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Toyota Auris (2007-2013)

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Sucessor do emblemático Corolla, o Auris veio de certa forma trazer a estética do bem sucedido Yaris ao segmento dos pequenos familiares. As expetativas eram altas, mas a Toyota apostou numa solução que embora não não provoque paixões arrebatadoras é muito racional e cumpridora.

Esta primeira geração do Auris foi desenvolvida com o foco na eficácia, ou seja não sendo entusiasmante ela cumpre com o que se espera de um modelo deste segmento. O espaço interior e a bagageira são ambos generosos, o seu conforto está num bom nível, merecendo especial destaque a sua insonorização, mesmo nas versões Diesel.

Infelizmente os materiais utilizados, apesar de revelarem um bom nível de montagem o que contribui para uma boa sensação de solidez, não são propriamente dos mais agradáveis à vista e ao toque.

Em estrada o Auris é um bom companheiro de viagem com uma suspensão que assegura o conforto em qualquer piso e ao mesmo tempo garante um bom controlo dos movimentos da carroçaria, mas nunca chega a entusiasmar quem vai ao volante. A sua direção é leve, o que facilita as manobras citadinas, mas é muito vaga e pouco informativa.

Motores
O Auris possui uma gama de motores adequada e que começa com as versões a gasolina, nomeadamente com o 1.4 VVT-i com 97 e 101 cv de potência, seguindo-se o 1.6 VVT-i com 124 e 132 cv.

Já no universo Diesel a oferta é composta pela família D-4D com as unidades 1.4 com 90 cv, a 2.0 com 126 cv e a mais potente 2.2 com 177 cv de potência. São motores comedidos nos consumos e com uma boa resposta ao acelerador.

Principais avarias e problemas
Os motores D-4D podem revelar algumas fugas de líquido de refrigeração e a partir de 2010 também foram registados casos de algumas unidades com perdas de potência.

O Auris sofreu algumas chamadas à assistência por causa de falhas no pedal do acelerador nos modelos produzidos até Janeiro de 2010 e também para substituir um elemento da suspensão no eixo traseiro nos modelos que saíram da fábrica entre 2007 e 2011.

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Fiat Punto (1999-2006)

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Com mais de seis milhões de unidades vendidas, o nome Punto é incontornável no universo dos utilitários e ainda hoje é uma presença constante nas nossas estradas.



Num segmento onde o preço é determinante, esta segunda geração do Fiat Punto manteve os bons resultados do seu antecessor, conquistando também ele uma boa fatia de mercado pelo que oferecia face à concorrência. O seu espaço interior é generoso e a posição de condução é boa, apesar do volante apenas regular em altura.

A qualidade dos materiais e o aprumo na montagem de alguns painéis é que deixa algo a desejar e é natural que mais tarde ou mais cedo os ruídos parasitas venham a marcar presença. A insonorização também não é a mais eficaz, especialmente nos motores Diesel que são algo ruidosos.

Os amortecimento das irregularidades não é muito eficaz e os movimentos da carroçaria também não são completamente controlados pela suspensão, o que não favorece muito o conforto que se sente a bordo.

Em termos de eficácia, o Punto é um modelo eficaz, previsível, com a direção muito leve e um pouco vaga. Não é entusiasmante, mas cumpre. Especialmente nos trajetos diários mostra-se um modelo muito fácil de conduzir.

Motores
O Fiat Punto conta os motores a gasolina 1.2 de 60 cv, 1.2 16V com 85 cv, 1.3 Multijet de 70 cv e 1.8 com 130 cv que equipa o mais desportivo HGT. Neste conjunto de propostas o mais equilibrado é o 1.2 16V já que o 1.2 mostra-se algo esforçado para dar vida ao Punto em algumas situações.

A oferta a gasóleo é composta pelos motores 1.3 JTD com 70 cv, 1.9 JTD com 80 cv e 85 cv, unidades que se revelam algo ruidosas, mas apresentam bons consumos. No caso do 1.9 JTD as prestações estão a um bom nível.

Principais avarias e problemas
Foram registadas algumas situações em que a direção apresentou falhas no sistema elétrico de assistência. Problemas com a coluna da direção levou mesmo a Fiat a chamar alguns modelos para que a situação fosse solucionada.

Os amortecedores revelam um desgaste superior ao que seria expectável. Acima dos 50 mil km houve casos de alguns modelos com falhas no motor 1.2 que apresentava um funcionamento instável a baixas rotações.

É comum que as lâmpadas de iluminação se fundam com alguma regularidade e também podem surgir falhas com os comandos dos vidros e retrovisores elétricos.

Fiat Punto (1999-2006)
6.9 Avaliação
0 Utilizadores (0 Votos)
Pros
Preço
Habitabilidade
Facilidade de condução
Contras
Conforto
Alguns materiais
Fiabilidade6.5
Custos de manutenção7.5
Desvalorização6.5
Qualidade dos materais6.5
Habitabilidade e bagageira7.5
Segurança7
Conforto6.5
Consumo combustível7
Comportamento dinâmico7
Performance7
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BMW X3 (2010-2017)

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O BMW X3 marcou a entrada da marca alemã no segmento dos SUV compactos. Com esta segunda geração a BMW veio melhorar o conceito inicial e aprimorar alguns pontos que o tornaram mais competitivo como produto e que só o preço premium o impediu de ter um maior sucesso.



Com uma estética mais próxima do seu irmão X5 e um interior mais cuidado em termos de materiais que o seu antecessor, este X3 oferece um melhor ambiente a bordo e uma boa qualidade de construção. Ao mesmo tempo a habitabilidade também está melhor e o espaço disponível no habitáculo é um pouco mais generoso. A bagageira mantém-se com um volume dentro do expectável para o segmento, oferecendo 550 litros de capacidade.

O conforto também está mais apurado com a suspensão a lidar melhor com o mau piso graças a uma afinação ligeiramente mais suave. Ainda assim o X3 não perdeu pitada da sua eficácia dinâmica e pode ser até um SUV bem divertido de conduzir.

O seu posicionamento premium implica que na hora da revisão os seus custos não são dos mais simpáticos para a carteira.

Motores
Os motores 20i com 184cv, 28i com 245 e 258 cv e o 30i com 306 cv de potência preenchem a oferta de motorizações a gasolina sendo que o seu sucesso no mercado foi reduzido numa época em que o Diesel era rei entre nós.

Por isso as versões Diesel com as suas boas prestações e excelentes consumos foram e ainda são as mais procuradas. Entre elas temos o 18d com 143 e 150 cv, o 20 d com 184 e 190 cv, o 30d com 258 cv e o 35 d com 313 cv de potência.

Principais avarias e problemas
Algumas unidades equipadas com os motores de quatro cilindros a gasolina 20i e 28i exibiram um consumo de óleo elevado. A distribuição mostrou-se propensa ao surgimento de ruídos e também foram registados casos de problemas no arranque.

Os Diesel 18d e 20d podem exibir perdas de potência, fugas do líquido de refrigeração e problemas com a válvula EGR.

Nalguns modelos anomalias na direção levaram à substituição da cremalheira. Os amortecedores podem tornar-se ruidosos levando à sua substituição e a embraiagem não marca muitos pontos no campo da resistência.

BMW X3 (2010-2017)
7.1 Avaliação
0 Utilizadores (0 Votos)
Pros
Conforto
Habitabilidade
Qualidade de construção
Contras
Preço
Custos de manutenção
Fiabilidade7
Custos de manutenção6
Desvalorização7
Qualidade dos materais7
Habitabilidade e bagageira7
Segurança7.5
Conforto7
Consumo combustível7.5
Comportamento dinâmico7.5
Performance7.5
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Volkswagen Golf V (2003-2008)

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A quinta geração do Volkswagen Golf veio reforçar a imagem de qualidade de construção e solidez que os anteriores modelos já haviam granjeado. Além disso a adoção de uma nova geometria da suspensão multibraço veio dar-lhe um comportamento dinâmico mais apurado sem penalizar o conforto.



O Golf sempre foi o grande cavalo de batalha da Volkswagen com as suas vendas a fazer dele um dos modelos mais importantes do construtor de Wolfsburgo. Esta quinta geração seguiu essa saga com uma grande recetividade junto do público que valorizava a racionalidade do Golf como solução para o seu dia a dia.

Bem construído, com um interior simples no desenho, mas com bons materiais o Golf V pisca o olho ao segmento premium. O espaço interior é suficiente para acomodar uma família sem problemas de maior e este Golf oferece um bom conforto aos ocupantes que apenas sai um pouco manchado por alguns dos seus motores serem algo ruidosos.

Apesar de haver concorrentes mais divertidos de conduzir, a sobriedade do Golf em estrada garante confiança ao condutor e este germânico faz tudo de forma competente em qualquer tipo de estrada.

Motores
A gama de motores disponível é vasta já que esta geração do Golf coexistiu com algumas mudanças de geração nos motores que o equipam. Assim nas propostas a gasolina este Golf conta com o 1.4 FSI com 75, 80 e 90 cv, o 1.4 TSI com 122, 140 e 170 cv, o 1.6 FSI com 102 e 115 cv, o 2.0 FSi com 150 cv e o 2.0 TFSI com 200 e 230 cv de potência.

Os motores Diesel dominaram largamente as vendas graças às suas excelentes prestações e consumos reduzidos e a oferta é composta pelo 1.9 SDI de 90 cv, o 1.9 TDI com 90 e 105 cv e o 2.0 TDI com 140 e 170 cv.

Principais avarias e problemas
Foram registados casos nos motores a gasolina 1.4 de problemas com a bomba de combustível e nos 2.0 TDI de 140 cv foram detetadas anomalias de estanquicidade nos injetores bomba.

O eixo dianteiro pode tornar-se numa fonte de ruídos e a sua má regulação pode causar um desgaste prematuro dos pneus. Nalguns modelos TDI de 105 cv foram reportados problemas com a caixa de velocidades em que a marcha atrás fica difícil de engrenar.

Volkswagen Golf V (2003-2008)
7.1 Avaliação
0 Utilizadores (0 Votos)
Pros
Conforto
Comportamento dinâmico
Qualidade de construção
Contras
Motores ruidosos
Custos de manutenção
Fiabilidade7
Custos de manutenção6
Desvalorização7
Qualidade dos materais7.5
Habitabilidade e bagageira7
Segurança7.5
Conforto7
Consumo combustível7.5
Comportamento dinâmico7.5
Performance7
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