Dacia Duster (2017-…) – Motorguia
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Dacia Duster (2017-…)

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Depois do sucesso do primeiro Duster a Dacia regressou à carga a segunda geração deste pequeno SUV melhorando-o e tornando-o um pouco mais refinado, sem no entanto perder o argumento do preço e da economia de utilização como principais focos.

Afastando-se um pouco da imagem inicial em que low cost era sinónimo apenas do mínimo indispensável, a Dacia apostou nesta segunda geração do Duster numa ligeira melhoria do ambiente a bordo com a escolha de uns materiais um pouco melhores, apesar de ainda assim não serem nada de deslumbrante.

Manteve a boa habitabilidade e a generosa bagageira que neste caso pode transportar até 445 litros de volume, mas por outro lado também manteve um nível de equipamento algo escasso nas versões base.

Aversão de tração integral 4×4 até faz mais fora de estrada do que se espera dela e no cômputo geral este Duster revela-se um companheiro muito versátil e polivalente para as mais variadas necessidades do dia a dia, nos mais variados tipos de pisos.

A sua suspensão privilegia o conforto e deixa para segundo plano um comportamento dinâmico apurado. A própria direção com uma assistência elétrica muito leve e vaga também não contribui para uma agilidade por aí além, mas também não é isso que se espera de um modelo desta natureza.

Motores
O Duster está equipado com os motores a gasolina TCE 100 de 100 cv, TCe 130 com 130 cv e o mais potente TCe 150 com 150 cv. Já nas propostas Diesel o Blue dCi de 115 cv surge como a escolha para os que procuram um bom equilíbrio entre os consumos mais comedidos e umas prestações capazes.

Principais avarias e problemas
Os motores a gasolina TCe podem apresentar perdas de potência ao passo que o Blue dCi pode ter algumas fugas de óleo e um consumo acima do normal de AdBlue.

Os primeiros modelos construídos foram sujeitos a um recall para verificar o bom funcionamento do sistema Start & Stop e alguns foram reprogramados. Houve ainda outra chamada às oficinas para solucionar uma falha numa soldadura do bordo da bateria que dava problemas no arranque.

A direção pode ter algumas falhas na assistência o que é solucionado com uma reprogramação. É possível que hajam alguns bugs no sistema multimédia e foram reportadas algumas queixas de ruídos aerodinâmicos no habitáculo.

Dacia Duster (2017-...)
6.8 Avaliação
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Pros
Preço
Polivalência
Habitabilidade
Contras
Equipamento
Qualidade dos materiais
Fiabilidade6.5
Custos de manutenção7.5
Desvalorização6
Qualidade dos materais6.5
Habitabilidade e bagageira7.5
Segurança6.5
Conforto7
Consumo combustível7
Comportamento dinâmico6.5
Performance7
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Renault Mégane CC (2010-2016)

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A terceira geração do Renault Mégane voltou a propor uma versão coupé cabriolet com uma capota retrátil rígida. Este Mégane CC manteve os lados positivos do seu antecessor e refinou um pouco o interior.



Sendo um dos modelos mais apelativos para conduzir a seu aberto por causa do seu preço e da sua lotação, o Mégane CC continuou a ter bons resultados nas vendas, apesar de já não ter tido o mesmo sucesso que o anterior.

Bem equipado de série, este gaulês apresenta um habitáculo mais cuidado e com um ambiente mais agradável, mas, ainda assim, alguns materiais utilizados podiam ser melhores e o espaço nos bancos traseiros continua algo acanhado. Ao mesmo tempo a solução da capota rígida acaba sempre por ocupar quase metade da capacidade da mala quando está recolhida o que lhe retira alguma polivalência.

Ainda assim o facto de se poder conduzir “dois modelos” num só, um coupé ou um descapotável, dá-lhe uma versatilidade muito interessante em termos de sensações de condução.

Confortável quanto baste, este Mégane CC pesa cerca de 1700 kg, sensivelmente, o que significa que os motores de menor cilindrada irão debater-se mais para lhe conferir umas prestações interessantes.

Motores
Este Renault surge apenas com dois motores a gasolina, o 1.2 TCe e o 1.4 TCe, ambos com 130 cv de potência, mas a oferta Diesel é mais vasta e inclui o 1.5 dCi com 110 cv, o 1.6 dCi e o 1.9 dCi, os dois com 130 cv e o mais potente 2.0 dCi com 160 cv. De um modo geral todos estes motores são poupados nos consumos, incluindo as unidades a gasolina.

Principais avarias e problemas
Sem grandes problemas a assinalar em termos de motores, o Mégane CC foi alvo de uma chamada à assistência em finais de 2012 para retificar um problema na assistência à travagem.

O risco de um curto circuito na direção assistida também motivou um recall em 2011 para os primeiros modelos produzidos.

Renault Mégane CC (2010-2016)
6.8 Avaliação
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Pros
Preço
Equipamento
Versatilidade
Contras
Alguns materiais
Volume da bagageira
Fiabilidade6.5
Custos de manutenção7
Desvalorização6.5
Qualidade dos materais6.5
Habitabilidade e bagageira6.5
Segurança7
Conforto7
Consumo combustível7.5
Comportamento dinâmico7
Performance6.5
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Fiat Grande Punto (2005-2009)

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O Fiat Grande Punto é a terceira geração da bem sucedida família Punto e com o seu desenho assinado por Giugiaro este utilitário voltou a ter uma boa prestação no nosso mercado.



Com 4,03 metros de comprimento o Grande Punto faz jus ao seu nome pois cresceu face aos seus antecessores. Isso sente-se no interior onde o espaço é ligeiramente maior do que no Punto que já era um modelo espaçoso. A posição de condução é boa e os comandos estão bem posicionados. Contudo, os materiais utilizados nos vários painéis não são os mais nobres.

A bagageira tem um acesso fácil, mas a sua capacidade não é das maiores, ficando-se pelos 275 litros de volume.

Com um preço competitivo o Grande Punto não é propriamente o mais equipado do segmento, mas o conforto e segurança essenciais estão garantidos. O conforto podia ser mais refinado já que a suspensão revela um amortecimento que podia ser mais eficaz.

Quando a estrada se torna mais sinuosa o Grande Punto mantém uma postura previsível e em cidade é um modelo fácil de conduzir no dia a dia com uma direção leve que facilita as manobras em cidade.

Motores
O Grande Punto conta com os motores a gasolina 1.2 com 65 cv, o 1.4 com 78 cv e o 1.4 16V Starjet com 95 cv. O primeiro não prima pelas prestações, mas os motores 1.4 mostram-se mais equilibrados e capazes. A gama conta ainda com o mais potente 1.4 16V T-Jet, turbo-comprimido, com 155 cv que equipa a versão mais desportiva Abarth.
A proposta Diesel é composta pelo 1.3 Multijet com 75 e 90 cv e o 1.9 Multijet com 120 cv. Estas unidades mostram-se poupadas nos consumos, mas algo ruidosas, em especial o 1.3 Multijet.

Principais avarias e problemas
Em 2008 houve uma chamada à assistência para substituição da junta da cabeça dos motores 1.3 Multijet que equiparam os modelos produzidos entre novembro de 2007 e Março de 2008.

Nos primeiros modelos fabricados foram detetados problemas no compressor do ar condicionado e também nas unidades iniciais é possível que as pastilhas de travão comecem a fazer barulho.

Fiat Grande Punto (2005-2009)
6.9 Avaliação
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Pros
Preço
Habitabilidade
Facilidade de condução
Contras
Bagageira
Alguns materiais
Fiabilidade6.5
Custos de manutenção7
Desvalorização6.5
Qualidade dos materais6
Habitabilidade e bagageira7
Segurança7
Conforto7
Consumo combustível7
Comportamento dinâmico7.5
Performance7
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Mini (2014-…)

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A terceira geração do Mini continua a aposta da marca, detida pela BMW, para aumentar as dimensões deste divertido modelo que é cada vez menos “mini” no tamanho, mas mantém toda a irreverência e diversão que se espera do nome “Mini”, conservando toda a sua estética moderna de estilo vintage do agrado de tantos.



Ligeiramente mais largo e mais longo este Mini contam também na sua gama com a versão de cinco portas, aquela que talvez se possa considerar como a mais equilibrada para jovens famílias pois sempre oferece um pouco mais de espaço interior, mantendo a diversão na condução a que o Mini nos habituou.

O modelo de três portas continua acanhado no espaço atrás e na bagageira e apesar da boa posição de condução e do desenho bem conseguido do interior, que mantém toques retro bem equilibrados com as novas tecnologias, esta geração do Mini não melhorou muito na qualidade de alguns materiais que compõem o habitáculo.

Mais confortável que as duas gerações anteriores, este mini continua com uma suspensão algo firme. Um “preço” a pagar pelo seu comportamento dinâmico que continua divertido e muito interativo com o condutor graças à boa resposta e rapidez dos vários comandos.

Esteticamente irreverente e com um comportamento a condizer esta geração do Mini continua com um gene algo premium e isso tem o seu reflexo nos custos de manutenção que estão longe de ser acessíveis.

Motores
A oferta de motores na gama Mini divide-se entre as propostas a gasolina e Diesel, sendo que no primeiro grupo podemos contar com o 1.5 com 75 cv, 102 cv e 136 cv e ainda e o 2.0 com 192 cv e 231 cv de potência, este último a equipar o mais desportivo John Cooper Works.
Já nas opções a gasóleo a gama Mini conta com o 1.5 com 95 cv e 116 cv e o 2.0 com 170 cv de potência. Estas três opções surgem como as mais económicas no dia a dia já que, segundo a marca, conseguem fazer um consumo médio de 3,8; 3,9 e 4,6 l/100 km respetivamente.

Principais avarias e problemas
Os motores Diesel podem evidenciar perdas de potência com origem em anomalias no turbo e a embraiagem pode começar a fazer ruídos no arranque.

Os apoios do motor não são o ponto mais sólido do Mini e podem começar a aparecer vibrações. Também a fixação dos braços da suspensão traseiros ou os próprios amortecedores de trás podem evidenciar alguns ruídos.

As pastilhas de travão também poderão evidenciar um desgaste prematuro.

Mini (2014-...)
6.9 Avaliação
0 Utilizadores (0 Votos)
Pros
Prestações
Estética atraente
Comportamento dinâmico
Contras
Alguns materiais
Custos de manutenção
Fiabilidade7
Custos de manutenção6
Desvalorização7
Qualidade dos materais6.5
Habitabilidade e bagageira6.5
Segurança7
Conforto6.5
Consumo combustível7
Comportamento dinâmico8
Performance7.5
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