A história do logótipo da Ferrari contada pelo próprio Enzo Ferrari – Motorguia
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A história do logótipo da Ferrari contada pelo próprio Enzo Ferrari

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O logótipo da Ferrari consiste num retângulo amarelo com a bandeira de Itália e o famoso cavalo preto.

O cavalo foi pintado na fuselagem do avião de combate de Francesco Baracca – um aviador heróico da primeira guerra mundial.

Segundo Enzo : “No dia 23, conheci o conde Enrico Baracca, o pai do herói, e depois a sua mãe, a condessa Paulina, que me disse um dia: ‘Ferrari, ponha o cavalo empinado do meu filho nos seus automóveis. Isso lhe trará boa sorte’. O cavalo era, e ainda é, preto, e eu adicionei o fundo amarelo canário, que é a cor de Modena [local de nascimento de Enzo Ferrari]. ”

Em 1932, o escudo da Ferrari apareceu pela primeira vez nos Alfa Romeo da equipa Scuderia, no Grand Prémio de Spa.

Em 1947, no 125S – o primeiro automóvel produzido em Maranello, o cavalo empinado apareceu sobre fundo amarelo e sempre com a bandeira italiana no topo. No entanto, já não se encontra inserido num escudo, as letras S e F (Scuderia Ferrari) foram substituídas pela palavra Ferrari.

Assim, a marca Ferrari nasceu e, desde então, está presente em todos os automóveis de Maranello.

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Os alces andam a lamber carros no Canadá

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Nas estradas do Canadá as autoridades alertam os condutores para o comportamento dos alces para quem o sal acumulado nos carros, por causa do tratamento das estradas com neve, é um acepipe que acaba por ser uma espécie de “droga” irresistível para estes animais. Este facto pode, obviamente, ser uma situação perigosa para os ocupantes do veículo e para o próprio animal.



Este fenómeno já era conhecido pois ao espalhar o sal nas estradas, para minimizar a quantidade de neve no asfalto, os alces tinham tendência para vir lamber o mesmo e criaram uma certa “adição” a este mineral na sua dieta. Acontece que a evolução é uma constante da mãe natureza e os alces agora perceberam que lamber o sal dos próprios carros é igualmente satisfatório e até mais fácil e apetitoso.

Contudo, afugentar um alce pode não ser uma tarefa simples até porque é um animal com um porte considerável e que possui uns chifres que metem respeito. Por isso as autoridades canadianas aconselham que o condutor apenas utilize a buzina do veículo e que por razão nenhuma saia do interior do mesmo.

Se for passear ao Canadá, já sabe o que pode esperar numa qualquer estrada de floresta como fica bem exemplificado neste vídeo:

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Sobrevive ao Covid-19 a vender flores no seu Carocha

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Após perder o emprego como imobiliária, devido à crise causada pelo Coronavírus, Valcineia Machado transformou o seu carocha numa loja de flores ambulante como forma de sobreviver à complicada situação económica.



A pandemia do vírus Covid-19 no Brasil tem sido um drama muito complexo para a sociedade a nível de saúde e também a nível económico deixando muitos sem emprego nem forma de enfrentar os custos da vida diária.

Foi isso que aconteceu com Valcineia que transformou o seu Volkswagen Carocha numa autêntica loja de flores com vasos no tejadilho e várias plantas a saírem do interior e da bagageira frontal.

Vendendo rosas e outras espécies numa movimentada esquina do Rio de Janeiro esta empreendedora tem conseguido lutar contra a crise e só nos primeiros tr^s dias conseguiu faturar o suficiente para pagar um terço do investimento que fez no Carocha.

Mesmo nestes tempos conturbados o automóvel continua a ser para muitos a ferramenta que lhes permite sobreviver aos momentos mais duros da vida.

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Conheça a “Besta de Turim”

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O mundo automóvel está repleto de grandes histórias e feitos em torno de máquinas incríveis. O vídeo que aqui lhe trazemos é um desses exemplos com o impressionante Fiat S76 de 1911.



Este “monstro” com um motor de 4 cilindros com 28,4 litros de cilindrada e 300 cv de potência foi desenvolvido para bater o recorde de velocidade, algo que nunca viria a conseguir.

Andou perdido no tempo durante praticamente um século até que o inglês Duncan Pittaway se dedicou a voltar a dar-lhe vida e assim quase 100 anos depois este Fiat colossal justamente alcunhado de “Besta de Turim” volta a impressionar quando ficou pronto para ser mostrado no Goodwood Festival of Speed de 2015.

Neste pequeno vídeo descobrimos um pouco dessa epopeia desde o renascer do incrível motor à inesquecível viagem até ao festival.

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