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O seu próximo carro pode ser chinês

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A Huawei, Xiaomi, OnePlus e Hisense estão cada vez mais ligadas aos construtores de automóveis chineses.

Se lhe perguntarem por um nome de uma marca de automóveis chinesa talvez tenha dificuldade em responder de imediato. O mesmo já não acontece com marcas de smartphones. O facto é que a China já se tornou no maior fabricante de automóveis do mundo e também no maior mercado do mundo: em 2018 foram vendidos na China 22,7 milhões de veículos, superando o mercado dos Estados Unidos em mais de 6 milhões de unidades.

Não fossem a restrições aduaneiras impostas pela Europa e pelos Estados Unidos e a China estaria a colocar carros baratos à porta das nossas casas. No entanto, a crescente procura de carros elétricos e os avanços que os fabricantes de automóveis chineses têm feito neste campo, podem muito bem em poucos anos mudar todo o cenário atual.

A China está a especializar-se na produção de baterias. O governo chinês está a apoiar fortemente todas as iniciativas de desenvolvimento de baterias para a indústria automóvel. A prova disso é que praticamente 99% dos autocarros elétricos estão atualmente na China.

O futuro dos carros elétricos vai passar pela China e não é por acaso que a Tesla decidiu montar uma fábrica nos arredores de Xangai que estará pronta dentro de dois anos.

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Ford vai despedir 7.000 trabalhadores

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A sangria vai começar já esta semana, com a saída de 2.300 funcionários nos Estados Unidos da América.

A Ford está a avançar com o seu processo de reestruturação para reduzir custos e adaptar-se aos novos tempos na indústria automóvel. Numa missiva enviada aos seus funcionários, o CEO da Ford, Jim Hackett, anunciou que o próximo passo começa hoje mesmo, dia 21 de maio, num processo que terminará com o despedimento de cerca de 7.000 funcionários em todo o mundo, excluindo os operários das fábricas. Isto quer dizer que a redução será na ordem dos 10% de todos os funcionários.

O ano de 2018 não foi espetacular para Ford, mas também não foi um terror. As vendas nos Estados Unidos caíram cerca de 3,5 por cento, tendo havido também uma quebra nas receitas. Ainda assim, a marca da oval azul conseguiu registar lucros de 3,7 mil milhões de dólares e, por isso, dividir bónus pelos seus quadros mais altos. O CEO da Ford, que agora quer despedir 7.000 funcionários, levou para casa um prémio de 17,8 milhões de dólares.

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O livro da Bentley que custa mais de 200.000 euros

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Não, não é um título com “clickbait”. A Bentley apresentou mesmo um livro que custa cerca de 230.000 euros, que é o mesmo que dizer que tem o preço de um bom apartamento em várias zonas de Portugal. Não fosse a especulação imobiliária, poderíamos incluir Lisboa nesta comparação.

São apenas sete cópias, na medida do número de continentes do nosso planeta. Claro que não é só por isso que tem este preço astronómico, mas também pelo facto de estar decorado com diamantes e poder ter o logótipo da marca de Coventry em ouro branco ou platina. Coisa de luxo, portanto.

Mas se acha que mais de 200.000 euros é demasiado dinheiro para a edição 100 Carat, tem sempre a hipótese de optar pela Edição Mulliner, que custa uns muito mais “simpáticos” 14.000 euros. E nem precisa de se preocupar tanto com a raridade da peça, pois há 500 exemplares disponíveis. Ainda assim, é melhor não se atrasar.
Se é menos abonado, pode limitar-se a ter edição Centenário, que custa “só” 3.400 euros.

Em qualquer dos livros de 30 kg de peso é certo que vai encontrar a história da marca, desde a sua fundação, incluindo as inúmeras vitórias no desporto automóvel. Vai poder ler também tudo o que fez da marca o que é hoje, assim como ficar a conhecer alguns dos seus clientes mais famosos. Se for cliente, pode ainda solicitar a inclusão de fotografias do seu automóvel.

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Volkswagen antecipa interior do novo Golf

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Esperado para setembro, o novo Golf promete uma revolução no habitáculo, a julgar pelas imagem agora divulgada pela Volkswagen.

Se compararmos com o atual Golf, na sua sétima geração, a configuração do habitáculo é completamente diferente, com o ecrã central do sistema multimédia a unir-se com o ecrã do painel de instrumentos, tal como podemos ver, por exemplo, no seu concorrente, o Mercedes-Benz Classe A. Há também bastante menos botões físicos e as saídas do sistema de climatização são agora bem mais pequenas e mais estilizadas.

Ao que se sabe, a oitava geração do Golf vai continuar a recorrer a motores de combustão interna, tanto a gasóleo como a gasolina. No entanto, já fará uso da tecnologia mild-hybrid através da utilização de um sistema de 48 volts.

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