modelos produzidos até 2005 é possível que haja anomalias na regulação dos tensores da correia de distribuição.

Nos modelos equipados com travão de mão elétrico podem haver falhas no mesmo que são solucionadas com uma simples reprogramação. Foram reportadas algumas falhas eletrónicas no rádio e o compressor do ar condicionado pode tornar-se ruidoso.

Ford C-Max (2003-2010)
7 Avaliação
0 Utilizadores (0 Votos)
Pros
Conforto
Capacidade da mala
Comportamento dinâmico
Contras
Ruídos aerodinâmicos
Qualidade de alguns materiais
Fiabilidade6.5
Custos de manutenção6.5
Desvalorização7
Qualidade dos materais6.5
Habitabilidade e bagageira7
Segurança7.5
Conforto7
Consumo combustível7.5
Comportamento dinâmico7.5
Performance7
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Honda Civic (2001-2006)

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Aquela que foi a sétima geração do Honda Civic não representou propriamente uma revolução estética face à geração anterior, mantendo umas linhas sóbrias, aliás, até demasiado sóbrias e pouco entusiasmantes, tanto no exterior como no interior.



Mas, o Civic sempre foi uma aposta racional no momento da compra e este modelo manteve isso intacto, oferecendo uma boa qualidade de construção e um bom nível de equipamento a um preço que se pode considerar competitivo no mercado.

O espaço interior é generoso e a montagem dos vários painéis está num bom patamar, merecendo até que a qualidade dos plásticos utilizados fosse um pouco melhor. Bem insonorizado este Honda mostra-se confortável, revelando um bom equilíbrio na afinação das suas suspensões que asseguram que as irregularidades do piso não são demasiado incomodativas, ao mesmo tempo que garantem um comportamento eficaz e previsível.

A sua boa fiabilidade tem garantido que ainda hoje este Honda Civic seja uma presença habitual nas nossas estradas.

Motores
A gama de motores é essencialmente composta por unidades a gasolina e começa com o 1.4 com 90 cv, passando para o 1.6 com 110 cv, 1.7 com 120 cv e terminando no mais potente 2.0 com 200 cv de potência máxima.
A partir de 2002 esta geração do Honda Civic passou a contar também com o motor a gasóleo 1.7 CTDI com 100 cv e que se revelou uma boa unidade com um bom rendimento e consumos comedidos.

Principais avarias e problemas
Os motores 1.4 a gasolina podem apresentar falhas na gestão eletrónica ao passo que as unidades 1.6 devem ser monitorizadas para um possível funcionamento irregular enquanto está frio que pode indicar uma anomalia na afinação das válvulas e do ralenti.

Nos modelos equipados com teto de abrir é conveniente estar atento às borrachas que asseguram a estanquicidade pois podem vir a dar problemas deixando passar a água.

Honda Civic (2001-2006)
6.6 Avaliação
0 Utilizadores (0 Votos)
Pros
Equipamento
Habitabilidade
Qualidade de construção
Contras
Alguns materiais
Linhas demasiado sóbrias
Fiabilidade7
Custos de manutenção6.5
Desvalorização7
Qualidade dos materais6
Habitabilidade e bagageira7
Segurança7
Conforto6.5
Consumo combustível6
Comportamento dinâmico6.5
Performance6.5
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Renault Kangoo (2007-2020)

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A segunda geração do Renault Kangoo refinou alguns aspetos do seu antecessor, tornando-o mais apelativo e moderno e mantendo a boa versatilidade de utilizações que caracteriza a família Kangoo.



Senhor de um espaço invejável, tanto para os passageiros, como para a bagagem, o Kangoo de passageiros sempre surgiu como uma espécie de monovolume mais acessível em termos de preço que, apesar de não oferecer a qualidade de materiais ou a diversidade de soluções de um Scénic, não deixava de ser um modelo muito polivalente na sua utilização.

A sua raiz de modelo comercial não lhe deixa grande margem para um melhor refinamento quer no desenho do interior, quer na qualidade dos materiais, mas marca pontos graças à sua simplicidade e à sua capacidade para levar praticamente tudo no seu interior.

Fácil de conduzir, a sua direção é leve e em termos de conforto esta geração está ligeiramente mais apurada na forma como a suspensão lida com o piso mais degradado. Ainda assim a insonorização não é das melhores, até porque a dimensão do seu interior acaba por de certa forma amplificar os ruídos.

Motores
Os motores não são propriamente os mais impressionantes em termos de prestações, mas cumprem, especialmente no domínio dos consumos. Assim, a gama começa com as unidades a gasolina 1.6 16V com 105 cv e também o 1.2 TCe com 115 cv. Já no campo dos motores Diesel o Kangoo conta com o 1.5 dCi nas suas versões de 70, 75, 85, 90, 95, 105, 110 e 115 cv de potência (esta amplitude de potências deve-se não apenas às versões disponibilizadas, mas também à evolução da potência do próprio motor 1.5 dCi ao longo dos anos em que equipou o Kangoo).

Principais avarias e problemas
Nos modelos equipados com o motor a gasolina TCe produzidos até junho de 2016 foram registados alguns casos de um consumo excessivo de óleo. Já nos motores dCi é preciso estar atento a um desgaste prematuro da correia da distribuição e também podem surgir falhas nos injetores.

Em 2008 foi feito um recall a algumas unidades para corrigir um problema na direção e reposicionar a cremalheira e a coluna de direção. Nos Kangoo fabricados até fevereiro de 2008 foi também necessário trocar os enroladores dos cintos de segurança que não estavam a funcionar corretamente.

Nos modelos fabricados em 2009 foi necessário retificar um problema na tubagem no sistema de travagem do eixo dianteiro.

Renault Kangoo (2007-2020)
6.1 Avaliação
0 Utilizadores (0 Votos)
Pros
Preço
Versatilidade
Espaço interior
Contras
Insonorização
Alguns materiais
Fiabilidade6
Custos de manutenção6.5
Desvalorização5.5
Qualidade dos materais5.5
Habitabilidade e bagageira7
Segurança6.5
Conforto6
Consumo combustível6.5
Comportamento dinâmico5.5
Performance5.5
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Toyota Yaris (2011-2020)

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A terceira geração do Yaris melhorou em quase todos os aspetos face às duas anteriores, mas ainda assim não conseguiu bater algumas das referências do segmento. No entanto, revela-se um produto muito equilibrado e senhor de uma boa fiabilidade, típica herança da marca nipónica.



Com um bom espaço interior este Yaris é menos arrojado que os anteriores no que diz respeito ao desenho do habitáculo, mas oferece uma boa posição de condução, apesar de um pouco alta, e uma boa qualidade de construção, qualidade essa que acaba por atenuar a escolha de alguns dos materiais utilizados que se esperava estarem a outro nível nalguns painéis.

Com uma direção leve e um excelente visibilidade este japonês mostra-se fácil de conduzir em ambiente urbano, só se lamentando que não tenho um melhor diâmetro de viragem. A suspensão oferece um bom equilíbrio entre um conforto razoável e um comportamento dinâmico previsível e seguro.

Quando surgiu no mercado foi um dos primeiros a oferecer um opção híbrida na gama que permitia um funcionamento exclusivo em modo elétrico o que jogou a seu favor, ajudando a abrir o segmento a estas novas soluções de motricidade que hoje são já comuns.

Motores
Este Toyota Yaris conta com os motores a gasolina 1.0 VVT-i com 69 cv e 1.3 VVT-i com 99 cv enquanto que a solução Diesel é preenchida pelo 1.4 D-4D com 90 cv. Já a opção Hybrid conta com um motor 1.5 a gasolina com 75 cv de potência. Estas unidades não são propriamente um exemplo de prestações, mas mostram-se fiáveis e poupadas na hora de ir abastecer.

Principais avarias e problemas
A nível de motores a anomalia mais reportada é um consumo de óleo superior ao esperado tanto no motor 1.3 VVT-i a gasolina como no motor 1.4 D-4D a gasóleo. Neste último também podem haver perdas de potência devido a problemas com o turbo.

Nalguns modelos 1.3 VVT-i e 1.4 D-4D foi registado um desgaste prematuro da embraiagem, podendo mesmo algumas vezes acontecer antes dos 50 mil quilómetros.

A caixa de velocidades pode começar a apresentar ruídos e pode inclusive começar a revelar falhas nas passagens de caixa.

Toyota Yaris (2011-2020)
6.6 Avaliação
0 Utilizadores (0 Votos)
Pros
Fiabilidade
Habitabilidade
Opção híbrida
Contras
Alguns materiais
Diâmetro de viragem
Fiabilidade7
Custos de manutenção6.5
Desvalorização6.5
Qualidade dos materais6
Habitabilidade e bagageira7
Segurança7
Conforto6.5
Consumo combustível6.5
Comportamento dinâmico6.5
Performance6
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